AQUELE QUE MEDITAR E REFLETIR CONHECERÁ À SAÚDE, PORQUE ABOLIRÁ O MAL DO SEU DICIONÁRIO.
Pois é sábado, 31/08/2019, o último dia do mês de agosto, cujo regente é
o sol, no mês de acontecimentos, como o falecimento do
então Presidente Getúlio Vargas e também, de Raul Seixas – O Maluco Beleza.
Evidente, que não é possível conviver diariamente acompanhado de urubus, e os hipócritas
fariseus, e ser obrigado a comer o pão
com a massa recheada do fermento de Herodes.
Logo é estresse suportar a
ignorância, a cabeça desocupada semelhante à oficina do diabo. Daí a lição de
Jesus de Nazaré, quando diz aos fariseus:
“Eele não é obrigado a
‘honrar seu pai’ dessa forma. Assim vocês anulam a palavra de Deus por causa da
tradição de vocês.
Hipócritas! Bem profetizou Isaías acerca de vocês, dizendo:
‘Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.
Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por
homens’".
Jesus chamou para junto de si a multidão e disse: "Ouçam e
entendam.
O que entra pela boca não torna o homem ‘impuro’; mas o que sai de sua
boca, isto o torna ‘impuro’ ".
Então os discípulos se aproximaram dele e perguntaram: "Sabes que
os fariseus ficaram ofendidos quando ouviram isso? " (Mateus 15:6-12)
É certo, que o fofoqueiro, o sócio do mal, tudo o que sai da boca é inútil,
pelo fato de não possuir conteúdo, como desconhecer que toda afirmação é ignorância,
como também, é dolosa (o que deseja o resultado maligno conscientemente), e por está como dolo,
também, o é pecado mortal. Logo os crimes de calúnia, difamação, injúria,
violência funcional, prevaricação (omissão), discriminação contra os diferentes,
o abuso de direito contra o consumidor, e a infração descarada dos direitos
humanos, e por fim, o que está ocorrendo, no dia a dia, é gave: - A perversão.
O que se enxerga é vidência, especialmente, a intuição da ação maledicente,
porque no caso basta possuir a sintonia
com seu Eu superior, está
afinidade com os mandamentos e princípios derivados da consciência, em razão de
que, o conhecimento e a intuição são dons do Espírito, emanados da luz.
No entanto, a clarividência, está no dom do espírito da inteligência e
da sabedoria, que por meio da universalidade do conhecimento à percepção que
está como reação física (fisis). Logo daí a importância que Immanuel Kant dá à percepção, e o raciocínio , e o
juízo de valor da consciência, para que o aprendiz o Exercitante seja capaz de
obter a razão – Logos -, e o Verbo, conforme bem leciona o Apostolo João, a Testemunha, quando diz no seu
Evangelho:
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era
Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se
fez.
Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.” (João 1:1-4)
Como se observa, o instrumento legitimo ao desenvolvimento e a evolução
humana, para realizar caminho, e cumprir a lei universal da causa e efeito (em sânscrito o Karma), como também,
transformar no caminho na boa ação, no bem, no justo, e digno (em sânscrito o
Dharma, e pela prática, que é exercitar todos os dias, no mínimo duas horas, pois também Jesus dá estabeleceu o
pressuposto, no momento da sua agonia, pelo fato de sentir que a hora de estar pendurado em cruz, num projeto do Pai, com
o objetivo de remir e libertar à humanidade dos grilhões da morte, então, no
instante Jesus utilizou de sensatez, e pedir a possibilidade se possível o Pai afastar dele o cálice, e
ainda acrescentou aos Apóstolos: - Vinde, e rezai comigo para não cairdes na
tentação. Em outra ocasião, disse: - Vigiai e orai, para não cairdes em
tentação.
No momento, que está posto como
reflexão o instrumento da meditação, da contemplação, a finalidade, é
exatamente, conhecer o meio que
possibilitou a evolução, o conhecimento, e o crescimento de seres que decidiram
escolher o meio de pensar e existir.
