52. A VERDADE QUE LIBERTA E DÁ-NOS À VIDA
ETERNA.
Evidente, que é necessário à cada dia
atravessar à estrada, caminho com
obstáceulos e ciladas postas pelo inimigo que assedia, e o espírito maligno com armadilhas e ciladas, para cairmos em tentação, porque o espirito está pronto e
apto, mas à carne é fraca, então, por meio da vigilância e oração e penitência,
obtida pela práxis – transforamção pela conversão de procedimentos ímpios em
bons e dignos (Mateus 26:38-41).
Por isto, jstifica-se a razoabilidade do
Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 16:29-33, da Liturgia deste dia,
30/05/2922, que se reflete e medita, com a devida atenção, a
seguir:
“28.
Saí do Pai e vim ao mundo. Agora deixo o mundo e volto para junto do Pai.
29. Disseram-lhe os seus discípulos: Eis que agora falas
claramente e a tua linguagem já não é figurada e obscura.
30. Agora sabemos que conheces todas as coisas e que não
necessitas que alguém te pergunte. Por isso, cremos que saíste de Deus.
31. Jesus replicou-lhes: Credes agora!...
32. Eis que vem a hora, e ela já
veio, em que sereis espalhados, cada um para o seu lado, e me deixareis
sozinho. Mas não estou só, porque o Pai está comigo.
33. Referi-vos essas coisas para que tenhais a paz em mim.
No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo” (São João
16:29-33).
Ora, à
graça e o dom da inteligência e sabedoria são doados pela generosidade do
Espírito criador, que dá a seu Filho Único em carne humana conhecimento do Pai
eterno, por afinidade e apreço mútuo, ambos se conhecem, por isso, à
razoabilidade de que: “Eu conheço a vontade do Pai que me enviou, e ele me
conhece”, eis a veracidade da acertiva que está em João 16:28: ““28. Saí do Pai e vim ao mundo. Agora
deixo o mundo e volto para junto do Pai.” Então, signfica corretamente, “vim ao
mundo. Agora deixo o mundo e volto para junto do Pai”, pois está aí à Unidade
pura, e verdadeira, do Pai e o Filho,
originado pelo sim, inefável e obediente, outorgado pela Mãe, Maria,em Nazaré
(Lucas 1:28-38), em fonte, e causa da
efetiva, realização.
Em verdade, como estão os fatos e a realidade
no presente caso, já que o pecado da calúnia, difamação, injúria racial eram
todas constatadas, fartamente, especialmente, os atques do escribas e fariseus,
conhecidos notóriamente por murmuradores – os ímpios – (1Corintios 10:10),
então, à angustia, o tédio em relação ao que poderia dizer claramente aos
discípulos são públicos e notórios, já que, à utilização da figura de
linguagem, como Metáfora, percebe não existir mais à necessidade, em face de
crerem nele e na sua palavra, por isso, justifica-se o argumento extraido de
João 16:29-30-31-32, no entanto, por
fim, enxerga o bem querer, e deixa-lhe sua paz, e consolidada à confiança
recíproca, dentro do exposto em joão 16:33, como se vê: “33. Referi-vos essas coisas para que
tenhais a paz em mim. No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o
mundo.”
Logo eis a questão, pois “se penso, então, eu
sou”, à nova inter´retação do fundador do racionalismo Descartes. E significa,
que, aos discípulos são dotados de boa vontade, e receberão o conhecimento
universal e difuso por meio do Paráclito, mesmo com aflição proporcionada pelo
mundo, possuem a paz no coração, e comprometidos com o projeto de salvação e
libertação, anunciado e promulgado por Nosso Senhor Senhor Jesus Cristo,
relacionada com o conteúdo doutrinário, que
estarão todos na condição de: “Pescadores de Homens” à senda do reino,
necessário e objetivo.
