MAS, O QUE SIGNIFICA O OLHA E O OLHAR, EIS ÀS
CONSIDERAÇÕES FINAIS:
44. Olhar de
piedade, compaixão, com justificação pela fé e obra nos conduz como
efeito o primado no reino de justiça e
santidade, conquistado pelo amor e sabedoria dedicado ao bem comum e ao
próximo:
Desde à antiguidade anterior a Cristo, à expressão
da verdade interior estava focada em:
“Mala (sânsc.) –
Impureza, sujeira, mancha, pó, mácula. (vide p. 347)
Maná (Alq.)
– Mercírio de filósofos, chamada também de Maná Divino, pois dizem que o
segredo de sua extração é um dom divino, como a própria matéria deste mercúrio.
(vide p. 347).
Maia – Mãe de Mercúrio (Budha, Thot, Hermes), Maia,
wntre os gregos veio a signficar “mãe” e deus seu nome ao mês de mzio, que era
consagrada a todas as deusas, antes de ser consgrado à Maria. (ver Maya, Mâyâ e
Maria.) (vide p. 346)
Dharma (sânsc.) – A lei sagrada, o cânone Búdico,
(“O dharma é a natureza interna, caracterizada em cada homem pelo grau de
desenvolvimento adquirido e, além disso, a lei que determina o desenvolvimento no período evolutivo que vem
a seguir. Esta natureza interna, posta pelo nascimento físico num meio favorável para seu desenvolvimento, é o que
media a vida exterior, que se expressa
através de pensamentos, palavras e ações. Primeiro é preciso compreender bem
que o Dharma não é uma coisa exterior, como a lei, a vrtude, a religião ou a
justiça; é a lei da vida que se desdobra
e media à sua própria imagem tudo aquilo que é exterior a mesma. (A. Besant, O
Dharma) A esta palavra, pois, foram dados inúmer
os significados, tais como: Lei, religião, justiça,
dever, piedade, virtude, mérto, condição, atributo, qualidade, ou propriedade
essencial; doutrina, credo, cóidgo, direito, conhecimento, sabedoria, verdade;
prática, costume, bem, obra piedosa etc. Dharma é também um dos nomes de Yamma,
deus da Justiça.] vide p. 142
Avidyã
(sânsc.) – O oposto de Vadyâ (conhecimento, ignorância originada e produzida pela ilusão dos sentidos ou
Viporyaya (erro de Judas, falso conceito).
– [ignorância, falso conhecimento, falta de conhecimento. Um dos cinco Klezas,
um dos dons nidhanas dos Budistas].” Cf. BLAVATSKY, HELENA P, Glossário
Teosófico, pp. 66.142.346.347, Editora Ground Ltda – 2.011.
44.1. Não
há dúvida - , que o olhar está posto
como meio e sinal das virtudes teológicas, expressas na prática comportamental
do iniciado e adepto ao ensinamento e
enunciado da pregação de Nosso Senhor Jesus Cristo, “ao ter ralizado
primícias dos que morrem”, e pela abolição sistêmica da morte, pela dedução,
que “em Adão todos morrem” (1Coríntios 15:20-22. Então, crer, é atitude de
existência que não pode estar sendo alimentada pela eiva da ignorância, como
denuncia na tradução de Fernando Pessoa na obra A Voz do Silência, quando
expressa:
“23. Se queres saber os seus nomes, escuta-os e
recorda-te.
24. O nome da primeira é sala da ignorância - Avidyã. (obra citada, Glossário Teosófico,
p. 66)
25. É a sala em que vistes a luz, em que vives e
hás de morrer.” Cf. Blavatsky, Helena P,
A Voz do Silêncioa, tradução à lingua Portuguesa por Fernando Pessoa, p.
98, 2ª edição Brasileira, Editora Teosófica -2.017.
Pois nada mais razoável, que sexta-feira, 20 de
maio de 2.022, 5ª Semana da Páscoa, que a Litrgia nos apresenta como 1ª Leitura extraida de Livro dos ATOS
15:22-31, Salmo 56, também, proclama-se o Evangelho de Jesus Cristo segundo São
João 15:12-17, que está como objeto de reflexão e meditação, como meio de
elevar-nos em dignidade e obediência aos mandamentos universais:
Ora, não há dúvida, que a síntese em conteúdo da
doutrina sobre à regra promordial para ingresso no reino está expresso na
premissa como o pai me ama, eu também vos amo, e arremata o silogismo quando
disse ninguém tem maior amor do que auele que dá a vida pelo amigo, isso é
verdade eterna, e testemunho dado pelo Mestre em João 15:12-12, ao
constatarmos: “universais:
“12. Este é o meu mandamento: amai-vos
uns aos outros, como eu vos amo.
