Os Detalhes para Filosofar
Gilson
Gomes
Advogado
A
Prisão do Condor - No mommento que se
tenta prender o condor ele foge, porque todo pássaro nasceu para a liberdade, e
por extensão – o homem. Não instigue a
rixa e nem a discórdia, não pense que irá perder aquilo que não possui. Pois o
sol brilha para todos, e o perfume da flor no amanhecer não escolhe o nariz.
Seja humilde, que existirá sempre um ser bom para estender a mão, e dar um copo
de água. A gente sempre perde para alguém, e jamais se perder sem ter a posse e
apropriedade do bem, se o fizer pode ser apropropriação inndébita ou
receptação. Ninguém dá o que não tem, não é? Seja mais afetivo, e cheio de
solidariedade, e com isso dê amor.
Da
Janela – Vejo da janela no horizonte, não sei se além existem outras galáxias.
Certamente existe, já que no universo
existe inumeráveis constelações, até os meteoritos rasgam o espaço acima
da atmosfera terrestre, e alguns pedaços caem sobre algum lugar do planeta e
fazem o estrago que vimos pela tevê
recentemente. Aí reside a questão de fundo, que é a fé, como negar a existência
das constelações se não vemos a olho nu, mas se negar voltaremos ao
geocentrismo – a terra como centro do universo. A premissa é verdadeira quando
dela se pode tirar uma conclusão evidente e formar o juízo de valor.
Falar
da Janela - Se é verdade que Jesus
dissera que na casa do pai existe muitas moradas, também é verdade que a
vacância de poder no Vaticano revoluciona
a história da igreja Católica, e derruba o mito de que o Papa não deve renunciar. Diante da
luta pelo poder e o Vatinix, a eleição para o cargo de Prefeito na cidade, num
sistema eleitoral viciado mesmo com o voto eletrônico, já que o eleitor sempre
escolhe o pior, e não houve o sopro do espírito santo. Da janela eu soube que
na noite de ontem o Papa Emérito tocara seu piano, e agora será o filosofo que
escreverá ao passos da guarda Suiça, e
certamente conceituará o novo
conceito da Banda podre, ou dos trem da
alegria. No Brasil é comum se ver pardal da nossa janela, jogando cacaca na nossa cabeça. O
Papa recita os salmos, as matinas e as
vésperas, nós aqui só precisamos ter fé e esperança.
Os
Sentidos e a Percepção – Andar na condição de pedestre nas nossas ruas é a
epopéia mais ingrime e cruel que o ser com alguma forma de limitação pode
experimentar em sua curta trajetória no
Planeta. Um burado, um barranco, sem
cemafro, não há respeito a faixa de pedstre, e nem o sinal verde. Estacionam
seu jaguar na frente da garagem alheia, e alguns lugares somos fumantes passivos
ou recebemos o cheio da “marvada erva”. Ninguém observa o principipio previsto
na lei, porque não existe a cultura e formação do caráter que preserve a
legalidade. Sabemos que a humildade nos conduz a sensibilidade e a percepção
refente ao mundo interno e o externo, tanto pelo tanto, audição, gustação, e
visão quanto pela energia emitida pelo corpo estranho ao nosso. O conhecimento
da poesia pode nos conduzir ao mundo da sensibilidade e da fraternidade, e por
último, a liberdade. Não espantar o pássaro da nossa janela, o que no caso pode
ser considerado uma falta sensibilidade. O certo é que ninguém o enxerga como seu próximo. Ame, e o resto vos será acrescentado... Kant tinha
razão quanto a percepção e intuição, consideranodo-as como premissa da razão,
pois é só conferir.
Dar
os Anéis para não Perder os Dedos – No
noticiário de hoje, domingo 3 de março de 2013 foi veiculado que o – anel do
pescado – usado pelo Ex Sumo Pontifice da igreja Católica irá para o museu, não
será destruído segundo a tradição. No
entanto, os Cardeais desejam ter ciência do resumo do dossiê sobre os
escândalos contidos nos documentos
secretos, sendo sua apuração determinada pelo então Papa Bento XVIº, alguns
vasados pelo mordomo, cuja a imprensa o deu a alcunha de Vatinix. Na verdade a Igrejja Católica Romana, desde o Imperador
Constantino ao oficilizar o Cristianismo como a Religião oficial do Império já
decadente, tendo dado o étimo de Católica – universal – à religião oficial do Império.
Posteriormente houve a a divisão entre o império do oriente e do ocidente,
sendo que o Império do Ocidente, sendo
Roma a cidade eterna a sede deste Império. O Império Romano do Ocidente
constituía a metade ocidental do Império Romano após a sua divisão por
Diocleciano em 286 d.C. e existiu intermitentemente em diversos períodos entre
os séculos III e V, após a Tetrarquia de Diocleciano e as reunificações
associadas a Constantino - o Grande - e seus sucessores.
A
Escolha do Papa é pela Mistica da Fé - Considera-se que o Império Romano do Ocidente
terminou com a abdicação de Rômulo Augusto em 4 de setembro de 476, forçada
pelo chefe germânico Odoacro. Sua contraparte, o Império Romano do Oriente,
sobreviveria por mais 1.000 anos. Como se pode observar as lutas
subterrâneas sempre foram tônica pela
conquista do poder. Evidente que a beatitude que é santidade não fora levada em
consideração nos períodos conturbados da
história. Alguns Papas renunciaram o
pontificado, porque a pressão psicológica e emocial no exercício do posto
pode levar em favor da mística e do
ideal do Evangelho, tem por efeito a renuncia ao confronto político. Percebe-se
que o dom do espírito santo que ilumina o ser prevalece sobre os atributos e a
luta pelo poder. Daí o Papa preferir o monastério às luzes do poder. Deu o
anel, mas ficou com Cristo, é a percepção sobre o caso. Na conjuntura atual o
Papa Bento XVIº fora um homem de extrema coragem, e um revolucionário por si
só. Preferiu a luz da fé, e tocar piano. Dizem que o Ex papa é um bom pianista.
