Considerações iniciais:
Na quinta-feira, 18/07/2019, como
entre noticias que correm na imprensa.
Mas, como o que ocorre no Planalto
central temos raríssimas informações, o que soube, pelo Rádio é que o
Presidente da Câmara dos Deputados, está com o desejo de votar a Reforma
Tributária. Pois é uma reforma substancial, e que de fato, mexe com a
arrecadação, e pode gerar postos de trabalho.
As questões nacionais não estão na
Metafisica, mas sim, na realidade de fato, pois é o lugar em que não
enxerga a distribuição de renda, como
também, a essencial prestação de serviços. Logo se recolhe os impostos do quilo
de café, mas, o pó não há em casa, porque acabou a grana do mês.
Então, pensemos no legado de Aristóteles
ao tempo presente, e está a seguir:
Metafísica de Aristóteles:
Metafísica é um conjunto de escritos de
Aristóteles que, possui a finalidade de ,
de
considerar o “ser enquanto ser”.
Nesse caso, a Metafísica é um conjunto de
escritos deixados por Aristóteles e separados e classificados, mais tarde, por
Andrônico de Rodes, o último discípulo que estudou no Liceu (Escola de
Aristóteles), escola de Filosofia fundada por Aristóteles. É importante
ressaltar na na Metafísica é saber o que
há em comum entre todos os 14 (quatorze) livros que compõem a Metafísica, é que eles
tratam de uma espécie de Filosofia anterior, Filosofia primeira ou Filosofia do
ser em geral.
A Metafísica, o papel primeiro da Filosofia, seria o estudo do
ser em geral. Ela seria uma espécie de ciência que não se limita a estudar uma
área, como a Biologia estuda a vida ou a Matemática estuda as relações
numéricas, mas a totalidade de relações científicas, que explicam o mundo racionalmente.
Logo por isso, Aristóteles chamou de
Filosofia Primeira os seus escritos que, mais tarde, foram batizados de
Metafísica. (Metafísica - no seu
conceito são os bens e seres que estão acima do físico).
Na Metafísica por estar porta como
disciplina substancial na evolução como ser, é importante salientar que, diferentemente das
“filosofias da práxis” (campos filosóficos que recorrem a elementos que existem
materialmente e nas relações, como a Ética e a Política, e cuida das
transformações que acontecem no
pensamento, comportamento, e atos sociais e humanos), a Metafísica é teorética,
pois ela não tem uma finalidade outra, fora de si mesma, sua finalidade é o
próprio conhecimento (saberes sobre suas relações de espaço e tempo, e como se
põe o ser no universo).
Lógica e Metafísica:
A Lógica, sistematizada pela primeira vez
por Aristóteles, tem uma íntima relação com a Metafísica, pois a primeira
também recorre a artefatos fora da prática para estabelecer-se enquanto campo
de estudo.
Existem elementos comuns que podem ser extraídos dessas duas disciplinas
filosóficas que ajudam a explicar a Metafísica. Ainda no “Livro quarto” da
Metafísica, Aristóteles afirma ser: “Evidente, portanto, que a uma mesma
ciência pertence o estudo do ser enquanto ser e das propriedades que a ele se
referem, e que a mesma ciência deve estudar não só as substâncias, mas também
suas propriedades, os contrários de que se falou, e também o anterior e
posterior, o gênero e a espécie, o todo e a parte e as outras noções desse
tipo.”
É fundamental ao conhecimento humano
discernir o gênero, como se observa nas noções de gênero, espécie, todo e parte
são relações destrinchadas por Aristóteles em um pequeno tratado de Lógica
chamado Categorias (é substancial como potência, o conhecimento de categorias,
em face de que é necessário a equação da proposição). A noção de substância
mencionada na citação é, por sua vez, um conceito extremamente metafísico, pois
é o que explica o elo que liga as formas conceituais metafísicas aos objetos do
mundo.
Nesse caso, é substancial a lição do Apostolo Paulo, quando afirma que
pela ressurreição de Jesus Cristo (o
ungido do Pai), Ele pela sua paixão, morte e ressurreição fez nascer o novo
Homem, daí a substância como práxis, é Eu sou o caminho, a vida e a ressurreição,
como também, Eu sou a luz do mundo. Em Metafisica este Jesus, que nasceu da Mãe
que diz: Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim, segundo a sua palavra.
Pela sua disposição, anuência, exemplo possibilita à humanidade de estar vivo
no seu meio a substância do Pai. Logo a contribuição de Aristóteles,
Estagirita, à evolução do ser na humanidade
é salutar, e dá o conteúdo ao SER como ontologia de si mesmo.