16.
Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que
vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. Eu assim vos constituí, a
fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda.
17.
O que vos mando é que vos ameis uns aos outros”. Então, a sorte está está
lançada, plantar e colher, que saberemos que
a verdade existe, e seguiremos proclamando o Evangelho do Senhor, como
nos ensina São João 15:12-17, a seguir:
“12. Este é o meu mandamento: amai-vos
uns aos outros, como eu vos amo.
13.
Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos.
17.
O que vos mando é que vos ameis uns aos outros” (São João 15:12-17).
Eis, o significado do “Ohar despido da injeja”, sem
ataque do olho gordo
- berto – em demasia, causa pela qual, fundada na
ambição, vaidade, insolência, cobiça por ser apetitosa, provar o conhecimento
do bem e do mal, como se deduz em:
“4 Oh, não! – tomou a serpente – vós não morrereis!
5 Mas Deus bem sabe que, no dia em que dele
comerdes, vossos “Olhos se Abrirão”, e seresis como deuses, conhecedores do bem
e do mal” (Gênes 3:4-5). Pois, como se vê, concretmente, efetivamente, a causa da ação pecadora (infracional, com
desejo doloso), está no ardiloso argumento inválido da serpente, cujo efeito
está na existência da cobiça, inveja, vaidade, desejo de estar no lugar que não
pode, eis aí desejo e cobiça de poder e dinheiro (apego à matéria). Logo eis o
resultado, advento da morte à humanidade, e pelo apogeu de inveja: O olho
cresceu demais, só para cobiçar e desejar coisas, indevidas. É o poder do olho!
CONSIDERAÇÕES FIINAIS SOBRE O EFEITO DO OLHAR
PERVERTIDO, MIOPE OU ESTRÁBICO SOBRE OS FATOS.
45. Considerações Finais sobre o olhar sagrado:
Pois se sabe na espiritualidade e na boa doutrian
expressa pela Igreja Católica, e como constatação de todo o Cristianismo, é
conhecida à operação de realizar ações para ferir seu próximo, por meio, do ato
e fato iníquo e ímpido, pela ausência de piedade e compaixão, pois está
amalgamado no egoismo (apego à matéria – res -, conhecida desde antes de Crisro,
com étimo de “bsessão”, pois está em sua defição:
I – Trata-se da ObawaÃO, em razão de se tratar de
fato e ato existente como maléfício emm
cada qual dos homens, acontecidos pelo
egoismo, cobiça, inveja, também, ódio impôsto pelo agente que se diz interno,
imposto contra à vítima, prática maligna que há desde a antiguidade antes de
Cristo, que hoje, é preocupação e dor evidente,
que altera e atacada já o ser, quando evoluido ao caminho de justiça e
santidade, cuja preocupação exprime Suely Caldas Schubert, em sua obra OBSESSÃO
– DESOBSESSÃO, como se verifica a
seguir:
“Obsessão – do Latim obsessione.
Impertinência, perseguição, vexação. Preocupação por determinada ideia, que
dommina doentiamente o espírito, e resultante ou náo de sentimentos recalcados;
ideia fixa, mania.
Vulgarmente a palavra obsessão é usada
para signficiar ideia fixa em alguma coisa, gerando um estado mental doentio,
daí podendo advir, manias, cacoetes, atitudes estranhas.
E acrescennta:
“Quase sempre a obsessão exprime
vingança tomada por um Espírito e cuja origem frequetemente se encontra nas
relaçõs que o obsediado mantece com o
obsessor, em precedente existência.” Cf.Schubert, Suely Caldas, Obsessão Desobsessão e –
Profilaxia e Terapeutica -, FEB -, 2ª ed. 9ª imp. Brasília – 2.015.
Logo traz-se o conceito já empregado,
especialmente, na cultura e sabedoria aniga existente na Índia e Tibet, como se
observa à definição emprega no Glossário, editado em 1.892, igualmente a –
Possessão -, como se vislumbra a seguir:
“Obsessão – Dá-se este nome ao apoderamento do
ânimo de uma pessoa por um “espírito”, geralmente mau, que trabalha e influi
sobre ela de modo pertinaz e, às vezes, irresistível, como um agente externo,
isto é, sem entrar em seu corpo, opostamente à possessão, em que tal “espírito”
trabalha sobre a pessoa como agente interno e a ela unido.”(Ver possessão) vide p. 431.