As
Controvérsias - Embora unido lingüisticamente - e, mais tarde, sob o
cristianismo romano -, o Império Romano do Ocidente englobava, na verdade,
grande número de culturas diferentes que haviam sido assimiladas de maneira
incompleta pelos romanos, diferentemente do Império Romano do Oriente, que
falava o grego e era culturalmente unificado desde as conquistas de Alexandre - o Grande - no século IV a.C. Portanto, o Império Romano
de fato era dividido em termos culturais, religiosos e linguísticos. Se o
Oriente helenístico sustentava-se em torno da cultura grega e da Igreja
Ortodoxa, a unidade cultural do Ocidente foi gravemente afetada pelo influxo
dos bárbaros. Em 410, Roma foi saqueada pela primeira vez em mais de 800 anos,
pelos visigodos comandados por Alarico I, e aos poucos a parte Ocidental do
império passou a ser governada pelas tribos invasoras. Apesar de breves
períodos de reconquista pelo Império Romano do Oriente, o Império do Ocidente
não conseguiria reerguer-se. Aí reside as questões de fundo que dão origem as crises
atuais, entre a fé e a razão, o poder da caneta, e o poder da fé.
Os
Estados Papais - Os Estados Papais, Estados Pontifícios, Estados da Igreja ou
Patrimônio de São Pedro eram formados por um aglomerado de territórios,
basicamente no centro da península Itálica, que se mantiveram como um estado
independente entre os anos de 756 e 1870, sob a direta autoridade civil dos
Papas, e cuja capital era Roma. Depois é criado o Estado do Vaticano, já no século
XX, dentro da cidade Roma.
O
Cisma do Oriente presente ainda hoje - O Cisma do Oriente, também chamado de
Grande Cisma ou Cisma Ocidente-Oriente, foi o cisma que separou definitivamente
a Igreja Católica Apostólica em Igreja Católica Romana e a Igreja Ortodoxa. O
cisma ocorreu no século XI, mais especificamente no ano de 1054, na cidade de
Constantinopla, atual Estambul, Turquia, lá perto da Capadócia, da Novela Salve
Jorge. Assim temos os ortodoxos e os católicos romanos, seguindo ambos os mesmo
Cristo, e o mesmo Evangelho.
Depois o Cisma do Ocidente - O Grande Cisma do Ocidente,
Cisma Papal ou simplesmente Grande Cisma foi uma crise religiosa que ocorreu na
Igreja Católica de 1378 a 1417. Entre 1309 e 1377, a residência do papado foi
alterada de Roma para Avinhão, na França, pois o Papa Clemente V foi levado
(sem possibilidade de debate) pelo rei francês para residir em Avinhão. Em
1378, o Papa Gregório XI voltaria para Roma, onde faleceria. A população
italiana desejava que o papado fosse restabelecido em Roma. Foi então eleito o
Papa Urbano VI, de origem italiana. No entanto, ele demonstrou ser um papa
muito autoritário, de modo que uma quantidade considerável do Colégio dos
Cardeais, anularia a sua votação e foi realizado um novo conclave, sendo eleito
Clemente VII, que passou a residir em Avinhão. Iniciara-se assim o Cisma, em
que o Papa residia em Roma e o Antipapa residia em Avinhão, reclamando ambos
para si o poder sobre a Igreja Católica. Posteriormente, surgiria outro
Antipapa em Pisa. O cisma terminou no Concílio de Constança em 1417, quando o
papado foi estabelecido definitivamente em Roma Veja como são as coisas, não é
como queremos, mas como é na prática.
O
Conclave ou Conchavo - Conclave (do latim cum clave, que significa com chave) é
a reunião em clausura muito rigorosa dos cardeais aquanto da eleição do Papa.
Os cardeais permanecem incomunicáveis com o exterior até haver um Papa
escolhido. Com base no conclave surgiu os conchavos na política, sempre
articulados secretamente, e na calada da noite. Mas o conclave serve para fazer
com os cardeais fiquem isolladamente afim de escolher o melhor o melhor, e mais
adequado segundo o olhar da fé. A questão é o exercício do poder, que divide e
causa intriga, ao invés de pastorear o rebanho de Cristo, e cativar novas
almas.
E a
Reforma Protestante - A Reforma Protestante foi um movimento
reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando
através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg,
protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana,
propondo uma reforma no catolicismo romano. Os princípios fundamentais da
Reforma Protestante são conhecidos como os Cinco solas. Lutero foi apoiado por vários
religiosos e governantes europeus provocando uma revolução religiosa, iniciada
na Alemanha, e estendendo-se pela Suíça, França, Países Baixos, Reino Unido,
Escandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países
Bálticos e a Hungria.
