O DIÁRIO DE ANE FRANK, E VERDADE DO QUE PRATICARAM EM LAZIO – ITALIA.
O episódio que ocorreu na \Itália com a menina que deixou seu diário escrito na fuga para
Holanda, e depois veio a morrer no campo de concentração nazista, com um diário
que, ainda, vende milhares de
exemplares, não pode sofrer a discriminação e o racismo praticado na Itália tão
festejada, mas não aceita adversidade entre os povos e seus irmãos mais
próximos.
O que praticaram com a imagem de
Ane Franki não se pode aceitar, além de nos deixar com profundo pesar, e
nos fazer refletir com pode existir o
desejo dos Europeus de trazer consigo a ideologia nazista, e fascista, para que
no delírio imagine que a Europa poderá
melhorar, então preferem escarnecer Ane Franki.
Ane foi uma menina que convivia com o medo de ser encontrada pela
polícia secreta nazista, e não existia consolo, ela trancada em casa na Holanda escreveu, com
reflexão, com noção daquilo que desejava para a sua família e o mundo. Eu li
Ane Franki e tenho pela obra por ela admiração, respeito, e até uma espécie de
devoção literária.
Segundo pesquisei Anne foi
estudiosa, exemplo de menina mulher, exercitava a espiritualidade. Não
posso afirmar com certeza, mas quem a aconselhou a se esconder dos nazistas foi
um Padre Católico.
Ane Franki foi uma mártir da guerra, morreu poque teria dar o exemplo de
bravura, na tenra idade.
Não foi visto o pronunciamento do Papa Francisco sobre o fato de Lazio,
mas como o Código Canônico não possui restrição expressa ao processo de
canonização, especialmente, no caso de martírio
pelo exemplo à humanidade dado espontaneamente por Ane, pelo seu exemplo
de fé, esperança, pureza e perfeição o Vacano para acabar com o ranço do
antissemitismo pode tomar a decisão de por decreto papal elevar Ane ao status
de Bem Aventurada, serva de Deus, como
também a beatificação e a canonização,
tudo para mostrar que Igreja não possui os judeus com adversários na fé, e não
os são, mas frater de todos.
Os Cristãos e não cristãos devem repudiar e reprovar atos com este
nível, para fazer tal procedimento é necessário não ter vergonha na cara, e por
fim, e o homem ser um atrasado, nosso repudio e nosso desconforto. Usar de
sarcasmo, ironia, e safadeza não está no
dicionário espiritual e ético.
Leia o que está na notícia:
O episódio que ocorreu na \Itália com a menina que deixou seu diário escrito na fuga para
Holanda, e depois veio a morrer no campo de concentração nazista, com um diário
que, ainda, vende milhares de exemplares,
não pode sofrer a discriminação e o racismo praticado na Itália tão festejada,
mas não aceita adversidade entre os povos e seus irmãos mais próximos.
O que praticaram com a imagem de Ane Franki não se pode aceitar, além de nos
deixar com profundo pesar, e nos fazer refletir com pode existir o desejo dos Europeus de trazer consigo a ideologia
nazista, e fascista, para que no delírio imagine que a Europa poderá melhorar, então preferem escarnecer Ane
Franki.
Ane foi uma menina que convivia com o medo de ser encontrada pela
polícia secreta nazista, e não existia consolo, ela trancada em casa na Holanda escreveu, com
reflexão, com noção daquilo que desejava para a sua família e o mundo. Eu li
Ane Franki e tenho pela obra por ela admiração, respeito, e até uma espécie de devoção
literária.
Segundo pesquisei Anne foi estudiosa,
exemplo de menina mulher, exercitava a espiritualidade. Não posso afirmar com
certeza, mas quem a aconselhou a se esconder dos nazistas foi um Padre
Católico.
Ane Franki foi uma mártir da guerra, morreu poque teria dar o exemplo de
bra F vura, na tenra idade.
