A UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA, QUAL A FINALIDADE DO DOM?
Sábado, 13/07/2019, o que faremos com
nossa inteligência, apenas receber notícias ruins, ou praticar boas ações para
justificar as lições da existência.
A escolha deve estar com você. A questão é
ser ou não ser. Melhor, amar o próximo como a si mesmo. A inteligência indica
que todas as ações serão dignas, quando estiverem fraternas, eis o caminho.
A sobrevivência humana exige que cada qual domine a linguagem. A linguagem
é disciplina da Filosofia, tanto que sua definição está em André Conte-Sponville, no seu Dicionário
Filosófico, p.352, Martins Fontes, 2003, que diz: “Linguagem – Em sentido lato
toda comunicação por sinais (fala-se, por exemplo, de “linguagem das abelhas”).
No sentido especifico, especificamente humano:
a capacidade de falar (a fala em potencial) ou a totalidade das línguas humanas.
Note-se que a linguagem não fala, não
pensa, não quer dizer nada, e não é uma linguagem; é por isso que podemos falar
e pensar. A linguagem é apenas uma abstração, mas traduzidas em atos, são reais, e elas se atualizam apenas em uma língua particular.
Assim, a linguagem é mais ou menos para
as línguas e para as falas o que a vida é para as espécies e para os indivíduos:
sua soma, ou seu resto.”
O mau uso da linguagem, importa em
desconhecimento e ignorância, já no dizer de Platão: é pessoal, sua, exclusivamente,
sua. Ciência: é lei, porque a ciência, possui como pressuposto a validação,
pelos vários experimentos (testes), na ciência há axiomas, premissa maior, que
a possibilita a dedução, e pela dedução se conclui com o laudo, atestado,
constatação prática, verificação, e por fim, para que a dedução seja válida (o
argumento do cientista), deixa de existir a controvérsia.
Mas, na exceção não é a controvérsia, mas
sim, à dúvida, por exemplo sobre a queda e mortes de aviões no mar, em que à caixa
preta não diz: - se causa da queda da aeronave
foi mecânica ou o erro humano. Tivemos
exemplos na aviação com essas dificuldades. Como também, outro exemplo trágico,
é em relação à morte cerebral, que atestam como morto o paciente, e depois ele
desperta na urna funerária, durante o velório. Nos traz o exemplo presente,
porque Jesus, na cidade de Cafarnaum, o zelador da sinagoga, pediu a Jesus que
fosse ver sua filha, que estava morta, e Jesus olhou e disse: - Não está morta,
ela dorme sua filha. A descoberta da morte cerebral, e sua atualização, o que
mais exercitava à prática, é Jesus de
Nazaré, no período da sua Vida Pública (existência). O único caso, conhecido
como ressurreição , e ELE a reconheceu
como fato consumado foi no caso de Lazaro, quando chamou suas duas irmãs, e já
estava a mais de três dias no sepulcro, pediu que retirassem a pedra, foi
aberto o túmulo, então Ele falou: - Lazaro! Levanta-te, e anda. Pediu que
viesse para fora. A situação de Lazaro fora morte, porque suas irmãs Marta e
Maria, Jesus não se encontrava próximo a Lazaro, e Elas mandaram noticias a
Jesus sobre o falecimento do amigo de Jesus. E, Jesus pediu-lhes que se acalmassem,
ficassem em paz, que Ele iria ver Lazaro. Elas indagaram: - Como, se ele está
morto?
Há
historiadores, que contam, que Jesus procedeu muitas curas e ressurreições,
antes de iniciar sua Vida Pública, quer dizer que foram fatos, antes do Batismo
por João Batista, porque o marco situacional da Vida Pública de Jesus, possui
seu termo inicial no Batismo de João Batista, porque na época, Salomé entrega a cabeça de João numa bandeja ao
Herodes. Logo Jesus possuía muitas razões para pedir aos discípulos pescadores
que tivessem cuidado com o fermento dos Fariseus e Herodes, então, o que levou
Vinicius na sua letra musical, a dizer sobre a maldade: -Que chego achar Herodes natural!
A linguagem é substancial e potencial no
exercício da atividade humana, pelo fato, da existência de desconhecimento do
étimo e seu significado, e o emprego indevido do mesmo.
Inteligência é dom do Espírito Santo, em
Hebraico se diz – biná; em grego se diz - Synesis; em Latim - intellectus. O entendimento é sinônimo de
inteligência, como também, a prudência, talento, compreensão, perspicácia, juízo,
discernimento. Com a sabedoria forma a dupla de qualidades básicas de um rei. Vide
in Bertolini, José, Sete Dons do Espírito Santo, p.29, Paulus, 2006.
A linguagem é a ligação pela comunicação
que se opera entre os humanos, daí é necessário a existência de domínio, e abolir
usar étimos que não existem, então, deixam de existir pelo uso viciado da
linguagem.
Atualmente, o vício de linguagem é usual.
Pois se diz como fala, aquilo que não existe, o pronem é - lhe -, mas se escuta dizer – lê -, outra comum, é o final é – lhia -,
mas o correto, pela origem do étimo é – lia. Pois é comum a confusão, de um
étimo, pelo outro, aí perguntam os ignorantes: - Entendeu?
Isto não se entende, porque não é
inteligência. Isso é deformação da linguagem.
O correto é a asnice institucional. È a
legitimação da ignorância, porque a ignorância, porque paga mau, escraviza o
próximo, então, não faz os exploradores do homem pelo homem aumentar a renda
daquele que trabalha, porque ele deixará de ficar consigo à mais valia. Logo o bem comum não fascina os senhores feudais, déspotas, tiranos, lobos titulares da classe dominante.
A inteligência do mal, cada ação é um
pecado mortal, conhecido como vício.
Reflita.
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