A
Réplica da igreja Católcia - A resposta da Igreja Católica Romana foi o
movimento conhecido como Contra-Reforma ou Reforma Católica, iniciada no
Concílio de Trento. Lutero não imaginava que suas idéias teriam a repercussão
que teveram na época, isso se deu em face da vaidade e da ambição do Poder, da inquisição, e o esquecimento do
princípio do amor ao próximo, o poder do senhor feudal sobre a vida do súdito, o poder temporal pode comprar um
lugar nos céus, e não o exercício da virtude expressa nos Evangelhos. Pois para
o Católico ser rico seria pecado, já para o reformado ou protestante ser
rico pode ser o passaporte para os céus.
Daí o nascimento das nações prósperas, especialmente, os USA. Tudo está na
estratégia e na doutrina, já que a ideologia deve ser para viver, e não para
outro fim. Pois é certo que todos falam mal da burguesia, mas todos desejam
obter os bens da burguesia. Logo todos
querem ser pequeno Burguês, como
dissera o Martinho da Vila.
O
Efeito da Reforma protestante - O resultado da Reforma Protestante foi a
divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e os
reformados ou protestantes, originando o Protestantismo. Hoje, o protestanismo
é realdade, e já se busca o ecumenismo,
a fim de unificar os fundamentos do Cristianismo. È preciso deixar de
lado as velhas divergências, e buscar a unidade, é preciso que o homem saiba no
que se fundamenta a sua fé. Basicamente deveria se fundamentar no Sermão da
Montanha de Jesus de Nazaré. O resto é falácia.
A
Ansiedade do Homem – “Um pedaço de pão
comido em paz é melhor do que um banquete comido com ansiedade.”
Esopo
Vi na tevê, mas precisamente no Fantástico,
exibido a Globo o homem em extrema ansiedade. O homem que desorganiza o seu
ambiente com o propósito de que ninguém o venha perturbar o seu suposto
sossego. Na ansiedade o coração pulsa rápido, suor corre pelo corpo, e a pessoa
fica com frio numa temperatura de quarenta graus. O que fala consigo parece ser
seu desafeto, e logo o coração começa numa taquicardia, é igual esperar a
mulher amada, quando cheio de paixão, cuja a dúvida referente a posse do objeto amado faz o rosto
enrubecer, suar frio, e o coração quer
saltar pela boca. São as nuances da ansiedade. No entanto em regra, o annsioso
quer algo, mas não sabe o que deseja, e nem o fim almejadoo, o ansioso sente
insegurança, precisa do sol e do porto seguro. Perde o sono porque o coração
pulsa rápido, e joga excesso de adrenalina sem razoabilidade. Passa a noite
rolando na cama, quando não finge dormir. Levanta-se da cama, liga a tevê, pega
um livro, come chocolate, possui inveja do posto de trabalho do outro, imagina
ser ineficiente.
O
Medo do Ansiosioso – “Somos uma sociedade de pessoas com notória
infelicidade:solidão, ansiedade, depressão, destruição, dependência; pessoas
que ficam felizes quando matam o tempo que foi tão difícil conquistar.”
Erich
Fromm
O ansioso não possui paciência. Finge que rir
e chora pela entranas. Busca aquilo que
jammais encontrará solitariamente, porque possui medo do cheiro de povo. Pois
se houver aglomeração ou multidão lá não estará o solitário. Possui medo de
altura e do elevador. A descobrir o diagnóstico
prescrito pelo médico recebe a terapia e o medicamento. É, a insônia deixa o
homem sem força, porque a alma não sai do corpo para navegar noutras dimensões
ou nas – paradas. Dormir repousa, o sono cria novas invenções e idéias. Espere
o sono, que a solução virá, mas com a ansiedade, não. Busque a realização
pessoal, é o que importa.
A
Droga – O Chorão morreu e deixa lições sobre o nosso mundo atual. Músico de
fama, capaz de escrever letras, e balançar multidões. Nada pode explicar a ribalta e os conflitos da alma. A mulher
companheira o deseja vivo. Mas o pó branco o torna refém, numa mistura letal
entre álcool, e medicamento para ansiedade. Claro que o vicio é o inverso da
virtude, e o talento dado pela natureza – Deus – é suficiente para transformar
os mundos, porque os céus são realidades metafisicaas, e do espírito, que não
se explicam por meio de étimos, mas se explica e se justificam só pela ação
solidária, carinhosa e amorosa. Platão dissera que existem momentos de delírio
quando o homem não for chammado para o banquete. A solidão só é compatível para
o monge, que está sempre em estado de meditação. O mal do homem de hoje que
deseja connviver consigo mesmo em êxtase
permanete, como diz – numa boa. O ser humano deseja conviver com uma
falsa felicidade, fugir de si mesmo, enntão aí busca a alucinação, e quando a
droga não o satisfaz mais o seu ego, ele busca
a morte. A morte é a solução para todo aquele ser que não enxerga sentido no sopro da vida. Jsesus de Nazaré
fala da parábola dos talentos, mas o que adianta dar tannto talento ao homem,
se ele não coloca o seu talento para o bem da sociedade.
É
preciso Luz no Caminho - A droga mata, mata o talento, definha a alma, e retira o direito de sonhar. Muitos para
fugir do probleema droga, fazem dela uma doença, e permitem que o viciado exerça em plenitude o seu livre arbítrio. Que
pena morre um ser que tinha sonhos, e era um admirador e construtor da arte.
Mas é triste observar a omissão do Estado, que fica apenas caçando às bruxas. A
droga é uma praga. È preciso ser tratada como política de saúde pública, caso
contrário a sociedade perderá todas as batalhas. Que tenhamos luz, como dissera
Goethe. É preciso iluminar o caminho. A noticia não é Global, nem alienante
como dizem a esquerda de bar ou porra louca com dissera Nelson Rodrigues, mas é
preciso atacar o problema na sua origem. Não basta dar pão e circo, como dissera Juvenal – Satírico
Romano, mas preciso dar conhecimento, e com o conhecimento construir uma sociedade
mais humana.