Não foi visto o pronunciamento do Papa Francisco sobre o fato de Lazio,
mas como o Código Canônico não possui restrição expressa ao processo de
canonização, especialmente, no caso de martírio pelo exemplo à humanidade dado espontaneamente
por Ane, pelo seu exemplo de fé, esperança, pureza e perfeição o Vacano para
acabar com o ranço do antissemitismo pode tomar a decisão de por decreto papal
elevar Ane ao status de Bem Aventurada,
serva de Deus, como também a
beatificação e a canonização, tudo para mostrar que Igreja não possui os judeus
com adversários na fé, e não os são, mas frater de todos.
Os Cristãos e não cristãos devem repudiar e reprovar atos com este nível,
para fazer tal procedimento é necessário não ter vergonha na cara, e por fim, e
o homem ser um atrasado, nosso repudio e nosso desconforto. Usar de sarcasmo,
ironia, e safadeza não está no
dicionário espiritual e ético.
Leia o que está na noticia
No inquietante imaginário dos extremistas de direita da equipe de
futebol romana Lazio – também nos de muitas outras na Itália –, “judeu” é um
recorrente e ofensivo insulto ao rival. E o pior é que o adversário deve
encarar dessa forma, já que continua sendo utilizado com frequência. No fim de
semana, durante o encontro Lazio-Caglairi, alguns integrantes de Os
Irredutíveis, como esses hooligans se denominam, inundaram a curva sul do
Estádio Olímpico – que compartilham com a Roma – de adesivos fabricados só para
essa finalidade, com o rosto de Anne Frank usando a camisa de seu odiado
adversário. “Anne Frank incentiva a Roma”, dizia a montagem. Desta vez a Itália
explodiu contra a última ocorrência e a Federação de Futebol Italiano (FIGC)
abrirá nesta terça-feira uma investigação que poderá custar muito caro ao Lazio
pela reincidência de sua torcida.
Porque os extremistas nem sequer deveriam ter estado ali, na curva que
durante as partidas da Lazio permanece sempre fechada e onde são colocados
normalmente os tifosi (torcedores) da Roma. Um juiz esportivo havia decretado o
fechamento da curva norte do estádio depois dos cânticos racistas que durante a
partida contra o Sassuolo, em 1 de outubro, torcedores tinham gritado contra os
jogadores Adjapong e Duncan. Mas a Lazio, em uma demonstração de torpeza na
gestão do clube, decidiu vender a um euro as entradas da Curva Sul durante os
dois encontros em que duraria a punição. A ironia do caso é que o lema da
campanha era “Combatamos o racismo”, mas a jogada só consegu
AneFraanki com a camisa da Roma, a torcida adversária fez só para contrariar.
No
inquietante imaginário dos extremistas de direita da equipe de futebol romana
Lazio – também nos de muitas outras na Itália –, “judeu” é um recorrente e
ofensivo insulto ao rival. E o pior é que o adversário deve encarar dessa
forma, já que continua sendo utilizado com frequência. No fim de semana,
durante o encontro Lazio-Caglairi, alguns integrantes de Os Irredutíveis, como
esses hooligans se denominam, inundaram a curva sul do Estádio Olímpico – que
compartilham com a Roma – de adesivos fabricados só para essa finalidade, com o
rosto de Anne Frank usando a camisa de seu odiado adversário. “Anne Frank
incentiva a Roma”, dizia a montagem. Desta vez a Itália explodiu contra a
última ocorrência e a Federação de FutebJornal de publicou a foto de ane franki com a camisa da romaol Italiano (FIGC) abrirá nesta
terça-feira uma investigação que poderá custar muito caro ao Lazio pela
reincidência de sua torcida.
Porque os
extremistas nem sequer deveriam ter estado ali, na curva que durante as
partidas da Lazio permanece sempre fechada e onde são colocados normalmente os
tifosi (torcedores) da Roma. Um juiz esportivo havia decretado o fechamento da
curva norte do estádio depois dos cânticos racistas que durante a partida
contra o Sassuolo, em 1 de outubro, torcedores tinham gritado contra os
jogadores Adjapong e Duncan. Mas a Lazio, em uma demonstração de torpeza na
gestão do clube, decidiu vender a um euro
as entradas da Curva Sul durante os dois encontros em que duraria a
punição. A ironia do caso é que o lema da campanha era “Combatamos o racismo”,
mas a jogada só conseguiu
Nossa
homenagem a Ane Frank, Roberto canta Jerusalém:

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