Eis como acontece à ação Cristológica, em humanidade aplicada ao conhecimento, e
realidade que cada qual está exposo, evidente pela regra, originalamente
contida no “Corpo Físico”, como descreve Annie Besant, em sua obra A SABEDORIA
ANTIGA, como está exposto:
“Acabamos de ver a Fonte da qual umm Universo
procede é um Ser Divino manifestado, a quem a Sabedoria Antiga, em sua forma
moderna, atribui o nome de Logos ou Palavra. Esse nome foi extraido da
filosofia grega, mas expressa perfeitamente a idéia antiga, a Palavra que surge
do Silêncio, a Voz, o Som, pela quais os munddos vêm à existência. Devemos
agora traçar a evolução do
espírito-matéria, a fim de que possamos entender algo da natureza dos
materiais com os quais temos de lidar no mundo físico ou plano físico. Pois é
nas potencialidades envolvidas no espírito-matéria do munndo físico que jaz a
possibilidade de evolução. O processo todo é de um desabrochar, que parte do
interior e que é ajudado por seres inteligentes dos exterior, que podem retardar ou acelerar a evolução,
mas que não podem transcender as capacidades inerentes aos materiais. É
portanto necessário que façamos uma
idéia dessa etapas primordiais do “vir à existência” do universo, embora
qualquer tentativa de elucidação detalhada nos levaria muito além dos limites
de um Tratado elementar como esse. Um esboço rápido deve ser suficiente.
Saindo da existência das profundezas da
Existência Uma. Do Uno além de todo pensamento e todo discurso, um Logos,
impondo um limite a Si mesmo, circunscrevendo voluntariamente o âmbito de seu
Ser, torna-se o Deus manifestado, e traçando a esféra limitatica de sua
atividade. Ele delimita a área de Seu Universo. No interior daquela esfera o
Universo nasce, evolui e morre; n’Ele o universo vive, se move e tem o seu Ser,
sua matéria é a emanação Dele; Suas forças e energias são correntes de Sua
Vida; Ele é imanente em cada átomo, tudo
permeia, a tudo desenvolve; Ele é a sua fonte e o seu fim, a sua causa e o seu
objeto, o seu centro e circunferência, e o Universo tem n’Ele a sua fundação
segura. N’Ele respira com seu
espaço-ambiente; Ele está em todas as coisas, e todas as coisas estão n’Ele.
Assim nos ensinaram so guardiães da Sanedoria Antiga sobre a origem dos mundos
manifestados.
O espírito e a matéria fenomenais de um de um
universo qualquer são finitos em extensão transitórios em duração, mas as
raizes do espírito e da matéria são eternas. Um profundo escritor disse que a
raiz da matéria é percebida pelo Logos como um Véu cobrindo à existência Uma, o
Supremo Brahman – para usar a denominação antiga.
É desse “Véu” que se reveste o Logos para
efeito de manifestação, servindo-se dele para o limite auto-imposto, o que
torna possível a atividade. É daí que
Ele elabora a matéria de seu Universo, sendo Ele próprio a sua vida animadora,
diretora e controladora.
O termo “espírito-matéria” é empregado
propositadamente. Implica no fato de que não existe matéria morta; toda matéria
é viva, as partículas mais infinetesimais são vidas. A ciência diz a verdade quando
afirma: “Não há força sem matéria, nem matéria sem força”. Estão unidas por um
casamento indissoluvel através das eras de vida de um universo, e nada lhes
pode separar. A matéria é forma, e não há forma que não expresse uma vida; o
espírito é vida, e não há vida que não seja limitada por uma forma. Até mesmo o
Logos, o Senhor Supremo,, tem o Universo como sua forma enquanto durar a
manifestação, e assim até o átomo.” Cf. Besant, Annie, A Sabedoria Antiga, pp.
15.16.17.18, 2ª ed. Brasília, Editora Teosófica 2.013.
Em razão, da
base do pensamento é o Logos, então, eis o significado etimológico
enunciado:
“Logos (Gr.) – A Divindade manifestada em
cada nação e povo; a expressão exterior
ou o efeito da Causa que permanece sempre oculta ou não manifestada.