A
Necessidade do Idealismo no Mundo de Hoje - Que volte o idealismo de Platão,
aplicado ao racioalismo de Kant, cuja dialética seja a lei suprema do amor. O homem pensa que é Deus, depois percebe que é feito
de barro, decepciona-se consigo mesmo, e se suicida com o pó. Estultice,
maluquice, às vezes eu não enxergo, mas quem é cego são eles, então Sartre
tivera acerto no seu discernir – o
inferno são vocês. A questão é o discernimento. Defender ideias é bom, ser
intransigente é ruim, não respeitar a liberdade de expressão é mal. Logo o
homem quer ser mais, quer luz para
iluminar a inteligêencia, e nada melhor que o livro, beleza da flor, e olhar da
mulher mais bela, insinuante. Pois tudo é uma questão de livre iniciativa,
conquiste-a se puder.
A
Revolução do Proletariado – Proletário se originna da prole, aquele que possui
muitos filhos. Por isso eles eram tratados de proletário, já que no caso cada qual criara uma creche. É como ser
pagão, já o pagão vivia nos pagos, nos campos, e a tradição do campo aceitara a
imposição da cidade, especialmente nas suas crenças. O pagão era na Roma o
camponês, depois com o Cristianismo passou a ser denominado aquele que não fora
barizado no Cristianismo. O operário é um operador de máquinas, ou de pedras,
ou de algum meio de transporte, podia a te ser o escravo. O trabalho vem de
tripalio, uma espície de sacrifício usado na antiguidade. O salário se origina
do sal, já que o sal fora um moeda de valor. O proletariado fizera algumas revoluções, especialmente a
Russa, a Chinesa, a Cubana, Albanesa, a
criançaõ do Muro de Berlim, e até, se
criara um único partido.
As
Promessas - O proletário diz que irá
sair da alienação, que deixará de explorar o homem pelo homem, criará um estado
ateu com base no materialismo histórico, forjado na dialética de Hegel, adotada
por Marx, em que sempre deve existir uma
tese, depois uma antítese, por fim a síntese. Na concepção de Marx a síntese
seria o comuniamo, tudo seria em comum.
Na verdade nas catacumbas dos primeiros Cristãos, tudo era em comum, porque
assim é a visão do amor ao próximo. Mas então, os operáriso que estiveram no
poder fizeram votos de pobreza, não fizeram fortunas para si e seus afilhados,
não mataram milhões de opositores, mas como explicar os milhões obtidos pelos
operários de araque, hipócritas e
cínicos, que “gagam e andam” para os pobres, e nem se quer convidam para sua
festa, porque estar abaixo da linha da miséria não tem chance no banquete do
operário que virou burguês.
O
Amor à Patria e ao Homem, eis a Questão - Não
se conhece nenhum homem que sem amor a pátria,
e ao seu povo tenha feito alguma coisa de bom e justo. Existe um
paradoxo entre o tirano, o déspota, e o operário no poder. Se quiser conhecer
um homem – dê uma caneta azul, e o anel do poder. O poder embriaga o ser
humano, ninguém deseja ser olhado – os olhos são o meio mais poderoso para gerar a dor. Tudo depende do seu olhar,
e das suas mãos, mãos sujas não fazem o bem feito. Acredita-se que alguns homens
pensam que o operário no poder é solução das mazelas humanas, e porque já exerceram o poder e fizeram o que todos
fazem. Pois como se diz onde se ganha o
pão não se come a carne, aí Tomás de
Aquino tem razoão ao afirmar na sua Suma Teólogica – A carne é corruptível. Onde
entra o poder a conversa sempre muda, vira uma disputa entre seres
antagonsitas. Ninnguém escapa à vaidade. O que faz um grande estadista é o conhcimento e a humildade, e a fé no homem. O homem precisa fazer a
diferença, e fazer a diferença é ser
justo, respitar o outro nos seus direitos e deveres - homem.
Que homem é Este? - Não importa o nome do
homem, o que importa é o caráter e o sacerdócio que o homem exrce o predicado
da arte de governar pelo desejo de servir bem seu povo, administrar a polis é o
mesmo que fazer a mmente o corçaão o servo bom e fiel do seu povo, não importa sua condição, seustatus, se
mulher ou homem, que importa é colocar a sua vida pela realização e felcidade
do seu povo. O poder emaná do povo e em seu nome deve ser exercido, aí está a
razão de tudo. Mas devemos ser otimista, mesmo com tado desencanto, ainda
existe o desejo e a vontade de escrever
a história com mais solidariedade, justiça, e que o bem maior seja à construção pela formação do bom caráter,
por meio do melhor amigo – o livro -, mesmo que seja sagrado, mas que fale da
fraternidade, da liberdade e da igualdade.
O
que é o Homem? - Pois no amor incondicional
todos somos iguais. Não importa o credo, a cor e a opinião. Pois o grande dilema do ser humano
é encontrar a diferença entre o aniamal e o ser racional, em regra aqui se
convive com a opinião – eu acho -, sem observar se a causa é nobre. Pois
precisamos seres altruístas, e não egoístas, enfim, precisamos sair do nadir e
entrar no zênite. O homem só cativa quando ficar responsável, memo que seja o
foco no infinito, não é um plágio com o Pequeno Principe. Deus está aonde a
gennte não quer que Ele esteja, então a
nossa metafísica só fica no fisco – levar vantegem ...E, resto? Não sei.
