É NECESSÁRIO COMPREENDERMOS QUE A SAGA OS MAGOS COM A ESTRELA NO CAMINHO, DERIVA DA OPRESSÃO E ESCRAVIDÃO NA BABILõNIA SOFRIDA POR DANIELA NA COVA DOS LEÕES, ESDRAS, E VISTA POR ISAIAS E EZEQUIEL, SUPRIMIDA PELO REI CIRO DA PÉRSIA, ÉPOCA DE ARISTÓTELES E PLATÃO, NA GRÉCIA, E DAÍ QUE ARISTÓTELES EXTRAIU A METAFÍSICA – O SER, COM BASE EM ÊXODO 3:14, E OS MAGOS DESCRITOS POR SÃO MATEUS 2:9-10-11, COMO SE VISLUMMBRA: “Observeem como funciona os desígnios do Pai eterno, cuando no lugar onde estava o menino Jesus. Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua Mãe. Prostranndo-se diante dele, o adoraram. Depois, abrinndo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: OURO, INCENSO E MIRRA.” VINICIUS DE MORAIS, NO SEU PEOEMA: COTIDIANO Nº 2: “QUANDO A CRIANÇADA CHEGA, CHEGO ACHAR HERODES NATURAL.”
É
NECESSÁRIO COMPREENDERMOS QUE A SAGA OS MAGOS COM A ESTRELA NO CAMINHO,
DERIVA DA OPRESSÃO E ESCRAVIDÃO NA BABILõNIA SOFRIDA POR DANIELA NA COVA DOS
LEÕES, ESDRAS, E VISTA POR ISAIAS E EZEQUIEL, SUPRIMIDA PELO REI CIRO DA
PÉRSIA, ÉPOCA DE ARISTÓTELES E PLATÃO, NA GRÉCIA, E DAÍ QUE ARISTÓTELES EXTRAIU
A METAFÍSICA – O SER, COM BASE EM ÊXODO 3:14, E OS MAGOS DESCRITOS POR SÃO MATEUS 2:9-10-11, COMO SE
VISLUMMBRA: “Observeem como funciona os desígnios do Pai eterno, cuando no lugar
onde estava o menino Jesus. Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua
Mãe. Prostranndo-se diante dele, o
adoraram. Depois, abrinndo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: OURO,
INCENSO E MIRRA.” VINICIUS DE MORAIS, NO
SEU PEOEMA: COTIDIANO Nº 2: “QUANDO A CRIANÇADA CHEGA, CHEGO ACHAR HERODES
NATURAL.”
Pois não é que
estamos no dia 6 de janeiro de 2.022, dia
que se celebra o dia de ofertar presentes, em homenagem aos Sábios vinda
de Média –Pèrsia, guiados pela estreal, e perguntaram a eles: “Onde está o rei
dos Jdeus que avaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos
adorá-lo.” São Mateus 2:2. Pois essa
notícia, Herodes, ficou perturbado e
toda Jerusalém com ele. São Mateus 2:3.
E convoca os principes dos sacerdotes e os escribas do
povo e indagou deles onde havia de nascer o Cristo. São Mateus 2:4.
Logo, disseram-lhe: “Em Belém, na Judeia, porque assim
foi escrito pelo profeta:
E tu, Belémm, terra de Judá, não és de modo allguam a
menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará
Israel, meu povo.” São Mateus 2:5-6.
Como ensina Santo Agostinho que: “De boa intenção o
inferno está cheio”, Herodes, chamou, secretamente, os magos e perguntou-lhes
sobre a época exata em que o astro (estrela) lhes tinha aparecido.
Com cinismo e hipocrisia, mentiroso como o diabo, pois o
que deseja de fato, e matar a criança, e, enviando-os à Belém, disse: “Ide e
informai-vos bem a respeito do mmennino. Quando tiverdes encontrado, comunicai-me,
para que eu também vá adorá-lo.” São Mateus 2:7-8.
Então, prestemos atenção na ação dos céus, relacionadas
com os sábios Magister do Oriente, ao perceberem e intuirem sobre à malvadeza
do menntiroso Herodes.
Pois tendo ouvido as palavras do rei, partiram. E, eis
que a estrela, que tinham visto no Oriente, os foi precedenndo até chehgar sobre o lugar onnde estava o menino e alí
parou.
Evidente, como sinal do Céu, e vindo do Pai e do Espírito
Santo – Uno, está sábia e reta, que: “A
aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria.”