Assimm, a linguagem é o Logos do pensamento; por isso se traduz corretamente
com os termos “Verbo” e “palavra”, em seu sentido Metafísico. {Saido das
profundezas da Existência Uma, da inconcebível e inefável Um, um Logos,
impondo-se limite, circunscrevendo voluntariamente a extensão de seu próprio Ser, torna-se o Deus
manifestado e, ao traçar os limites de sua esfera de ação, determina também a
área de seu Universo. Dentro de tal esfera nasce, evolui e morre este Universo, que no Logos
vive, move-se e tem seu Ser. A matéria do Universo é emanação do Logos e suas
forças e energia são as correntes de sua viada. O Logos é imanente em cada
átomo, é onipenetrante, tudo sustenta, e tudo o desenvolve. É o princípio (ou
origem) e o fim do Universo, sua Causa e objeto, seu centro e circunferência...
Está em todas as coisas e todas estão nele. O Logos solta-se de Si mesmo, manifestando-se em sua
forma tríplice: O Primeiro Logos raiz ou origem do ser, dele procede o segundo
Logos, manifestando os dois aspectos de vida e forma, a primitiva dualidade,
que constitui os dois pólos da natureza, entre os quais se há de tecer a trama
do Universo: Vida-forma, Espírito-matéria, positivo-negativo,ativo-passivo,
pai-mãe dos mundos; por último, o Terceiro Logos, a Mente Universal, na qual existe o arquétipo de todas as coisas,
fonte dos Seres, manacial ds energias formadoras, arca onde se encontram
armazenadas todas as formas originais,
que hão de manifestar e aperfeiçioar
nas classes inferiores da
matéria, durante a evolução do Universo.
(A. Besant, A Sabedoria Antiga) Em outros termos: do absoluto, ou seja, do Porobrahaman, a Realidade Única, Sat, que é por sua vez o absoluto Ser e Não-Ser, procede: 1º) O primeiro Lofos, é o Logos impessoal e
não manifestado, procursor do manifestado. Esta é a “Causa Primeira”, o “inconsciente” dos
panteistas europeus; 2º) O segundo Logos: Espírito-matéria, o “espírito do
Universo”, o Purucha e Prakrit; 3º) o Terceiro Logos, Ideação Cósmica, o Mahat
ou Inteligência, a Alma Universal do mundo, o Nûmeno Cósmico da Matéria, a base
das operações inteligentes em e da Natureza também chamada de Mahâ-Budhi.
(Doutrina Secreta I, 415) pp.
323.324.
“Logos Planetário -
Cada mundo ou planeta tem seu próprio Logos, que o rege e faz evoluir. Esse
Logos que chamaremos “planetário”, extrai da matéria do Sistema solar, emanada
do mesmo Logos cenntral, os toscos materiais de que necessita, e os elabora mediante suas próprias energias
vitais, especializando assim cada Logos Planetário a matéria de seu reino,
procedente de um depósito comum (Annie Besant, A Sabedoria Antiga, 415).” Vide
pp. 323.324.
“Sete Rodas, As – Os sete globos de nossa
Cadeia planetária.” Vide p. 632.
“Satya-loka (Sânsc.) – O mundo da sabedoria e pureza infinitas; a
mansão celeestial de Brahmâ e dos deuses. {A mansão da verdade, uma das esferas
subjetivas do Sistema Solar. (Cinco Anos de Teosofia) O sétimo céu. (ver
Lokas.)}.” Vide p. 620.
53. O DIA DA VISITA DE MARIA À ISABEL, DEPOIS
DE TER SIDO NOTICIADA O NASCIMENTO DE JOÃO BATISTA PELO ANJO (LUCAS
1:36-39-40-41-42):
Pela sua evidência, o étimo a seguir
conhecido pela humanidade na Antiguidade antes de Cristo, significa grande
“inteligência”, citado no étimo evolução, pelo fato de relacionar-se às
notáveis Almas existentes na humanidade, com a definição vibrante de Platão, A
República, Livro III, pp. 109.110, §415 a-e, em que se refere aos homens e
mulheres nascidos (gerados por pais), já como Alma de Ouro. Logo é conceito e
definição de Filosofia, que, em plenitde
deve ser aplicada à Maria -, que aceita estar como Mãe do Filho único do Pai, e
tais predicados são percebidos no Magnificat, que se encontra em Lucas 1:46-55,
então, o Mahat pronunciado na
antiguidade está dentro da unidade do Plano de Deus, desencadeado pelo Sim de
Maria (Lucas 1:38), a bem geral e comum da humanidade, como se vislumbra a
seguir:
“Mahat ou Mahant (sânsc.) – Literalmente “O
Grande”. Primeiro princípio de consciência universal {ou cósmicas}. Na
Filosofia purânica é o primeiro princípio da Natureza radical ou Prodhôna (isto
é Milaprakrit); o produtor do Manas (princípio pensante) e do Ahpkâra (egoismo
ou sentimento do “eu sou eu” (no Manas inferior).{Mahat é o neome que por antonomásia, dá-se ao Budhi ou Mahabudhiti,
intelecto ou princípio intelectual. Significa também grande, vasto, abundante,
numeroso, considerável, poderoso, eminente, ilustre etc.}” Cf. BLAVATSKY,
HELENA P. Glossário Teosófico, pp. 323.324.343.620.632,
publicação da 1ª edição em Inglês em
1.892, publicação no Brasil em Português, Editora Ground Ltda, 2.011 (1ª edição
em Português em 1.908).