A Fumaça Preta - Pois
existem os que desejam acabar com a fé. Exitem até, os que desejam acabarem todas as deidades, e ainda, há os
que dizem que a religião é o ópio do povo. A fé
não se pode acabar por decreto, assim como não se controla a economia
por meio do tabelamento dos preços. Pois é uma heresia pretender diminuir a inlação com o arrocho de
salários, como se faz dentro da premissa ortodoxa de resolver as crises
econômicas e fianceira do Estado. O povo fiel católico ou não está em Roma
porque o papa é o sinal de unidade, é
sinal inconfundível ao fiel, sendo que o papa é para muitos homens, jovens e
adultos, uma referência indispennsável ao mundo atual. Não importa o que se
pense sobre questão de Fe, nem sobre ter ou não ter uma mistícia, ser ou não
ser cético, conhcer ou não conhercer a teologia. O Homem pode ser laico, mas
não se encontra um só homem que não queira descobrir as leis do universo, então, dizer que veio do nada, parece-me obsoleta a
resposta, mas deduzir que todo ser busca
um quê de magia naquele fumaça, especialmente, quando branca, e também despertar uma certa
euforia quando se houve dizer – temos papa. Nada justifica a fuga
da realidade.Diga o que quiser, em Roma, o
povo quer ouvir – temos papa -, e aqui também. A fé não se explica. Pois
o Pastor sempre será o Pastor, não importa as brigas políticas que existam pela
luta pelo poder, mas o que importa é que
existe um certo – espírito santo – inexplicável que une tantos sres, cinco mil
jornalistas, na praça de São Pedro.
Franciscum – “Lá vai
São Francisco Pelo caminho Levando ao colo Jesus Cristinho Fazendo festa No
menininho Contando histórias Pros passarinhos
Vinicius de Moraes”.
Hojje, 13 de Março de 2013, O Cardeal da Argentina que gosta
de tango, anda de transporte público, é formado em quimica e fármacia, lecionou
literatura e filosofia, como teologia, Jesuita, e Cardeal Arcebispo da capital
Buenos Ayres. Escollheu o nome de Francisco que relembra o de Assis Giovanni di
Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de
julho de 1182 — 3 de outubro de 1226),
foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta e mundana,
voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, igualmente, como e Xavier, missionário Jesuita. Os
jesuítas fazem voto de pobreza. Pois eles foram expulsos do Brasil pelo Marquês
de Pombal, em razão da crise na Região das Missões, como em todo o Prata. Os Jesuitas não eram afinados com a
coroa Portuguesa e nem com a Espanhola.
O Papa Negro no Vaticano, com o noem de Fracisco respresenta o sinal de enormes
transformações no seio da Igreja nas relações com o mundo Cristão. O Inaciano
por certo saneará as finanças do Vatiacano, já que são exímios disciplinadores,
retomará as bases do Concilio Vaticano IIº, e certamente fará como Francisco de
Assis a resconstrução de uma nova Igrejja, onde a fraternidade e a paz deverá
ser o seu fundamento, e procurará no São
Francisco Xavier (7 de Abril de 1506 —
Sanchoão, 3 de Dezembro de 1552), ser o
missioneiro, o viajante, aquele que
levará a mensagem da fé e a unidade. Franciscum é um nome que sinaliza ao mundo menos cúria, e
mais o – instrumento de sua paz.
Como Vinicus viu São Francisco - Então, Vinicius de Moraes
está com a razão, o poetinha profetizara o dia de hojje. Senhor faça de mim um
instrumento de vossa paz... Habemos
papam. Francisco é um exemplo de revolução e transformação, pense no irmão
passarinho. Um Jesuita no comando da Igreja, é por certo, equilíbrio econômico, pobreza, e obediência,
quem estuda numa Escola de Jesuita sabe como é.
A escolha foi boa para o mundo Cristão.
O Biombo que Esconde A Sujeira dos Palácios – “O que temer?
Nada. A quem temer? Ninguém. Por que? Porque aqueles que se unem a Deus obtém
três grandes previlégios: onipotência sem poder; embriaguez, sem vinho e vida
sem morte.
São Francisco de Assis
Alguém me sugeriu a episteme. Pois devemos ser homens de desafios. Tdos sabemos
que a Igreja Católica possui muitos
desafios, mesmo escândalos, clérigos que desonram seus votos e sua crença no
Evangelho de Cristo. Também sabemos que existem Pastores das outras facções do
Cristianismo que descumprem aquilo que
está no – Sermão da Montanha. No entanto se sabe que na Igreja Católica houve
um Francisco de Assis, e umma Madre Teresa de Calcutá, como houvera um Gandhi,
e um Martin Luther King, Jr. Pois em todos os lados existem homens bons,
justos, e santos. Homens que diginifcam a humanidade com o seu exemplo. O mais
triste é perceber que os Partidos de aluguueres sobrevivem comprando porcessos
de licitação, e sob o pretexto de empresas laramjas – em nome de terceiro -, e
votam sempre coptados pelo chefe do poder executivo, como retribuição pelo investimento no curral
eleitoral – tijolos, dentadura, empregos ao afilhado, e outras benesses -. Olha
o mensalão que processo de Kafka. Os petistas de ontem, religiosos
fundamentalistas, e xiitas como eram chamados, puritanos e éticos por conveniência,
e prejudicaram muitos
trabalhadores com a sua Regorma da Previdência.
