A Construção pelo Afeto, pode ser uma Questão de Filosofia?
Nesta semana o Brasil recebeu de uma instituição internacional o Certificado de confiança para receber o investimento internacional dentro do nosso território.
Todavia, a Polícia de São Paulo entrega ao Ministério Público o Inquérito Policial, referente o caso Isabella, e aqui próximo o namorado tira a vida da futura sogra, e da ex namorada, e posteriormente, também, supostamente com a mesma arma atira sobre a sua cabeça, ceifando estupidamente a sua vida.
O mundo não é diferente, pois numa cidade da Áustria o pai mantinha a filha encarcerada por mais de duas décadas, e numa relação incestuosa, com a mesma teve filhos, sem o conhecimento da mãe.
A humanidade vem sofrendo com a escassez de alimentos para suprir mais de seis bilhões de pessoas na face da terra, e com isso mais de quatrocentos milhões de pessoas se encontram em estado de desnutrição, sem o mínimo de calorias para manter o corpo e a alma em sintonia com a virtude.
No dia a dia se presencia contradições éticas, morais, e existenciais.
As relações humanas não correspondem aos valores defendidos pela civilização, pois se a civilização tem por fundamento a virtude da justiça, solidariedade, ou mesmo a verdade do que se vê, não são tais valores que orientam as relações interativas entre os seres humanos.
A irracionalidade determina o afeto devotado aos iguais, pois aos desiguais se dispensa a marginalidade, entre os estratos capazes de determinar as diferenças dentro da sociedade.
Retirar de um ser a vida é normal entre os humanos, pois afinal, o homem se julga proprietário da vida do outro homem, pois esta espécie é a única que dizima a própria espécie, e às vezes com genocídio étnico, brutal ou lento.
Um agravante, que merece relevo e a questão da fome no planeta, e a escassez de alimentos, pois as terras produtivas são menores, que a explosão demográfica, que sofre o planeta, enquanto, as nações ricas jogam o dinheiro nas guerras.
Na verdade, a geopolítica ensina que a estratégia adequada é se preparar à guerra, a fim de obter a paz, pois o homem sempre agiu com o suporte bélico, a fim de manter impérios, e subjugar outros povos, especialmente, quando este povo é detentor de riquezas consideradas essenciais à manutenção do poder econômico.
Os interesses econômicos determinam as relações pessoais, e também, a atração entre pessoas. O rico é mais atraente, que o mais pobre, mesmo porque o pobre não tem como adular o rico, a fim de obter vantagens.
O fato de o Brasil ter capacidade de investimento, e ser considerado um porto seguro para a migração de recursos financeiros internacionais, não se trata de ter mudado a cultura atrasada de quinto mundo, mas sim, pelo fato de existir no planeta escassez de produtos e de terras, especialmente petróleo, e área de terras para o plantio de víveres, redundado a possibilidade de ter levado o Brasil a ser considerado como segurança no cumprimento dos contratos, e das suas obrigações no cenário internacional.
Segundo Aristóteles o reconhecimento pode se dá pela virtude, ou pelo mérito, mas também, quando se verifica o interesse e o a utilidade.
Pois se a virtude da justiça é a retribuição, e dá a cada o que lhe pertence de fato e de direito, e a amizade é o amor de si mesmo, que se transfere ao amigo, cuja relação pode ser por utilidade, a fim de obter vantagem, sendo por isso que a amizade não é duradoura, ou o amor acabou por falta de utilidade.
Então, não deu certo, não é o que dizem?
Todas as relações são proveitosas, quando existir a afinidade, ou afinidades, seja pela virtude, ou pelo mérito.
Pelo visto o homem dos nossos tempos se considera proprietário da vida e a morte do ente, especialmente, quando se trata do ser onde seja capaz de existir o sentimento da paixão, pois o ciúme não deixa de ser a sobreposição da paixão, como a dor da perda daquilo que julga ser parte sua, ou então a disputa pela vingança, pois nada é justificável na relação da virtude e o mérito.
No caso Brasileiro a utilidade é evidente, e os Brasileiros devem tirar proveito de surto de confiança, e fazer agregar atributos ou predicados, que possibilite um desenvolvimento sustentável, dentro dos da medida da razão, com a distribuição de renda, mas educação, mas segurança, e menos hipocrisia da classe política.
O político Brasileiro precisa deixar de ser demagogo e populista, e os jovens déspotas, que aprendem a descartar do dicionário as desculpas para não ter de fazer o dever de casa, onde cada qual tem o entendimento, em detrimento da virtude e do mérito.
Na verdade, o afeto pela pátria, homens e mulheres, estampados na bandeira nacional, e no seu hino pode transformar a violência em graça, pois quando se ama, também se dá a vida pelo objeto amado, e o heroísmo valer a pena na conquista do bem comum
A necessidade dos tempos atuais leva os Países ricos a buscarem novas possibilidades, inclusive reconhecer aquilo que pode ser uma evidência, referindo-se ao mercado de alimentos, e da energia renovável.
A afeição pode fazer a diferença, pois a virtude faz o bom caráter.
Pense!
Às vezes a deselegância é gratuita, e pode levar a infelicidade.
