NO DIA DE RAINHA DO CÉU, SENHORA DO MUNDO.



Hoje, quinta-feira, 22/08/2019, é dia que liturgia é celebrado  o dia de         NOSSA SENHORA RAINHA DO CÉU. Evidente,  que a Trindade Divina à corou como Rainha do Céu, da Terra, enfim, nenhum outro lugar não há o SER  mais digno, louvado, venerado igual à Rainha Mãe do Filho de Deus. Logo nossa devoçãoNo  à Senhora célebre, advogada, mediadora,  intercessora ao Pai eterno, ao Filho e o Espírito Santo, o Deus da Sabedoria, da criação, e da cura. Logo Nossa Senhora, como conhece como é a sobrevivência no planeta terra, em face de muitas necessidades, Ela intercede, especialmente, por todos os seres que devotam à Ela suas súplicas, pelo fati de ser a  ponte, o caminho, e o meio eficaz de obter a graça do Pai eterno.
É dever confiar, crer, ter fé,  também, orar, e rezar para  não cair em tentação, porque nas horas mais agudas da existência, caso  seja pedida sua mediação e interseção , Ela sempre está perto, porque sabe e conhece que não pode negligenciar.
Saiba que Nossa Senhora é uma notável mãe, pois às formidáveis mulheres que estiveram no Planeta, grande número delas, na busca da Santidade, que o meio de estar entre os seres do bem, e evoluídos o suficiente, tanto na boa obra, quanto na prece, e entram no convívio  permanente com a Rainha dos Santos do céu.
Então, abaixo de Deus,  todo poder foi dado à Virgem Maria; no céu, na terra e nos infernos. Elevada ao céu de corpo e alma, Nossa Senhora ali recebeu sua justa e merecida glorificação. Foi coroada pela Santíssima Trindade como Rainha do céu e da terra, dos anjos e dos santos, dos homens e de toda a criação de Deus.
Pois Maria é Rainha desde o momento em que foi escolhida e aceitou ser a Mãe do Rei do Universo. Filho e Mãe participam da mesma monarquia. A Mãe do Rei é rainha,  veja o que Diz São Bernardino de Sena:
“Desde o momento em que Maria aceitou ser Mãe do Verbo Eterno, mereceu tornar-se Rainha do mundo e de todas as criaturas. Quantas são as criaturas que servem a Deus, tantas também devem servir a Maria. Por conseguinte estão sujeitas ao domínio de Maria os anjos, os homens e todas as coisas do céu e da terra, porque tudo está sujeito ao império de Deus” (Glória de Maria).
Pois, veja também:
É por isso que Santo Agostinho ensinava que “a Mãe de Deus tem mais poder junto da Majestade divina que as preces e intercessões de todos os anjos e santos do do céu  e da terra”.
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Coroação -  Abaixo de Deus -  todo poder foi dado à Virgem Maria:  no céu, na terra e nos infernos. Logo,  elevada ao céu de corpo e alma,  - Nossa Senhora -  ali recebeu sua justa e merecida glorificação. Pois pelo fato de ter oferecido à humanidade à remissão, a libertação e a ressureição sobre à morte  foi coroada pela Santíssima Trindade como Rainha do céu e da terra, dos anjos e dos santos, dos homens e de toda a criação de Deus.
A coroação de Nossa Senhora no céu não é um ato apenas simbólico ou mero cerimonial. Não. É um acontecimento de grande profundidade, por meio do qual Deus fez de Maria a Rainha de todas Suas criaturas. Ela é elevada à glória de Rainha do Universo. (à  mulher do apocalipse).
Quando São João viu surgir no céu “um grande sinal (Apóc.  12,1) lhe era revelado por Deus toda a glorificação que os próprios elementos prestavam a Maria. Ela apareceu “revestida” de sol; isto é, o sol servir-lhe de vestimenta gloriosa, a lua veio pôr-se sob seus pés, como um rico pedestal, e as estrelas se ajuntaram em torno de sua cabeça, formando uma coroa, com o numeral 12, que significa o símbolo da plenitude e da perfeição. Os astros do universo glorificam sua Rainha!