O Biombo Hoje - Hoje, o biombo quer servir de escudo às suas
mazelas. Mas o PT, e os partidos de alugueres não produziram nenhum Gandhi,
nenhum Francisco de Assis, aliás,
conviver franciscanamente seria demais para os idelógos de araque. Pois
pelo que se pode observar eles se escondem
atrás do biombo de um país que não existem nenhum miserável, mas pelos dados da
ONU em desenvolvimento humano somos o 80º. Então, porque não fazem como
Francisoc de Assis, primeiro dê alimentos aos porcos, e depois volte para falar
com o Papa. Franciscum – Habemos Papam. É ser franciscano não é uma ideologia,
ser frannciscano é um comportamento humano, e sair do armário, não é. O biombo
é bom para esconder as nossas pociulgas.
È bom cair na realidade nua e crua. Quem diz o que quer ouve o que não quer.
Do Passado –“ Sal, cal
e alho caiam no teu maldito caralho. Amém.O fogo de Sodoma e de Gomorra em
cinza te reduzam essa porra. Amém. Tudo em fogo arda., Tu, e teus filhos, e o
Capitão da Guarda.”
Gregorio de matos
O passado um dia foi futuro, hoje é o nosso presente. Ninguém
rompe com o seu passado, seja podre ou não, nenhum homem ou mulher deixa de ter
filhos por causa do passado, como nenhum presidente ou rei fora probo só porque
deseja apagar o passado. Eu sei que o biombo é o passando, mas também sei que
no passado e no presente aquilo que fora bom e honesto permanece, porque a
virtude não morre, mas os canalhas e
atoas são esquecidos numa tumba, que ao
passar ainda fica o cheiro da fedentina. Por isso alguns escolhem a cremação, e
mais higiênico do que ter de aturar os abutres à procura da carniça, como
dissera o nosso Gregório de Matos – no sal, cal e no alho.
A Mentira Possui Pernas Curtas - “O diabo pode citar as Escrituras quando
isso lhe convém.”
William Shakespeare
Vlado Herzog (Osijek, Reino da Iugoslávia, 27 de junho de
1937 — São Paulo, 25 de outubro de 1975) foi um jornalista, professor e
dramaturgo. Passou a assinar "Vladimir" por considerar seu nome muito
exótico nos trópicos. Naturalizado brasileiro, Vladimir também tinha paixão
pela fotografia, atividade que exercia por conta de seus projetos com o cinema.
O nome de Vladimir tornou-se central no movimento pela restauração da
democracia no Brasil após 1964. Militante do Partido Comunista Brasileiro, foi
torturado até a sua morte no DOI-CODI em São Paulo, após ter se dirigido
pessoalmente ao órgão para um interrogatório sobre suas atividades
"ilegais". Segundo o jornalista Sérgio Gomes, Vladimir Herzog é um
"símbolo da luta pela democracia, pela liberdade, pela justiça.” O aprelho
de estado da Ditadura naquela época informara que Vladimir havia se suicidado
na prisão, mas como justificar a morte de um homem que comparecera
voluntariammente para ser interrogado sobre supostas acusações.15/03/2013.
O Fim da Mentira – “As convicções são inimigas mais perigosas
da verdade do que as mentiras”
Friedrich Nietzsche
Hoje, Vladimir recebeu
uma certidão de óbito que confessa a atrocidade contra o jornalista expedida
pela Justiça, dizendo que o mesmo morreu -
sob tortura. Aqui nesta bela terra se tem o hábito de sempre colocar a
culpa no outro, mas jamais assumir responsabilidades por atrocidades. A
injustiça no Brasil é normal, como normal
era os agentes da Ditadura Militar buscar inocentes e os colocar no pau de arara. Este sim é um biombo triste,
não é. Pior é os que juraram defender o povo o desonram com a
compra de votos no parlamento, e quando não fazem farra com cartões
corporativos. O diria Péricles, mas certo, e Maquiavel, ou o Padre Vieira, que
considerava os agentes públicos de aves de rapina, pois dizia – onde podem –
fazem a rapinagem. Vladimir a verdade liberdade, mesmo depois de ter fenecido
no limbo da ditadura. À família o nosso jubilo, e a certeza que não haverá mais às trevas do
silêncio. Que liberdade sobreviva. O diabo é o pai da mentira.’5/03/2Onde pode
Levar a Coerência – “Coerência nunca foi virtude. Nunca será. Coerência é
apenas uma maneira de cobrarem que você cometa sempre os mesmos erros.”
Asmóteles de Pléon
É de conhecimento
público que, um certo Partido na sua formação
se aproveitou das Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica, lá nos idos
de 19777, 1978, e 1979, a fim de galgar
o poder e ganhar a credibilidade popular, até se utilizara de premissas
da denominada Teologia da Libertação do nosso Leonardo, Segundo Galilea, e
outros tantos. Pois este Partido era uma – Religião -, aí de quem dissesse que
não eram canonizados, os guardiões da ética e da pureza. Pois ninguém
acreditaria que um operário com a caneta azul na mão, e o seu Minsitro Chefe da
Casa Civil iriam adentrar dentro do Parlamento para comprar consciências, no
caso votos, ainda com recompensa em pecúnica, até parece o Judas que trocara
Jesus por – trinta moedas de prata -, e imaginara que iria ter um lugar no
munndo da corrupção patrocinada pelos Romanos em conjunto com os Fariseus do
Conselho, entre o genro e o sogro. A Incoerência no caso, depende da ótica de quem as enxerga, se os fatos narrados não possuírem lógica,
mas tiverem o condão de mentiroso, aí a
premissa pode ter alguama validade
teórica e prpatica.