Observeem como funciona os desígnios do Pai eterno,
cuando no lugar onde estava o menino Jesus.
Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua
Mãe. Prostranndo-se diante dele, o
adoraram.
Depois, abrinndo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes:
OURO, INCENSO E MIRRA. São Mateus 2:9-10-11.
A providência divina age, por meio da conrte Angélica, e
sempre há retribuição e aviso, tanto
quanto estiver em risco à vida e missão relacionado como verbo, São João
1:1-2-3-4-5-14, pois o Verbo – palavra viva -, é o Logos – a dialética que tudo
flui – Panta Rehi -, e que estar com ele é nascer o homem novo, e como ser
novo, cumpre-se em Lógiaca a premissa dialética de Heráclito de Éfeso, em: “No
ressusctiado, e prostrados ea dorados pelos Magos, com presentes de amor e
sabedoria, cresceram na justiça e santidade, porque não poderão se banahr duas vezes nas águas de graça e dom, em Belémm, da
alegria ter visto menino, Jesus Cristo, nos braços da mãe, eis a causa da boníssima ação dos Anjos a bem da
humanidade, quando:
“Avisados em sonho para tornarem a Herodes, voltaram para
sua terra por outro caminho.” São Mateus 2:12
No entanto, é quinta-feira depois da Epifania, e se lê em
1 João 4:19-20.5:3-4-5, que leciona sobre o amor, ao dizer:
“19 Mas amemos, porque Deus nos amou primeiro.
20 Se alguém disse: “Amo a Deus” mas odeia seu
irmão, é mentiroso. Porque aquele que
não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê.”
O que é atitude de servo de Deus, e como está posta, em 1
João 5:3-4-5, e reflita:
“3 Eis o amor de Deus: que guardemos seus mandamenntos. E
seus mandamentos não são penosos.
4 Porque todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta
é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.
5 Quem é o venncedor do mundo senão aquele que crê que
Jesus é o Filho de Deus?”
Evidente, que está em São Lucas 4:18-19-21-22, a
razoabilidade do nascimento do menino Jesus, e presença dos Magos em Belém,
quando disse para os que o ouviam:
“18 O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu;
e enviou-me para anunciar a Boa-Nova aos
pobres, para sarar os contritos de coração,
19 para anunciar os cativos a redenção, aos cegos a
restauração da vista, para pôr em liberdade
os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor.
21 Ele começou a dizer-lhes “Hojje se cumpriu es este
Oráculo que vós acabais de ouvir”.
22 Todos lhhe davam testemunho e se admiravam das
palavras de graça, que procediam da sua boca: “Não é este o filho de José?”
Aproveitemos o ensinamento úblicado pela CNBB, a seguir:
CONHEÇA A ORIGEM E TRADIÇÃO DO DIA DE “SANTOS REIS”

A
festa da Epifania do Senhor é marcada em algumas regiões do Brasil por uma
antiga celebração popular herdada da colonização e agora marcada pela riqueza
da miscigenação. O dia 6 de janeiro é a data dedicada no calendário brasileiro
aos Reis Magos, que visitaram Jesus no presépio após serem conduzidos pela
estrela.
Nesta
quinta-feira, Festa da Epifania, o Papa Francisco presidiu a celebração da
Santa Missa na Basílica de São Pedro. Na sua homilia disse que a viagem dos Magos para Belém
nos leva a interpelarmo-nos:
“O
que é que levou estes homens do Oriente a porem-se em viagem?” “Eram e sábios e
astrólogos – continuou – tinham fama e riqueza; de posse de uma tal segurança
cultural, social e econômica, podiam acomodar-se no que tinham e sabiam,
deixando-se estar tranquilos. Mas não; deixam-se inquietar por uma pergunta e
um sinal: “Onde está [Aquele] que nasceu?”.
Como
no caso dos Magos, Francisco também afirma que a nossa viagem da vida e o nosso
caminho da fé têm necessidade de desejo, de impulso interior”. E salienta que
precisamos disso como Igreja:
“Será
bom perguntar-nos: a que ponto estamos nós na viagem da fé? Não estaremos já há
bastante tempo bloqueados, estacionados numa religião convencional, exterior,
formal, que deixou de aquecer o coração e já não muda a vida?”. “Na nossa vida
e nas nossas sociedades, a crise da fé tem a ver também com o desaparecimento
do desejo de Deus”, recordou o Papa. “Tem a ver com a sonolência do espírito,
com o hábito de nos contentarmos em viver o dia a dia, sem nos interrogarmos
acerca daquilo que Deus quer de nós”.