Maria é Rainha desde o momento em que foi escolhida e aceitou ser a Mãe do Rei do Universo. Filho e Mãe participam da mesma monarquia. A Mãe do Rei é rainha, dizem os santos: - Salve Rainha!
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Diz São Bernardino de Sena:
“Desde o momento em que Maria aceitou ser Mãe do Verbo Eterno, mereceu tornar-se Rainha do mundo e de todas as criaturas. Quantas são as criaturas que servem a Deus, tantas também devem servir a Maria. Por conseguinte, estão sujeitas ao domínio de Maria os anjos, os homens e todas as coisas do céu e da terra, porque tudo está sujeito ao império de Deus” (Glória de Maria).
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É por isso que Santo Agostinho ensinava que “a Mãe de Deus tem mais poder junto da Majestade divina que as preces e intercessões de todos os anjos e santos do céu e da terra”. tratado menor
São Luís de Montfort, baseado em São Boaventura, garante:
“No céu, Maria dá ordem aos anjos e aos bem-aventurados. Para compensar sua profunda humildade, Deus lhe deu o poder e a missão de povoar de santos os tronos vazios, que os anjos apóstatas abandonaram e perderam por orgulho. É a vontade do Altíssimo, que exalta os humildes (Lc 1,52), e que o céu, a terra e o inferno se curvem, de bom ou mal grado, às ordens da humilde Maria, pois Ele a fez soberana do céu e da terra, general de Seus exércitos, tesoureira de Suas riquezas dispensadora de Suas graças, artífice de Suas grandes maravilhas, reparado do gênero, mediadora para os homens, exterminadora dos inimigos de Deus e a fiel companheira de suas grandezas e de seus triunfos” (Tratado, nº28).
É por isso que a Ladainha Lauretana nos leva a rezar: Rainha dos anjos, rogai por nós. Rainha dos patriarcas, rogai por nós. Rainha dos profetas, rogai por nós. Ranha dos apóstolos, rogai por oficioimaculadanós. Rainha dos mártires, rogai por nós. Rainha dos confessores, rogai por nós. Rainha das virgens, rogai por nós. Rainha de todos os Santos, rogai por nós. Rainha concebida sem pecado original, rogai por nós. Rainha da Assunção, rogai por nós. Rainha do Santo Rosário, rogai por nós. Rainha da paz, rogai por nós.
Veja os conceitos do Dicionário Bíblico, a seguir:
AMOR
 O amor a Deus é o primeiro e o maior dos mandamentos (Dt 6,5; Js 22,5; Mc 12,28-30). É a resposta do ser humano à iniciativa de Deus, que nos amou primeiro (Os 9,10; 11,1-4; Jr 2,2-4; 31,3; Is 63,9; Gl 2,20; 1Jo 4,19). O amor imenso de Deus se manifesta na cruz de Cristo (Jo 3,16s; 1Jo 3,1-16; 4,7-19; Rm 5,8; 8,32).
 O amor a Deus implica obediência à vontade de Deus (Dt 5,8-10; 10,12-21; Mt 7,21-28; Jo 15,9-11; 1Jo 2,3; 5,3Dt 5,8-10), o desapego ao mundo (Mt 6,24; Rm 8,7-11; Tg 4,4; 1Jo 2,15-17) e o amor a Jesus (Mt 10,37; Jo 14,21-23; 1Cor 16,24; Fl 1,21-23; At 5,41).
 O amor ao próximo, junto com o amor a Deus, resume a Lei e os Profetas (Lv 19,16-18; 1Ts 4,9-12; Gl 5,13-15; Rm 13,8-10; Mt 22,35-40; 1Jo 2,7); é o “nó”da perfeição (Cl 3,14) e apaga os pecados (1Pd 4,7-11). O amor aos inimigos foi revelado progressivamente (Dt 15,1-3; Lv 19,33-34; Pr 25,21-22; Rm 12,20; Mt 5,43-48).