O juízo de Valor da Coerência – “O pior do homem público é
quando êle sempre opta pela conveniência sacrificando a coerência.”
Paulo de Tarso de Moraes Souza
Na verdade o que se viu nos últimos trinta anos foi um número de
fundamentalistas perseguindo o poder, e de oprimidos se transformaram em
opressoressores de carteirinha. Pois ainda dizem que o Julgamento do STF, -
mensalão - comandado pelo Exelentissimo Ministro Joaquim Barbosa na condição de
Relator do Processo, com nobreza e
sobriedade inatacáveis – fora uma injustiça -, pois se fosse aplicada a pena de
Talião, ou a lei de Moisés, no mínimo,
os larápios – perderiam as mãos -, seriam ótimos “mmanetas”. Que Deus dê
ao Minsitro Joaquim Barbosa saúde, muito discernimento, sabedoria, e que seja
como é, uma referência aos homens de boa vontade, aos jovem e as crianças desta Pátria - Brasil. Contra o fato não pode haver
incoerência, se não sabe, pois fique sabendo nobre amigo. A coerência entre a
realidade e a teoria é um bom juízo de valor. O bom exemplo precisa ser
inaltecido e valorizado, quiçá repetir sempre, que as palavras podem convencer o homem, mas o exemplo o
arrasta para o bem maior.
As Referências - No
Brasil por certo nós temos referências que mereçam nossa admiração. Evidente
que temos na música Vila Lobos, Carlos Gomes, Caetano, Chico Buarque, Roberto
Carlos, Rita, Pelé, Garrincha, Castro Alves, José de Alecanr, Ruy Barbosa, Padre Vieira, e outros tantos,
mas não criamos um panteão aos nossos heróis, nem temos como fazer, já que a
memória do brasileiro dura apenas trinta dias, e quando chega o dia de finados
apenas se lembram em acender uma vela e um buquê de flores, dando aquela
lavadinha no sepucro caiado do mortos. Pois se o morto for político, certamente vem a a cínica afirmação – ali está os restos
mortais daquele que vendeu o voto à sua mãe, só para cortar a pensão -, então,
pode concondecorar a tumba com o epitáfio – alía jaz o parente mais próximo de
Ali Bá Bá. No entanto, quando olha na frente e observa a inscrição – aqui
descança um hommem pobre, humilde, que
pagou tudo o que devia aos outros, amou a Deus sobre todas as coisas, gostava
de lvros, e todos os dias sorria e olhava para uma criança com a certeza de que
ali estaria o homem e a mulher, pensava
como um cidadão do mundo. Nossas referências são as do dinheiro, da fama, e do
prestígio, coisas efêmras aos olhos do universo. Pois o maior panteão é a
humilidade e simplicidade, é a revolução franciscana, que une os homens de
todos os credos, opinião, e nacionalidade. Na verdade, ser bom é como uma
sinfonia, as notas e os acordes soam em
todos os lugares.
As Memórias - Pois como dissera Caetano é preciso ouvir uma
canção do Roberto, as mulheres de Atenas do Chico, ver no vídeo uma jogada
genial de Pelé. Vila Lobos e Carlos Gomes, como o nosso Tom Jobim e Vinicius
darão os acordes das nossas referências mais lúcidas e belas, apesar da
adversidade Eles foram bons. E o Santos Dumont so olhou para os céus, e Vieira fizera os - sermões
– à Rainha Cristina da Suécia, e Drumond só disse e, - agora José! São as
nossas referências, embora não tenhamos o Panteão, só de JK, como recomendara
os imperadores da Roma Imperial, especialmente como narrado - Às Memórias de Adriano. Pois ter o bom
exemplo é o melhor legado que um homem
pode dar a si e seus filhos.Se perder a memória é triste, e causa enorme
transtorno aos familiares, e a si mesmo, imagine como é ter a memória curta,
jamais agradecer o amigo pela mão estendida, os dons que a natureza o legou, e
por fim agradecer se for crível no Senhor Deus, na pessoa do Filho pelo fato de
fazer ultrapassar o prazo de trinta dias das nossas memórias. Ninguém volta
para dizer, muito obrigado, todos pensam que o homem de bem cumpre apenas o seu dever. A gratidão massagia
o ego e a alma. Não deixe de agradecer a causa vencida pelo advogado, a obra do
engenheiro, o pedreiro, a cozinheira, a costureira, o mais importante o seu
professor, o salário do mês, a vida, enfim o beijo que receber, nem que seja do
Beija flor. A vida é simples, a gente é que complica.
O Ovo de Colombo – “O homem, na sua ansiedade de refutar a
evidência de que é um macaco, reforça a crença de que é um burro.”
G. Lieberman
Afirma-se que a Peste Negra que assolara a Europa por volta
por volta de 1347, sendo trazida da China por um gurupo de Genovês, sendo que a
Europa perdera vinte e cinco milhões de pessoas, sendo que segundo se informa
naquela época o Velho Continente possuía
apenas cem milhões de pessoas. Diz-se também,
que Colombo apreciava o livro – Imago Mundi (13550-1420). Como tudo era
universal e a peste se tratava de um
castigo de Deus. O homem começa não por meio da ciência, mas pelal experiência
a traçar novos caminhos por meio da inclusão dos números arábicos, da álgebra,
da geometria, trigonometria, e pela
bussola. `Por isso, o homem passa ser o
centro, e com o renascimento e a reforma protestante se inaltece o mundo
indidividual. Procura-se combater a coruupção nas instituições, como a Igreja,
e se percebe que há outros mundos além da Europa, com a descoberta do Novo
Mundo. Na verdade fora Fernão de magalhões
(480—1521), tendo os conceitos ser
revistos, duas décadas depois da viagem de Colombo, que fizera a famosa viagem.