Concluindo
o Papa disse: “Aqui, como os Magos, teremos a certeza de que, mesmo nas noites
mais escuras, brilha uma estrela. É a estrela de Jesus, que vem cuidar da nossa
frágil humanidade. Ponhamo-nos a caminho rumo a Ele”. “Como os Magos,
levantemos a cabeça, ouçamos o desejo do coração, sigamos a estrela que Deus
faz brilhar sobre nós. Como pesquisadores inquietos, permaneçamos abertos às
surpresas de Deus. Sonhemos, procuremos, adoremos”.
Folia de Reis
Junto
com a celebração litúrgica, as folias ou reisados enriquecem a comemoração do
nascimento de Jesus e a sua manifestação entre os povos.
Em artigo
publicado no portal da CNBB, o arcebispo de São Sebastião do Rio de
Janeiro (RJ), cardeal Orani João Tempesta, recordou a tradição de peregrinar no
tempo do Natal realizada pelos grupos de Companhia de Reis ou Folia de Reis,
cuja missão é anunciar de porta em porta o nascimento do Salvador.
“Os
foliões são para nós a imagem do discípulo missionário que marca a vida de uma
Igreja em saída, levando a todos sem distinção a grande mensagem: o Menino Deus
nasceu e veio trazer para sua família, sua casa a paz e as bênçãos para que
vivas feliz e colabore na missão de evangelizar”, escreveu o cardeal.
Também
conhecidos como “Santos Reis”, os magos do Oriente foram reconhecidos como
santos pelo sensu fidei (o senso dos fiéis), de acordo com o bispo emérito de
Bauru (SP), dom Caetano Ferrari, em artigo de 2018 publicado no portal da CNBB.
“Ainda hoje o povo católico os venera como santos e o dia de sua festa é dia
santo de guarda, o primeiro do calendário civil”, pontuou dom Caetano.
O
arcebispo de Montes Claros (MG), dom João Justino de Medeiros Silva, ressaltou em
2019 que a tradição da Folia de Reis tem forte apelo popular e
que o clima natalino se estende por dias entre os foliões que peregrinam,
cantam, rezam e dançam em torno do Deus Menino. “Recria-se o imaginário da
busca e do encontro do Rei Menino, da estrela-guia que conduz em meio às
dificuldades da travessia, do ardor de quem viu a luz e por ela se deixou
guiar”, recorda.
Essa
narrativa da busca dos Magos pelo Menino Deus conduz toda a dinâmica das
folias, as quais “revestem-se de grande beleza, com músicas, cantos, orações,
recitação dos Evangelhos, especialmente das passagens que relatam o nascimento
de Jesus, em Belém, desde o anúncio do anjo Gabriel, passando naturalmente pela
vinda dos Reis Magos, a fuga da sagrada família ao Egito e a sua volta do
exílio e a infância de Jesus”, resgata dom Caetano Ferrari.
“As
folias caminham de casa em casa, fazendas, vilas, bairros, convidando os fiéis
a descobrirem a estrela da graça que leva a Deus como o fizeram os Reis do
Oriente. Os foliões vão vestidos com roupas coloridas, personificando figuras
bíblicas. Há os palhaços que distraem os carrancudos soldados de Herodes, para
facilitar a fuga da Sagrada Família ao Egito”, enumerou.
“Há
os que carregam a bandeira do Divino e a dos santos Reis, há os cantadores, os
instrumentistas, os leitores e os recitadores de versos. As famílias, com
alegria e emoção, recebem à porta da casa ou no quintal os foliões; oferecem
alguma coisa de comer, como café e bolo de fubá, e fazem a sua oferta de uma
prenda como um frango, um leitão. Estas prendas serão preparadas e servidas no
final da peregrinação da Folia a todos os que a receberam pelo caminho durante
a jornada de fé e oração”, partilhou dom Caetano Ferrari.
Bem imaterial
As
Folias de Reis são consideradas Bens
culturais imateriais da Igreja de acordo com o professor da
PUC/Minas e dourando em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável, Dener
Chaves. A classificação diz respeito ao modo de fazer, de festejar, de
preparar, de cantar que são particulares a um determinado grupo ou região.
“Esses
bens culturais fazem parte da nossa história, são formas de melhor compreender
nossa identidade, são parte da nossa cultura preservada pelos fiéis e membros
da Igreja, muitas obras, que mesmo sendo únicas, apontam para as
especificidades de um período histórico e nos auxiliam para melhor
compreendê-lo ou admirá-lo”, destaca Dener.