 O amor ao próximo conhece degraus: a) amar o próximo como a si mesmo (Mt 22,26); b) amar o próximo como a Cristo (Mt 25,31-46); c) amar o próximo como Cristo o ama (Jo 15,9s; 1Jo 3,16-19; 1Pd 1,22-23Jo 15,9s); d) amar o próximo à imagem do amor trinitário (Jo 17,21-23; 1Jo 4,7-16).
 O amor fraterno é um sinal de contradição para o mundo (1Jo 3,11-15; Jo 15,18-21); é um sinal de que amamos a Deus (1Jo 2,3-11; 4,19-21; Tg 2,1-3.14-26). Ver “Próximo”.
BEM-AVENTURANÇAS
 As bem-aventuranças são um tema da literatura sapiencial. São a ciência da felicidade. Bem-aventuranças aplicadas à felicidade humana (Sl 127; 128; Eclo 25,8-11; 26,1-4).
 Israel é feliz por ter a Deus como o rei (Sl 33,12-17; 144,15; Br 4,4; Dt 33,29). O rei era considerado fonte de felicidade para os seus vassalos (1Rs 10,8).
 A observância da Lei torna o homem feliz (Sl 1; 119,1-2; 106,3; Is 56,2; Pr 29,18). O mesmo sucede com a meditação da sabedoria (Pr 3,13; 8,32-33; Eclo 14,2); ou com o temor de Deus (Sl 119,1-2; 128,1; Eclo 25,8-11); ou com a confiança nele (Sl 2,12; 34,9; 84,13; Pr 16,20).
Partindo da experiência de que nem o justo é, às vezes, feliz neste mundo, os profetas proclamam a bem-aventurança dos que virem os últimos tempos (Dn 12,12; Is 32,20; Eclo 48,11; Tb 13,14-16; Ml 3,12-15).
 No NT, muitas bem-aventuranças declaram que a felicidade está à porta, pois chegaram os últimos tempos (Mt 13,16; Lc 1,45; 11,27-28; Jo 20,29). Neste sentido Jesus proclamou as bem-aventuranças: O Reino traz a felicidade aos cegos, aos que choram, etc. Lc 6,20-26 deu-lhes uma feição social (cf. Lc 4,18-19; 14,13s; 1Pd 3,14; 4,14) e Mateus, uma dimensão moral, a justificação (Mt 5,3-11).
 As bem-aventuranças do Apocalipse conservam a sua característica escatológica (Ap 14,13; 16,15; 19,9; 20,6; 22,7.14).
Como o povo conviveu na existência com muitos cativeiros, e bom saber como é a experiência:
CATIVEIRO
 Houve dois cativeiros ou exílios na história do povo eleito. Em 722 aC foi deportada para a Assíria a população do reino do Norte, invadido e destruído pelos assírios (2Rs 17). Em 587 aC foi deportada para a Babilônia boa parte da população do reino do Sul, quando Nabucodonosor destruiu Jerusalém (2Rs 25). Durante o cativeiro da Babilônia os exilados foram confortados pelas palavras do profeta Ezequiel e de um profeta anônimo (Is 40–55). Eles reavivaram as esperanças de um retorno à pátria, o que aconteceu com o edito de Ciro (538 aC), o rei dos persas, que conquistou a Babilônia (Esd 1,1-4). A dura provação do exílio contribuiu para uma profunda revisão das crenças e renovação espiritual de Israel. O cativeiro da Babilônia é o símbolo do homem decaído e libertado pela graça de Jesus Cristo (Hb 2,14s).
Vamos concluir, que somos todos filhos e filhas da Mãe Universal, que devemos manter a fraternidade, crescer no amor e na sabedoria, porque só nos resta a pedir:
- Nossa Senhora Rainha do céu e da Terra:
- Rogai por nós!
E, refletir.


















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