“Possessão - É a posse do ânimo de uma pessoa por um
“espírito” geralmente mau, que, atuando sobre ela como agente interno, a
innfluência de modo persistente e, às vezes, irresistivel.” Vide p. 498,
Então,
veremos o significado do olho, frente a existência humana, já que o pecada
prosperou pela ação do olho, pois veremos o que
dever ser:
“Olho - Segundo Plutarco, o olho humano dos
sínbolos de Osíris. Assim é que, em
alguns momentos antigos do Egito, concentrava-se um olho ao lado da cabeça de
Osíris, o Sol. Diz-se que o olho era consagrado a Apolo ou deus do Sol, pelo
fato de que este astro dirige seus
olhares para todos os lados.” Cf.
BLAVATSKY, HELENA P, pp. 431.437.498, 1ª
edição inglesa em 1.892, Editora Ground Ltda – 2.011.
Escalrece-se
que esses fatos se encontram os espíritos imundos em:
São
Lucas 10:17-20.11:24-26.13:11-13.8:27-32.4:31-37;
São
Mateus 8:16.10:1.9:32-33.12:22-24-28;
São
Marcos 1:23-27.16:17-18.9:14-25-29.
Efésios 6:11-12, Romanos 8:38-39, 1Timóteo 4:1-31,
1Coríntios10:19-31;
Atos
dos Apóstolos 19:11-16.16:16-19.
Deuteronômio
32:17-18, Apocalipse 16:13-14, Levítico 19:31.
Logo
a prova está evidente, de que à
obsessão, a possessão, e o olho grande são
maus velhos na humanidade, o que se fez, é constatação do verossímel.
II – CONSIDERAR
ESTAR OLHAR ABERTOS AO MAU PROCEDIMENTO: “NO DIA EM QUE DELE COMERDES
VOSSOS OLHOS SE ABRIRÃO” (GÊNESES 3:5), ENTÃO, É O AMOR QUE NOS PÕE EM UNIDOS AO ENHOR DA VERDADE E VIDA:
Eis em plenitude compreenderemos a diferença
exdrúla, imposta pelo conhecimento da ação do mundo, e renunciar o mundo como a
si mesmo, também pelo desapego aos bens conselho mágno dado ao Jovem Rico
(Mateus 19:21 e Lucas 9:23), logo pelo foco de luz (Fohat), cuja regra está
viva, pois nos dá os meios à vida eterna ao sacramentar: “17. O que vos mando é
que vos ameis uns aos outros” (João 15:17). No entanto, logo eis a base que nos transforma em seres e
superior ao servo exposta rega mater: “12. Este é o meu mandamento: amai-vos
uns aos outros, como eu vos amo” (João 1512-15), pois deduz com a lição
filosóficamente reta, com o enunciado digno:
“15. Já não vos chamo servos, porque o servo não
sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai.”
Então, se considerarmos com sabedoria e humildade à observância da regra, o
olho deixará estar como causa de destruição e da corrupção do pecado, mas de
unidade e harmonia de mente e coração com Nosso Senhor Jesus Cristo, que por
sua primícia nos fez “revesti-vos do homem novo, criado a imagem de Deus, em
verdadeira justiça e santidade. 23. Por isso, renunciai à mentira. Fale cada a seu próximo a verdade,
pois somos membros uns dos outros” (Efésios 4:24-25).
Por iso, pela ação
e habilitação ao discipulado e santidade da palavra, com certeza, pela –
compreensão -, à ação,“lho divino” e de
bondade do sim de Maria (São Lucas 1:38), pelo seu sim, o verbo divino mora
entre nós . (joão 1:14), pois é sábado, 21 de maio de 2.022, 5ª Semana da
Páscoa, que a 1ª Leitura está extraida do Livro dos ATOS
16:1-10, Salmo 99, como é justo se proclma o Evangelho de Jesus Cristo segundo
São João 15:18-21, que é objeto de reflexão e meditação, como meio necessário,
à verdade em obra para entrar no reino
de Deus:
O bem necessário, que está no conhecimento nos
conduz a pôr nosso foco como mandamento: Abolir aquilo que o mundo conhece, e
executa. Pois estar no mundo não é,
necessariamente, está na lei e nos mandamentos. A questão está baaseada como
premissa e paradigma que o Filho do Pai – Jesus de Nazaré, não é do mundo,
porque acreditar nele, exige, pelo amor sair do mundo, especialmente, do apego,
do ego, e da força da matéria, como poder e dinheiro, seguir o conselho dado ao
Jovem Rico (Mateus 19:21 e Lucas 9:23), pois a regra está em João 15:18-19,
como se lê:
18
Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós.