A ACADEMIA CRICIUMESE DE FILOSOFIA – ACF pode ajudar a pensar.
Todavia, a Polícia de São Paulo entrega ao Ministério Público o Inquérito Policial, referente o caso Isabella, e aqui próximo o namorado tira a vida da futura sogra, e da ex namorada, e posteriormente, também, supostamente com a mesma arma atira sobre a sua cabeça, ceifando estupidamente a sua vida.
O mundo não é diferente, pois numa cidade da Áustria o pai mantinha a filha encarcerada por mais de duas décadas, e numa relação incestuosa, com a mesma teve filhos, sem o conhecimento da mãe.
A humanidade vem sofrendo com a escassez de alimentos para suprir mais de seis bilhões de pessoas na face da terra, e com isso mais de quatrocentos milhões de pessoas se encontram em estado de desnutrição, sem o mínimo de calorias para manter o corpo e a alma em sintonia com a virtude.
No dia a dia se presencia contradições éticas, morais, e existenciais.
As relações humanas não correspondem aos valores defendidos pela civilização, pois se a civilização tem por fundamento a virtude da justiça, solidariedade, ou mesmo a verdade do que se vê, não são tais valores que orientam as relações interativas entre os seres humanos.
A irracionalidade determina o afeto devotado aos iguais, pois aos desiguais se dispensa a marginalidade, entre os estratos capazes de determinar as diferenças dentro da sociedade.
Retirar de um ser a vida é normal entre os humanos, pois afinal, o homem se julga proprietário da vida do outro homem, pois esta espécie é a única que dizima a própria espécie, e às vezes com genocídio étnico, brutal ou lento.
Um agravante, que merece relevo e a questão da fome no planeta, e a escassez de alimentos, pois as terras produtivas são menores, que a explosão demográfica, que sofre o planeta, enquanto, as nações ricas jogam o dinheiro nas guerras.
Na verdade, a geopolítica ensina que a estratégia adequada é se preparar à guerra, a fim de obter a paz, pois o homem sempre agiu com o suporte bélico, a fim de manter impérios, e subjugar outros povos, especialmente, quando este povo é detentor de riquezas consideradas essenciais à manutenção do poder econômico.
Os interesses econômicos determinam as relações pessoais, e também, a atração entre pessoas. O rico é mais atraente, que o mais pobre, mesmo porque o pobre não tem como adular o rico, a fim de obter vantagens.
O fato de o Brasil ter capacidade de investimento, e ser considerado um porto seguro para a migração de recursos financeiros internacionais, não se trata de ter mudado a cultura atrasada de quinto mundo, mas sim, pelo fato de existir no planeta escassez de produtos e de terras, especialmente petróleo, e área de terras para o plantio de víveres, redundado a possibilidade de ter levado o Brasil a ser considerado como segurança no cumprimento dos contratos, e das suas obrigações no cenário internacional.
Segundo Aristóteles o reconhecimento pode se dá pela virtude, ou pelo mérito, mas também, quando se verifica o interesse e o a utilidade.
Pois se a virtude da justiça é a retribuição, e dá a cada o que lhe pertence de fato e de direito, e a amizade é o amor de si mesmo, que se transfere ao amigo, cuja relação pode ser por utilidade, a fim de obter vantagem, sendo por isso que a amizade não é duradoura, ou o amor acabou por falta de utilidade.
Então, não deu certo, não é o que dizem?
Todas as relações são proveitosas, quando existir a afinidade, ou afinidades, seja pela virtude, ou pelo mérito.
Pelo visto o homem dos nossos tempos se considera proprietário da vida e a morte do ente, especialmente, quando se trata do ser onde seja capaz de existir o sentimento da paixão, pois o ciúme não deixa de ser a sobreposição da paixão, como a dor da perda daquilo que julga ser parte sua, ou então a disputa pela vingança, pois nada é justificável na relação da virtude e o mérito.
No caso Brasileiro a utilidade é evidente, e os Brasileiros devem tirar proveito de surto de confiança, e fazer agregar atributos ou predicados, que possibilite um desenvolvimento sustentável, dentro dos da medida da razão, com a distribuição de renda, mas educação, mas segurança, e menos hipocrisia da classe política.
O político Brasileiro precisa deixar de ser demagogo e populista, e os jovens déspotas, que aprendem a descartar do dicionário as desculpas para não ter de fazer o dever de casa, onde cada qual tem o entendimento, em detrimento da virtude e do mérito.
Na verdade, o afeto pela pátria, homens e mulheres, estampados na bandeira nacional, e no seu hino pode transformar a violência em graça, pois quando se ama, também se dá a vida pelo objeto amado, e o heroísmo valer a pena na conquista do bem comum
A necessidade dos tempos atuais leva os Países ricos a buscarem novas possibilidades, inclusive reconhecer aquilo que pode ser uma evidência, referindo-se ao mercado de alimentos, e da energia renovável.
A afeição pode fazer a diferença, pois a virtude faz o bom caráter.
Pense!
Às vezes a deselegância é gratuita, e pode levar a infelicidade.
A ACADEMIA CRICIUMESE DE FILOSOFIA – ACF pode ajudar a pensar.
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