eza, é
terça-feira, 31 de maio de 2.022, dia da Visitação de Nossa Senhora, cuja
Liturgia no apresenta como 1ª Leitura
extraida do Livro da Profecia de Sofonias 3:14-18, Isaias 12:2-8, e com louvor se proclama o Evangelho da visitação de Maria
à sua prima Isabel, que o Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 1:39-56,
que se reflete e medita, cujo objeto está
no exemplo maternal da sempre Virgem Maria, com digna lição:
“38 Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se
em mim segundo a tua palavra. E o anjo afastou-se dela.
39. Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas,
a uma cidade de Judá.
40. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.
41. Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança
estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
42. E exclamou em alta voz:
Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.
43. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu
Senhor?
44. Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus
ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio.
45. Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir
as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!
46. E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,
47. meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,
48. porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde
agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,
49. porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso
e cujo nome é Santo.
50. Sua misericórdia se estende, de geração em geração,
sobre os que o temem.
51. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os
corações dos soberbos.
52. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.
53. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias
os ricos.
54. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua
misericórdia,
55. conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e
sua posteridade, para sempre.
56. Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois
voltou para casa” (São Luca 1:39-56).
Com certeza, à visitação de Maria realizada à sua prima
Isabel, dá à nossa espiritualidade evoluida sentido de existência, e convicção
formada na filosofia exposta, inicialmente, pela Patrística, certeza e apoio
sólido ao alicerce como estrutura
fundamental ao “Amor exigente”,
justificados pela fé, conhecimento, e a prática da boa ação, sustentado pelo
exemplo, humildade, solidariedade, conhecimento em
predicados, pela notícia tudoa pelo Anjo
(Lucas 1:36), de que Isabel estáava grávida do filho, João Batista, e,
prontamente, levanta-se cedo e atravessa às montanhas da Judéia (Lucas 1:39), e
chega à casa de Isabel e Zacarias, e Isabel ao percebê-la, à criança se mexe em
seu ventre, e como reverência à Mãe do seu Senhor, exclama em em alta voz: “42
E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do
teu ventre.”
Em sua visita à Isabel, seu instante de sintonia de
coração e mente como o Pai eterno, está no seu belo e digno Magnificat, recitado
sempre como prece pelos seus devotos, porque em sua précel disse aquilo que
todos seus devotos, enchem de graça e amor seu coração, pelo que disse em sua
humilde prece ao Senhor\\:
“Eis como o coração fica leve, e percebam o encnto e
alegria que transmite à humanidade, Com a emanação da vibração de luz, nascida com retidão, pela
Mãe digna, honrada, e singular, é Els,
que toca o coração humano, oprimido, acalantado pelo afeto da auxiliadora, como
advogada terna da humanidade, o à transforma em rainha do céu e da terra, que conduz-nos a ligação de gratidão, em
favor daqueles que acreditam, como está
na proclamação do Evengelho de São Lucas 1:39-56, a seguir:
“46.E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,
47. meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,
48. porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde
agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,
49. porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso
e cujo nome é Santo.
50. Sua misericórdia se estende, de geração em geração,
sobre os que o temem.
51. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os
corações dos soberbos.
52. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.
53. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias
os ricos.
54. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua
misericórdia,
55. conforme
prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre”
(Magnificat – São Lucas 1:46-55).
Aqui,
se mostra a visão do Santo Padre Francisco, relacionado com sua oração do Santo
Rosário, no dia 31 de Maio contra a violência da Guerra na Basílica de Santa
Maria Maior, veiculada pela Vatican Newa, como se pública, neste dia:
“ãe de
Deus, Mãe do mundo: o “retrato” de Maria segundo o Papa Francisco
Antídoto
ao individualismo, fonte de vida, esperança e verdadeira alegria: em oito anos
de seu pontificado, Francisco desenhou um verdadeiro “retrato” da Virgem Maria,
indicando-a como um modelo a ser seguido pelas mulheres de hoje.
Isabella
Piro – Vatican News
Alguém
as definiu como “equilibristas”: são as mães italianas com filhos menores,
sempre divididas, tentando equilibrar a família e o trabalho. De acordo com o
último relatório da Save the children, publicado em maio deste ano, existem na
Itália pouco mais de 6 milhões de mulheres que se encontram nessa situação. Em
2020, ano que a pandemia da Covid-19 explodiu, muitas dessas mães foram
penalizadas pelo mercado de trabalho. Um dos principais motivos, foi a carga de
trabalho doméstico e de cuidados que elas tiveram que suportar durante os
períodos em que creches e escolas estavam fechadas. De 249 mil mulheres que
perderam seus empregos em 2020, observa o estudo, 96 mil são mães com filhos
menores de idade. Entre elas, 4 de cada 5 mulheres, têm filhos com menos de 5
anos. Além disso, as mulheres italianas se tornam mães pela primeira vez,
sempre mais velhas (32,2 anos), em comparação com a média de idade na União
Europeia (29,4 anos). Outra dificuldade enfrentada pelas mães de todo o mundo,
destaca a Organização internacional do Trabalho (OIT), é que apenas 45% das
mães com recém-nascidos recebem um subsídio de maternidade.
Maria
Nossa Mãe
A
pergunta que fica: o que fazer para melhorar essa situação? Além das mudanças
radicais necessárias no mercado de trabalho, no sustendo da família e na
promoção do papel da mulher na sociedade, os cristãos e todas as pessoas de boa
vontade têm um recurso adicional: podem recorrer a Maria, Mãe de Deus. Ela
representa o modelo de mulher e mãe por excelência. Suas características foram
bem definidas pelo Papa Francisco em oito anos de pontificado. Ao reler as
homilias proferidas por ele entre 2014 e 2021, na solenidade de Maria
Santíssima Mãe de Deus, que cai no dia 1º de janeiro, emerge um verdadeiro
“retrato” da Santíssima Virgem, do qual as mulheres de hoje podem se inspirar.
“Fonte de esperança e de verdadeira alegria”, Maria não é só Mãe de Deus, mas
também “nossa Mãe”. Maria é Aquela que “nos procede e nos confirma
continuamente na fé, na vocação e na missão – disse Francisco em 2014 – com seu
exemplo de humildade e disponibilidade à vontade de Deus. Ajuda-nos a traduzir
nossa fé em um anúncio alegre e sem fronteiras do Evangelho. Assim a nossa missão
será fecunda, porque se baseia na maternidade de Maria”.
Jesus
não pode ser compreendido sem sua Mãe
Além
disso, a “relação muito próxima” de Maria com Jesus é central, pois é algo
natural “entre a criança e sua mãe”. “O corpo de Cristo – sublinhou o Papa em
2015 – foi tecido no seio de Maria”, criando efetivamente uma
“inseparabilidade”. Isto quer dizer que Maria “está unida a Jesus porque teve o
conhecimento do coração dele, o conhecimento da fé, alimentada pela sua
experiência materna e pelo vínculo íntimo com seu Filho. É por isso que Jesus
não pode ser compreendido sem sua Mãe”, afirmou Francisco.