19. Se fôsseis do
mundo, o mundo vos amaria como sendo seus. Como, porém, não sois do mundo, mas
do mundo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia.” Na verdade, o conhecimento
faz o seguidor perceber a diferença de servo e discípulo, adepto, iniciado,
então que está em João 15:20-21, exprime
em verdade cmo se enxerga:
“0.Lembrai-vos da palavra que vos
disse: O servo não é maior do que o seu senhor. Se me perseguiram, também vos
hão de perseguir. Se guardaram a minha palavra, hão de guardar também a vossa.
21. Mas vos farão
tudo isso por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou” Como
verdade, daquele que deseja sair do mundo para estar em Cristo, proclama o
Evangelho de São João Joã 15:18-21, como segue:
“18
Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós.
19.
Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como sendo seus. Como, porém, não sois
do mundo, mas do mundo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia.
20. Lembrai-vos da
palavra que vos disse: O servo não é maior do que o seu senhor. Se me
perseguiram, também vos hão de perseguir. Se guardaram a minha palavra, hão de
guardar também a vossa.
21.
Mas vos farão tudo isso por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que
me enviou” (São João 15:18-21).
III – CONSIDERAR QUE PELA RESSURREIÇÃO O HOMEM RESTAURA SUA
DIGNIDADE PELO PERDÃO, PELA UNIDADE
FILIAL COM O PAI, E NÃO MORRERÁ MAIS, POIS OBTÉM OS MEIOS DE VIDA
ETERNA:
À
ressurreição de Jesus está descrita por São Marcos 16:1-2-5-6, São Mateus 28:8-9-10,
São João 20:25-27-28-29.11:25, pois o fato são presenciados pela santas
mulheres, que nos deixam o testemunho e evidência contundente à humanidade, por
isso, acreditaremos e viveremos interiormente e intensamente à regra existente
na Boa-Nova, existente na palavra do Senhor Jesus.
E, domingo, 22 de maio de 2.022, 6º
Domingo da Páscoa, ao nos apresentar a Liturgia do dia, 1ª Leitura extraida do
Livro dos Atos 15:1-2.22-29, 2ª Leitrua do Apocalipse 21:10-14.22-23, Salmo 66,
e proclama-se o Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 14:23-29, que nos
conduz à reflexão e a meditação da
palavra, para crecescermos em justa santidade, fim digno e maior:
Evidente, que devemos nos orientar pela
base, essência da existência, e conhecer
às regras necessárias para trilharmos no caminho de Deus. Pratique e
observe a regra da lição posta, que
determina: “23. Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e
nós viremos a ele e nele faremos nossa morada.” Eis a preocupação com aquele
que não crê na palavra, e Jeus reitera, sabiamente: “24.
Aquele que não me ama não guarda as minhas palavras. A palavra que tendes
ouvido não é minha, mas sim do Pai que me enviou” (João 14:23-24). À grande
solução está em dizer que o Pai enviará o Paráclito – Espírito Santo -, também,
dá-nos e deixa-nos a paz, bem indispensável `s realização da humanidade, como
está posto em: “25.Disse-vos estas coisas enquanto estou convosco.
26. Mas o
Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas
as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito.
27. Deixo-vos a
paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se perturbe o vo
sso coração, nem se atemorize!” (João
14:25-26-27). Logo, Jesus, arremata com sua venerável sentença em: ” 28.
Ouvistes que eu vos disse: Vou e volto a vós. Se me amardes, certamente haveis
de alegrar-vos, que vou para junto do Pai, porque o Pai é maior do que eu.
29. E disse-vos
agora estas coisas, antes que aconteçam, para que creiais quando acontecerem”
(João 14:28-29). Eis a causa da proclamação do Evangelho de Jesus Cristo,
segundo São João 14:23-29, como está a seguir:
“23.Respodeu-lhe Jesus: Se
alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e nós viremos a ele
e nele faremos nossa morada.
25.Disse-vos estas
coisas enquanto estou convosco.
26. Mas o
Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas
as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito.
27. Deixo-vos a
paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se perturbe o
vosso coração, nem se atemorize!
28. Ouvistes que
eu vos disse: Vou e volto a vós. Se me amardes, certamente haveis de
alegrar-vos, que vou para junto do Pai, porque o Pai é maior do que eu.
29. E disse-vos
agora estas coisas, antes que aconteçam, para que creiais quando acontecerem”
(SãoJoão 14:23-29).