Sabemos que atualmente, não existe a ética urbana, como também o
respeito, a existência das pessoas é o ter, valem pelo dinheiro, mas
não é o que permanece, sem o que conta, mesmo existindo nas suas cabeças.
Logo o que está posto é o conteúdo dos Núcleos Inacianos, que com base no nº 2, dos
Exercícios Espirituais de Santo Inácio, trazem – A Meditação, Contemplação -, enfim,
os meios de evoluir para melhor nos
passos que dermos, então veja a seguir:
“2
Primeira Anotação. Por este nome, exercícios espirituais, entende-se
todo o modo de examinar a consciência, de meditar, de contemplar, de orar vocal
e mentalmente, e de outras operações espirituais, conforme adiante se dirá. 3Porque,
assim como passear, caminhar e correr são exercícios corporais, da mesma
maneira todo o modo de preparar e dispor a alma, para tirar de si todas as
afeições desordenadas 4e, depois de tiradas, buscar e achar a
vontade divina na disposição da sua vida para a salvação da alma, se chamam
exercícios espirituais.
2
– 1Segunda. A
pessoa que dá a outrem modo e ordem para meditar ou contemplar, deve narrar
fielmente a história dessa contemplação ou meditação, discorrendo somente pelos
pontos, com breve ou sumária explicação. 2Porque, quando a pessoa que
contempla toma o fundamento verdadeiro da história, discorre e raciocina por si
mesma, e acha alguma coisa que faça declarar um pouco mais ou sentir a
história, 3quer pelo próprio raciocínio quer porque o entendimento é
iluminado pela força divina, é-lhe de mais gosto e fruto espiritual do que se
quem dá os exercícios explicasse e desenvolvesse muito o sentido da história; 4porque
não é o muito saber que sacia e satisfaz a alma, mas o sentir e gostar as
coisas internamente. “
Veja a bela reflexão, quanto a meditação:
“Meditação
A meditação é uma forma de rezar
muito antiga, que busca a Deus através do silêncio, da quietude exterior e
interior, através das Palavras, que encadeiam pensamentos, lembranças,
vivências, num dinamismo de aprofundamento e aplicação à vida. Meditar é pensar
com o coração. Já no início dos Exercícios Espirituais (EE), Santo Inácio fala
de “modo e ordem para meditar ou contemplar” [EE 2], e explicita mais sobre
meditação nos exercícios da Primeira Semana ao dizer “meditação com as três
potências” [EE 45], a saber, a memória, o entendimento e a vontade, como diz
depois: “exercitar a memória sobre o primeiro pecado, que foi o dos anjos, e
logo, sobre o mesmo, o entendimento discorrendo, depois, a vontade, querendo
recordar e entender tudo isto para...”[EE 50] A memória nos preâmbulos:
composição de lugar, recordar a história e então o entendimento, no “refletir
para tirar proveito”, isto é, deixar que a vida pessoal seja iluminada pela
Palavra, que a compreensão dos acontecimentos, dos projetos, seja dentro do
modo de ser e proceder de Jesus Cristo. Por fim, a vontade, que fortalecida
pela Palavra, pelo desejo de mais amar e servir a Deus, à luz da graça pedida,
se concretize em gestos evangélicos. Em muitos exercícios Santo Inácio sugere o
modo de rezar: considerar, meditar, contemplar.... Não se trata de imposição,
mas de sugestão. A meditação inaciana, como todas as orações inacianas, se
segue aos preâmbulos: colocar-se na presença de Deus, oração preparatória, composição
de lugar, pedido de graça. A leitura pausada, refletida, atenta da Palavra é o
fio condutor da meditação, sem que se tenha obrigação de “dar conta” de todo o
texto, mas de ler sem pressa e, como diz Santo Inácio, “no ponto em que achar o
que quero, aí repousarei, sem ter ânsia de passar adiante, até que me
satisfaça” [EE 76. 254], isto é, onde encontrar moção ou gosto espiritual [EE
227] eu me detenho e medito. Termina-se a oração com o colóquio, uma oração
formal e depois, conforme a 5a Adição “depois de acabado o exercício, por
espaço de um quarto de hora, ou senado ou passeando, observarei como me
correram as coisas na contemplação ou meditação” [EE 77].