Com
Maria aprende-se o significado dos acontecimentos
Aquela que “acreditou na palavra do Anjo”
representa o cumprimento de “uma antiga promessa” e a concretização da
“plenitude dos tempos”. Nesse sentido – explicou o Pontífice em 2016 – Maria se
apresenta a nós como “um vaso sempre cheio da memória de Jesus, sede de
sabedoria, do qual se pode ‘retirar’ para ter uma interpretação coerente do seu
ensinamento”. Na prática, disse Francisco, Nossa Senhora nos permite “captar o
significado dos acontecimentos que nos afetam pessoalmente, nossas famílias,
nossos países e o mundo inteiro”, graças à “força da fé que traz a graça do
Evangelho de Cristo”.
Antídoto
contra o individualismo e o egoísmo
Mas há
um aspecto, em particular, graças ao qual Maria pode ser um ponto de referência
para todas as mulheres de hoje. Foi isto que o Papa recordou em 2017. “Ser
antídoto mais forte para nossas tendências individualistas e egoístas. Contra
nossos fechamentos e apatia”, afirmou Francisco. “Uma sociedade sem mães seria
não apenas uma sociedade fria – disse o Papa há 4 anos – mas uma sociedade que
perdeu seu coração, que perdeu seu ‘sabor de família’. Uma sociedade sem mães seria
uma sociedade sem misericórdia, que cedeu apenas ao cálculo e à especulação.
Porque as mães, mesmo nos piores momentos, sabem dar testemunho da ternura, da
dedicação incondicional, da força da esperança”.
Proteção
da “orfandade espiritual”
As
mães sofredoras, as que têm seus filhos presos, hospitalizados ou subjugados
pela escravidão das drogas, as que vivem em campos de refugiados ou no meio da
guerra – disse o Santo Padre em 2017 – têm muito a ensinar porque “não se
rendem e continuam a lutar para dar o melhor aos seus filhos”. Muitas vezes, o
“melhor”, significa literalmente a vida. “Onde há mãe, há unidade, há pertença
dos filhos”, reiterou o Papa. Francisco aponta para Maria que nos protege da
“corrosiva enfermidade da ‘orfandade espiritual’, aquela que encontra espaço no
coração narcisista daqueles que só sabem olhar para si e para os seus próprios
interesses”.
Um
mundo sem olhar materno é míope
Por
isso, a devoção à Mãe de Deus “não é etiqueta espiritual, mas uma exigência da
vida cristã”, acrescentou Francisco em 2018. Olhando de fato para Maria, “somos
encorajados a deixar tantos pesos inúteis e a redescobrir o que importa: [...]
a mãe é a assinatura de Deus na humanidade”. O seu “olhar maternal” – explicou
o Pontífice em 2019 – “infunde confiança, ajuda a crescer na fé” e “lembra-te
que a ternura é essencial para a fé, pois afasta a mornidão”. “Olhar da Mãe,
olhar das mães. Um mundo que olha para o futuro, privado de olhar materno, é
míope. Aumentará talvez os lucros, mas jamais será
capaz de ver, nos homens, filhos. Haverá
ganhos, mas não serão para todos. Habitaremos na mesma casa, mas não como
irmãos. A família humana fundamenta-se nas mães. Um mundo, onde a ternura
materna acaba desclassificada a mero sentimento, poderá ser rico de coisas, mas
não rico de amanhã”, disse o Papa.
A Mãe
não é um ‘opcional’
Além
do olhar, o abraço de Maria também é essencial, fundamento contra “a vida
fragmentada de hoje, onde nos arriscamos a perder o fio à meada”. Conectado,
mas desunido, de fato – disse Francisco, o mundo precisa se entregar à Mãe que
é “remédio para a solidão e a desagregação. É a Mãe da consolação, a Mãe que
consola: está com quem se sente só” e o “pega pela mão, apresenta-o com amor à
vida”. Deus – sublinhou o Pontífice – “não negou a Mãe, tanto que necessitamos
dela”. Isso significa que, “Nossa Senhora não é opcional: deve ser acolhida na
vida. É a Rainha da paz, que vence o mal e guia pelos caminhos do bem, repõe a
unidade entre os filhos, educa para a compaixão”.