Então, compreende-se que à substância é o que permite aplicarmos o
conceito ou ideia de cadeira em todos os objetos concretos que correspondam a
cadeiras. Por mais que existam diferentes cadeiras no mundo, podemos
concebê-las como tais, pois elas encaixam-se dentro do conceito de cadeira e
não são outras coisas senão cadeiras.
Na verdade, pois o que inibe a busca do conhecimento
está na definição e no conceito do conteúdo da substância, que inexiste, e
sua dicção não é precisa e nem correta,
em face do analfabetismo funcional, e o desconhecimento da origem, e de em
lugar (topos), ela deriva. Contudo, nos desejam impor aquilo que não é, acusam-nos
daquilo que, efetivamente, não estamos e nem somos. A farra posta na atualidade
de linguagem na prática do mal institucional, pelo fato de que os novos ricos
estão na burguesia, porque a burguesia é
uma ideologia, possui mau procedimento, porque o seu deus, é o dinheiro. O mau
procedimento na visão deles dá status, a
substancia deles é o tronco – pelourinho
-, e praticar com profundo ardor a tortura da xibata, à calunia, à injuria,
violência funcional, não respeitar os
diferentes, como os idosos, e utilizar a arrogância em dizer contra o outro o
que não é, ainda, diz que possui doze testemunhas contra o inocente.
Certamente, as testemunhas são aliciada e compradas, porque estamos numa
sociedade, que a mentira (sociedade do diabo) é normal, já que a corrupção
sobrevive deste hábito perverso.
Teoria das quatro causas:
Aristóteles percebeu que há, no mundo, movimento constante
e transformação. Por haver transformações, existe, no mundo, efeitos, e todos
os efeitos têm, por trás de si, causas.
E, esse é o princípio de causa e efeito,
um dos primordiais para a – Metafísica - aristotélica. As causas mais básicas que
explicam as origens de todos os seres são quatro, como estão expostas a seguir:
1.
Causa
material: diz respeito à matéria que compõe um ser ou objeto do mundo. Ou seja,
se pensarmos na casa do joão-de-barro, a sua causa material é o barro.
2.
Causa
formal: é a forma física e conceitual que um determinado ser ou objeto possui.
Tudo tem uma forma que o define. Se pegarmos o exemplo da cadeira, o formato de
cadeira é a sua causa formal.
3.
Causa
final: diz respeito à finalidade do objeto ou ser. As finalidades são diversas
para os diversos seres e objetos presentes no mundo. É mais fácil tomar como
exemplo, mais uma vez, um objeto inanimado como a casa do joão-de-barro, pois a
sua causa final é servir de abrigo e ninho para o pássaro e seus filhotes.
4.
Causa
eficiente: é a causa primeira, que deu origem ao ser ou objeto, ou seja, aquilo
que foi responsável pela criação. A causa eficiente da casa do joão-de-barro é
o próprio pássaro que a construiu.
Ao examinar as quatro causas, poderemos estabelecer o nexo causal entre o tempo e
espaço, como também as atribuições e os predicados do bem desejado e cobiçado.
Pois todos os objetos (res=coisa) existe a causa material; causa formal. Final;
e a causa eficiente, o que não estiver dentro co contexto possuirá
dificuldade em evoluir para o Ser. Pois
no dizer de Aristóteles: - A prática é o critério da verdade. No caso do céu,
também, examanine a causa material da
vinda à Terra de Jesus, é o homem. A causa formal – está no dever de libertar o
homem dos grilhões que o impedia de chegar na morada do Pai; a causa final de
Jesus, é ensinar sua notícia, e morrer; a causa eficiente de Jesus, está na
ressurreição. Pois estava posto, que venceria a morte, e à humanidade é sua
grande beneficiada com a boa ação.
Aristóteles argumenta ainda que, por haver
movimento em tudo e também sempre haver causa para esse movimento, é perigoso
cairmos em uma espécie de percurso ad infinitum, se não estabelecermos que, em
algum momento, houve uma causa primeira que não foi causada por nada e deu
origem às outras causas. A causa não causada será esclarecida no tópico
seguinte.
Aristóteles descreve que o universo é
movimentado por motores, olha os motores ele descreve entre 55, 45, 57. No
entanto, a quantidade no exame não importa, mas o que importa, é que o
movimento acontece, por causa dos motores. É Deus não brinca de jogar dadinhos,
e nem de fazer fofoca na praça. Deus vê e sabe todas as coisas, ate o nosso
pensamento guardado a sete chaves.
Primeiro motor imóvel:
Motor imóvel é a causa não causada da qual
falamos no tópico anterior. Ele aparece no “Livro XII” da Metafísica, através
da regressão intelectual. Aristóteles conjectura a existência de um primeiro
motor, um primeiro causador de tudo no mundo que não tenha sido impulsionado
por nada e nem ninguém, pois ele foi o primeiro.