Contemplação ordinariamente, contemplar é ficar parado, sem
dizer nada, olhando, escutando e deixandose afetar (por uma obra de arte, uma
paisagem, o rumor da água, o movimento do mar, etc.). Saborear, admirar,
deixar-se comover pelo que produz em nós a visão, a escuta das coisas, os
aromas, os sabores ou as texturas, temperaturas e/ou a pressão que se sente ao
tato. Na perspectiva da espiritualidade cristã, contemplar implica colocar as
funções dos sentidos a serviço da fé, registrando o Mistério oculto e revelado
na realidade visível: Deus e seu Amor, em seu desígnio de libertação. Trata-se
de ‘abrir o campo de visão da pessoa e estar com Cristo’. Este modo de orar se
adapta bem às cenas bíblicas nas quais há personagens que podemos olhar e
escutar. Os preâmbulos habituais tem aqui um maior sentido: ü Ver a Cena da
Passagem a ser Rezada. A passagem da história evangélica não é uma imagem
piedosa, mas eco de uma realidade vivida e relida: o Senhor na história dos
homens; ü Olhar atentamente o lugar geográfico ou simbólico (montanha, mar,
etc.) ou atentar para o estado de espírito das pessoas envolvidas na cena; ü
Graça a ser pedida: conhecimento interno, ou seja, pedir para “VER” as pessoas,
“ESCUTAR” o que falam, “OBSERVAR” o que fazem e, depois, “REFLETIR” para tirar
proveito. As Pessoas na cena: ver quem são (elas tem um nome, uma história, um temperamento,
um sofrimento); Contemplá-los, não como uma coleção de estampas piedosas, mas
como realidade: homens e mulheres. Buscar compreender, sentir e conhecer
internamente. Escutar o que Dizem (as palavras, os silêncios): procurar escutar
as palavras como se estivesse presente, ou fossem dirigidas diretamente a si,
ou, como se fossem pronunciadas por mim. Sentir o tom, a intenção. Ponderar seu
alcance. Ver o que Fazem: Os gestos, as atitudes, ações, reações (verbos).
Estas são ações de Deus, ou da pessoa (portanto, minhas) para com Deus. Posso
constatar seu sentido, ou algo em mim, meu desejo, minha resistência, ou
descobrir em tudo isso o rosto de Deus. Toco-o com a mão, em vez de “fazer
disso uma teoria”. Refletir e TIRAR PROVEITO: É possível que o “eco”, o reflexo
em mim não se dê em palavras no momento, mas só no diálogo final com o Senhor,
ou na revisão da oração. Aí pode ser que se consiga formulá-lo com palavras.
Este refletir pode levar a um diálogo com o Senhor ou com algumas das pessoas
da cena. Encerrar com um colóquio com o Senhor, “como um amigo fala a outro”.
Com simplicidade e despedindo-se amorosamente.
Conclusão:
É dever de toda pessoa, evoluir para o ser. Logo sem decidir meditar, contemplar,
e refletir existirá o risco de vir a perder seu fluxo energético da vitalidade, pior, está como o efeito da
causa.
A lei é o amor e sabedoria, humildade, e solidariedade, é necessário
estar como Simão de Cirene, que foi
solidário com Jesus, ao levar sua cruz
até o Calvário. O belo exemplo à humanidade.
Os Pilatinhos estão por aí, matam e choram no velório. E, o Judinha, os
traidores (trairas) de plantão, dá R$ 10,00
(dez reais) e eles fazem o serviço sujo.
Medite, reflita, porque resto será acrescentado...

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