A
violência contra a mulher é uma profanação de Deus
Outra
característica de Maria, lembrada pelo Papa em 2020, é a capacidade de “guardar
as coisas no coração”, isto é, cuidar “levar a vida ao coração”. E esta é uma
atitude “própria das mulheres”, disse Francisco, porque “a mulher mostra que o
sentido da vida não é produzir coisas em continuação, mas tomar a peito as
coisas que existem. Só vê bem quem olha com o coração, porque sabe «ver
dentro»: a pessoa independentemente dos seus erros, o irmão independentemente
das suas fragilidades, a esperança nas dificuldades; vê Deus em tudo”. A partir
desse princípio, o apelo do Pontífice pela proteção das mulheres: elas são
“fonte de vida”, mas, “são continuamente ofendidas, espancadas, violentadas,
induzidas a prostituir-se e a suprimir a vida que trazem no seio”. “Toda a
violência infligida à mulher é profanação de Deus, nascido de uma mulher –
disse o Papa no ano passado. A salvação chegou à humanidade, a partir do corpo
de uma mulher: pelo modo como tratamos o corpo da mulher, vê-se o nosso nível
de humanidade”.
Não
humilhar a maternidade
Forte,
portanto, a advertência de Francisco contra a exploração do corpo feminino “nos
altares profanos da publicidade, do lucro, da pornografia”. Deve ser “libertado
do consumismo, deve ser respeitado e honrado; é a carne mais nobre do mundo:
concebeu e deu à luz o Amor que nos salvou!”. O Papa fez um apelo contra a
humilhação da maternidade, tão frequente hoje, e pelo fato que “o único
crescimento que interessa é o econômico. Há mães que, na busca desesperada de
dar um futuro melhor ao fruto do seu seio, se arriscam em viagens impraticáveis
e acabam julgadas como número excedente por pessoas que têm a barriga cheia,
mas de coisas, e o coração vazio de amor”.
Maria
traz Deus no tempo
Por
fim, em janeiro deste ano, o Papa destacou mais um traço de Maria, tão
importante para a época contemporânea: a capacidade de “levar Deus ao longo do
tempo”. “O tempo é a riqueza que todos temos – sublinhou Francisco – mas somos
ciumentos a seu respeito porque queremos usá-la só para nós”. Esta é, portanto,
a “graça” que Nossa Senhora pode nos ajudar a pedir para o novo ano: “encontrar
tempo para Deus e para o próximo: para quem está só, para quem sofre, para quem
precisa de escuta e atenção. Se encontrarmos tempo para doar, acabaremos
maravilhados e felizes, como os pastores”.
54.1.COMO
EM PERÍODO DE TRAGÉDIA E DOR O ROSÁRIO DE MARIA, ESTÁ COMO A MAIS SALUTAR
ORAÇÃO E VIGILÂNCIA. O ROSÁRIO MERECE TODA REVERÊNCIA.
O
santo Rosário é prece antiga dentro do Cristianismo, pelo fato de se tratar de
oração meditativa e contemplativa, e meritória, poe ele se alcançar inúmeras
graças pela intercessão da Santíssima Mãe
de Deus e nossa.
O
Rosário é dividido em quatro parte, cada
uma com cinco mistérios. Enquanto medita sobre os Mistérios, recitar\; Pai, e
as Aves Narias, e Glória ao Pai, para cada mistério.
53.2.
Então para suplicarmos sua intercessão contra os inimigos, e os perigos, e
defender-nos da ação do espírito maligno, e às ciladas do diabo e do demônio, e
que nos proteja contra o todo o mal, e que rogai por nós para que dê proteção
aos idosos, às mulhres, e toda pessoa vitimada de Deficiência, igualmente,
proteja os professores, e com isto, recitaremos a oração que Nossa Swenhora,
transmitiu aos Pastorzinhos na Cova da Iria, em Fátima, em 1.917, como está:
“Ó meu
Jesus,
Perdoai-nos os nossos pecados,
Livrai-nos
do fogo do inferno,
Levai
as almas todas para o céu,
Especialmente
aqueles que saõ mais necessitados de tua misericórdia.
Ó
Maria concebida sem pecado original,
Rogai por
nós, que recorremos a vós! (orece recitada à Nossa Senhora das Graças) E, nossa Senhora
da Conceição Aparecida, rogai por nós. Amém!
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