Então, com o objetivo de dar consistência
à Teologia e o Pensamento na Idade Média, em que a Inquisição não
utilizava a racionalidade Aristotélica,
sendo tudo a pau e a corda, já que a primeira noite de uma noiva realizava o
casamento no Feudo era do Senhor Feudal,
tais fatos e atos levaram Tomás de Aquino, conhecido como Boi
Mudo a examinar e utilizar o Pensamento de Aristóteles, trazido pelos Árabes na
sua Suma Teológica.
Tomás
de Aquino, filósofo escolástico cristão que estudou a Filosofia aristotélica,
relacionará o motor imóvel à criação divina em seu livro Suma teológica,
apresentando as cinco vias que provam a existência de Deus.
Se esta noção, uma das mais importantes da
Metafísica de Aristóteles, não fosse concebida, a teoria aristotélica falharia,
pois o raciocínio seria conduzido a uma espécie de regressão ao infinito e não
chegaria a nenhuma conclusão precisa. Eis aí a causa que levou Tomás de Aquino no uso do
pensamento de Aristóteles ao Ocidente, porque Platão está no Cristianismo, com
a Patrística, nos séculos I, II, III, IV, e o fato de Jesus na sua pregação ter
usado o Banquete de Platão, especialmente, no Sermão do Monte, e usado
Aristóteles quando diz: - Eu sou. Jesus conhecia o pensamento Grego,
inicialmente, por meio de José, que conhecia o pensamento Grego, também possuía
contato com os mercadores da Grécia, pois Nazaré estava como via de comercio ao
Egito, quando Augusto estava como Imperador, e depois com Tibério.
Salienta-se que Substância, forma,
matéria, ato e potência. Pois para conseguir o distanciamento das teses
platônicas, da veracidade exclusiva das formas ideais, sem cair em qualquer
tipo de contradição ou outra armadilha conceitual qualquer, Aristóteles teve
que formular alguns conceitos. Pensando na veracidade dos dois tipos de
existência (a formal ou conceitual e a material), percebemos um problema: a
matéria muda e a ideia não. Por isso, Platão assume como verdade apenas as
formas ideais. Como não cair em contradição, nesse caso, assumindo que um
elemento pode mudar e o outro não?
Porém, um dos conceitos formulados por
Aristóteles para esta situação é a noção de substância. A substância é o elo
entre a forma e a matéria. É ela que estabelece que um determinado nome
conceitual se aplica a um objeto específico. Para resolver o
problema da mutação material, o filósofo introduziu a necessidade da distinção
entre ato e potência (no Direito Civil Pontes de Miranda, utiliza o conceito
Aristotélico no seu conceito de Ato-fato, pode examinar que o dito pelo
formidável Pontes está no conceito de Aristóteles).
Devemos possuir ciência do que é: Ato é
tudo aquilo que existe agora, atualmente. Tornar-se ato (tornar o que se é
agora) é atualizar. Potência é o poder ser, o devir, o vir a ser. Como exemplo,
podemos visualizar uma criança, que é criança em ato e adultos em potência. Ao crescer, amadurecer e
tornar-se adulta, a criança passou pelo processo de atualização.
Certamente, na questão do conhecimento há
necessidade de passar na Peneira de Sócrates: -Verdade, bondade e necessidade.
Considerações finais:
Devemos desejar é conhecer o saber, e a Metálica
é instrumento eficiente, quando se deseja abrir aquilo que não se
enxerga a olho nu.
Quando se ingressar nas questões
doutrinárias que envolvem os mistérios, o oculto, enfim, aquilo que se intui,
mas não se enxerga, como também, os atos e fatos que acontecem no dia a dia,
mas não há uma explicação plausível.
Por exemplo, há uma tradução com erro quando se relaciona existência de ressuscitado de Jesus de Nazaré:
Quando o tradutor utilizou o étimo: Ele
desapareceu. Ora, desaparecer, é o mesmo que não existir, não estar, e não ver.
Mas não ver: - Corretamente, é estar: -
Invisível.
Logo é necessário dominar os conceitos, pelo
simples fato, o que se diz que não aceita os mistérios e o oculto, possuirá
enorme dificuldade no aprendizado da Metafisica, porque é a disciplina daquilo que está acima da
cabeça, pois o bom aprendizado exige humildade, leitura, enfim, a busca daquilo
que está oculto.
No processo civilizatório existe e existiu
conhecimentos encobertos, e cabe serem desvendados e descoberto, a bem da humanidade.
Pense e refletia, porque se não quiser
pensar, também não deseja, existir.
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