Dom
Leomar Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS), sublinhou, em 2018, que
este patrimônio imaterial da cultura brasileira é resultado da influência
portuguesa e cristã, “e traduz importantes dimensões que estão no imaginário da
fé e da cultura das pessoas”.
Em
seu artigo, dom Leomar apontou algumas características das folias, que ainda
recebem o nome de “Terno de Reis”.
“O grupo da folia de
reis é formado pelo mestre ou embaixador, o contramestre, os três reis magos,
os palhaços, os alfeires e os foliões. Além disso, ocorrem desfiles pelas ruas
dos grupos dedicados ao festejo. Eles usam fantasias coloridas, tocam músicas típicas
com diversos instrumentos (violas, reco-reco, tambores, acordeões, sanfonas,
pandeiros, gaitas, etc.) e dançam”, enumerou.
As
Folias contam com diversas barracas com comidas, bebidas, jogos e lembranças
que enchem as cidades com a tradição. Dom Leomar pondera que a comemoração
segue tradições e particularidade de cada região do país. As comidas
típicas, músicas, brincadeiras e danças variam de acordo com o local que
ocorrem.
No Brasil, a festa é celebrada em diversas
regiões, sendo mais presente, segundo dom Leomar, no Rio de Janeiro, em São
Paulo, na Bahia, em Minas Gerais, também, nos demais Estados, e comunidades,
que se cultiva à homenagem e a fé nos Santos Reis.
Os
interessados poderão ser inscrever até o dia 8 de fevereiro, enviando sua
proposta autoral de cartaz, que deverá levar em conta o tema e lema do evento
de 2022. A divulgação da proposta selecionada está previsto para acontecer no
dia 23 de fevereiro
Liberdade
religiosa é o tema da intenção de oração do Papa para o mês de janeiro
No
vídeo divulgado pela Rede Mundial de Oração do Papa, Francisco convida:
“Rezemos para que as pessoas que sofrem discriminação e perseguição religiosa
encontrem nas sociedades em que vivem o reconhecimento e a dignidade que nasce
de ser irmãos e irmãs”
Conheça a
origem e tradição do Dia de “Santos Reis”
O
dia 6 de janeiro é a data dedicada no calendário brasileiro aos Reis Magos, que
visitaram Jesus no presépio após serem conduzidos pela estrela. Junto com a
celebração litúrgica, as folias ou reisados enriquecem a comemoração do
nascimento de Jesus e a sua manifestação entre os povos
Trata-se
de um projeto desenvolvido pela Pastoral da Criança Internacional neste período
do ano para despertar o espírito missionário das crianças, adolescentes e
jovens ainda na Iniciação à Vida Cristã (IVC). O projeto arrecada recursos para
as crianças de outros países (Guiné-Bisseau, Haiti e Moçambique)
Edições CNBB
oferece versão reformada do livro com as sanções penais da Igreja.
Em
vigor desde o dia 8 de dezembro, as normas contidas na Constituição Apostólica
“Pascite Gregem Dei”, do Papa Francisco, reformam o Livro VI do Código de
Direito Canônico, que trata das sanções penais na Igreja. De acordo com a Santa
Sé, a esperança é que o documento “se torne instrumento para o bem das almas e
que as prescrições sejam aplicadas pelos Pastores, quando necessário, com
justiça e misericórdia”
Fonte:
CNBB
Logo,
como estamos em celebração da festa de Santos Reis, sábios, bons e dignos, que
saem do Oriente para mostrar à humanidade à realiza do menino Jesus, objeto, de
graça à todos, mas, Herodes, e autor da chacina de crianças com idade inferior
a dois anos, na região de Belém – Judá.
Pois
roguemos aos Santos Reis, em sua sabedoria, intercedam para abolir a violência contra
crianças, às mulheres, idosos e portadores de alguma forma de limitação pela
Deficiência, com a intercessão da Santa
Mãe de Deus, e atualmente, que o Sagrado Coração de Jesus, tenha piedade e
compaixão de nós, pela sua generosa misericórdia;
Igalmente,
roguemos à Santa Mãe de Deus, que interceda para extinguir à cultura do
cinismo, hipocrisia, inveja, e do furto, extorsão, e injúria racial paraticada
diariamente, como cultura maledicente, relacionada com poder e dinheiro. Nossa
Senhora da Conceição Aparecida, e os santos Reis rogai por nós. Amém!
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