45.1. Consider que para o èxito em
plenitude é necessário sempre estar em vigilância e Oração com Ele, para não
cairmos na tentação, sim, porque o espírito está pronto ao serviço do Senhor,
mas, a carne é fraca e vil, inveja, e cobiça, renunciemos o apego à matéra (res) e a nós mesmos, e
libertemo-nos do egoismo (São Mateus 19:21.26:38-41, São Lucas 9:23, São Marcos
9:29, São João 8:12-32)
“32.
Conhecereis a verdade e a verdade vos livrará.” Então, nossa existência deve
ser em pedir, para receber, especialmente, a graça da proteção contra os
perigos, os inimigos e a defesa contra o espírito maligno, exercida sempre, com
as ciladas do diabo e do demônio, e humildemente rogar a intercessão da Bem-Aventurada
sempre virgem Maria, nossa advogada e auxiliadoura, que tenhamos humildade para
rogar como o Sagrado Coração ordenou em (Mateus 7:7-8, como expressa:“7. Pedi e
se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. 8. Porque todo aquele
que pede, recebe. Qum busca, acha. A quem bate, se abrirá” (Mateus 7:7-8).
45.2.Concluimos
às considerações com Oração 9: Caminhos da Santidade e Misericórdia, parte 2 –
Louvores à Misericórdia Divina, da obra de Santa Catarina de Sena, como segue:
“Ó Deidade
eterna, que diremos de ti? Que julgamento daremos a teu respeito? Diremos e
afirmamos que tu és o nosso Deus, que somente quer a nossa santificação. Isso
nos revela o sangue de teu Filho. A fim de salvar-nos, apixonado, ele correu
para a terrível morte na cruz. Envergonhe-se o homem orgulhoso ao ver-te, Deus
altíssimo, humilhado na lama da nossa natureza.
Deidade eterna!
A ti pertence a misericórdia. A tal ponto pertence, que teus servos a invocam
contra tua justiça, que o mundo merece
por seus pecados. Tua misericórdia nos criou, tua misericórdia nos remiu, tua
misericórdia nos governa, impedindo que tua justiça ordene ao solo que se abra
e nos engula, e aos animais que nos devorem. Tua misericórdia faz todos os
seres nos servirem e a terra dar-nos seus frutos. Tua misericórdia conserva e
prolonga nossa vida, dando-nos tempo de retornar a ti, contigo
reconciliando-nos.
Ó Rei, cheio de
misericórdia e compaixão! Que impede os anjos de se vingarem sobre os homens,
teus inimigos? A tua misericórdia. Por misericórdia nos concedes grandes
consolações, convida-nos a te amar, pois o coração humano é atraido pelo amor.
Tua misericórdia nos dá e permite sofrimentos e aflições, para que conheçamos e
adquiramos a pequenina virtude da humildade.
Dessa maneira, tu te obrigas a recompensar quem virilmente combate na
verdadeira paciência.Por misericórdia, conservaste as cicatrizes no corpo de
teu filho (ressuscitado), para que implore misericórdia em nosso favor, diante
de tua Majestade.
Por
misericórdia revelaste hoje, a mim, tão mísera, como de nenhum modo podemos julgar
as intenções das pessoas, pois as conduzes por caminhos infinitamente diversos,
como vejo em mim mesma. Por tudo isso eu te agradeço. Não quis tua misericórdia
que o Cordeiro sem mancha remisse o mundo com uma gota de sangue, ou com o
sofrimento de um único membro, mas com sofrimentos
e sague do corpo inteiro. De fato, vemos que os homens te ofendem com as mãos,
ospés, a cabeça e todos os membros. Sem concurso da vontade, o pecado não exstiria;
ela domina sobre todo o corpo, e o corpo inteiro te ofende. Tal é a razão pela
qual quiseste saisfazer com todo o corpo e sangue do Filho. Assim, a satisfação
seria dada plenamente para todos, mediante a natureza divina infinita e a
natureza humana finita de Jesus. Nele, nossa natureza humana sofreu, e a
Deidade aceitou o sacrifício.
Ó Verbo eterno,
Filho de Deus! Por que razão levaste a termo a perfeição contrição da
culpa, se em ti não havia o veneno do pecado?
Ó amor sem
preço, vejo que deste satisfação no corpo e na mente, porque o homem pecara
e ofendera corporal e mentalmente.
Pequei, Senhor,
tem compaixão de mim!” Cf. DE SENA,
SANTA CATARNA, AS Orações, pp. 35.36, Editora Paulus, 2ª edição – 2.021 (esta é
edição especial, com capa grossa, e disponível na Livraria Diocesana).
Deja-se que todos tenham a piedade,
compaixão e a paz do Senhor, e no caminho observem e dêem testemunho da palavra
de Deus.
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