Os fatos levam o homem a descrer, e a descrença leva a procura daquilo que está
encoberto. O conflito entre a fé a razão sempre fora evidente, pelo fato de a teologiia pretender se
sobrepor ao mundo real. Justificar e explicar
a sobrevivência com apenas a salvação da alma, sem levar em consideração
as primeiras necessidades, e conceber como lei que a terra é o centro do
universo, quando no universo existem
tantos lugares desconhecidos para se observar.
A Perseverança do Homem
- Não há como julgar a ignorância
de ontem, sempre existiu a reação, até a morte se alguém contrariasse a opinião do outro. Hoje, a sociedade é da
informação rápida, a crença está ligada naquilo que não se vê do outro lado da tela, mas é a verdade real
do virtual. Cada ser está ali, sem ser
visto pelo outro, é sujeito de direitos e obrigações. Se eu crer que o grão de
mostarda pode germinar, cresce e
reproduzir uma grande árvore, segundo a
Parábola do Nazareno, também saberei que não posso reproduzir os velhos paradigmas, mas devo reconhecer que do outro
lado há um homem. Caso contrário as
relações humanas podem virar uma peste, pois quer peste maior como as
drogas que andam do seu lado, às vezes
invisível, outras brancas, e ainda como favo de mel. Só depende da crença de
cada um, e da – fé. Por isso a hsitória do ovo de Colombo, o navegador
acreditava na carta de navegação, e por isso chegara às Antilhas. Se pensa ser
fácil, então como desafio, tenha a tentação de
colocar o ovo de pé na sua mesa (???)
Devemos Reproduzir o Frater – “Quase todos os homens são
capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o caráter de um
homem, dê-lhe poder.”
Abraham Lincoln
Por isso mais do que
nos tempos da - peste negra -, das navegações, e do
renascimento o homem precisa reproduzir homens
que tenham a capacidade de fazer a
diferença. O homem da era das redes sociais precisa saber que do outro lado exister um frater –
irmão -, e não irá passar a crença de que ficou
devendo ao cartão de credito por culpa de Deus, e o golpe da barriga
fora para obter pensão, então, que é preciso existir no mundo sem exceção um –
Francisco -, mesmo com todo avanço cient´fico
e tecnológico. Não importa o nome e a
sigla, precisamos erradicar de vez – a falta
de solidariedade – e, que seja
construidda no tecido socialo a mente sã,
em corpo são, não é assim, aí não existirá a peste, a peste da intolerância,
ignorânncia, e do egoismo. O renascimento fora um evento formidável na evolução
da humanidade, Cópernico, Galileu, Giordano Bruno, Erasmo, Descartes,
Spiinoza, Pascal e tantos hommens revolucionaram à arte. Pois mudar a crença, é o mesmo que mudar
o olhar sobre a realidade, já que pelo telescópio se pode vislumbrar o
universo. As conquistas na medicina são evidentes, mas então, o que fazer com o
homem.
Aqui e Acolá é igual - O certo é que as mazelas humanas
nos aborrecem pela manhã e ao anoitecer, sempre existirão
as mães da Praça de Maio, de Buenos Aires, como sempre existirá o Ditador a
interrogar, como existirão os homens cheios de esperança. As nossas conquistas
evolutivas se encontram naas peqeuinas coisas, e elas podem mudar contextos íngremes.
Aqui como acolá existiram mortos – a operação condor -, pois lá havia o
Pinochet, Videla, aqui o Goubery, quiçá se pudesse contar outra história, como
reproduzir um frater igual a Francisco de Assis. Que legal, o irmão sol, a irmã
lua, o irmão canarinho, o irmão negro, o irmão índio, o irmão pobre. Tdos sobre
a mesma Constiuição, a do vinho velho,
do pão de cada dia, do teatro, da escola, do médico, e do dreito de sonhar.
A Educação do Caráter – “Devem-se escolher os amigos pela
beleza, os conhecidos pelo caráter e os inimigos pela inteligência.”
Oscar Wilde
Pois os Jesuitas foram
retirados daqui pelo Marquês de Pombal, e a educação no Brasil deixara de caminhar cem anos, hoje, não lemos
como devíamos. O Vaticano agora tem um Jesuita como Pontífice, tomando para si
o nome de - Franscisco. Espera-se que o Francisco do Prata seja no mínimo o condutor da nave humanidade pelos caminhos da
transparência, da luz da divina luz da sabedoria, e que não seja apenas o
Pastor de uma facção, mas de todos quantos acreditarem e praticarem a lei do amor, cujo único dogma
seja a paz, e dimunição incondicional da miséria da ignorânncia, e – peste negra
das guerras, da corrupção, e da fome. Por último, é preciso formar bom caráter,
cidadão e homem. O homem deve ser o nosso objeto de trabalho, e construir um homem melhor do este que temos
hoje, especialmente, por demais egoísta – primeiro o ego.
Pense
ACADEMIA CRICIUMENSE DE FILOSOFIA - ACF.
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