E O BOM EXEMPLO FAZ A DIFERENÇA. “O EGOÍSMO NÃO É AMOR POR NÓS PRÓPRIOS, MAS UMA DESVAIRADA PAIXÃO POR NÓS PRÓPRIOS.” ARISTÓTELES


É terça-feira, 2 de julho de 2019, o clima está frio, às vezes chuva,  existem momentos, com  névoa fria, inicio da estação de inverno no hemisfério sul.
Mas, a melhor notícia, foi no dia de ontem, direto do  Vaticano, em que uma Brasileira será canonizada, como exemplo de ser humano, vida simples, mas capaz de estar na santidade pela sua formidável obra, pois é aí que passarinho canta:
O Vaticano anunciou a data de canonização da Irmã Dulce.
O Papa Francisco, no Vaticano, e dom Murilo Krieger, em Salvador, fizeram o anúncio ao mesmo tempo. A cerimônia vai ser realizada no dia 13 de outubro e Irmã Dulce será chamada de Santa Dulce dos Pobres.
“Deus quis que eu a conhecesse através dos frutos dela, da obra que ela deixou e do carinho que ela gravou no coração desse povo”, disse dom Murilo.”
Lá no Planalto há notícias quente,  no que diz respeito à Reforma da Previdência, desde 1998, não param de emendar à Constituição/88. Pois a angustia, e o sofrimento da massa inativa, hoje, com mais de 65 (sessenta e cinco) anos, perde referências, e nem sabe como será, amanhã.
Pois  que deve ser a certeza, como sempre, a institucionalização  da linha abaixo da pobreza, já que pobreza, neste caso, é desapego ao ter, e os bens expressos em matéria,  com o coneito de egoísmo.
 A matéria possui como significado mais  conhecido, que é o egoísmo, escrito  por André Conte-Sponville, Dicionário Filoosófico, p. 215, Ed. Martins Fontes, 2003, quando ensina: “Egoismo – Não é o amor a si, é a incapacidade de amar outra pessoa, ou de amá-la de outro modo que não seja para o seu  próprio bem. É por isso que considero  o egoísmo um pecado capital (o  amor a si seria, ao contrário,  uma virtude) e o princípio de todos eles.
É também uma tendência constitutiva da natureza humana So é possível superá-lo por esforço ou por amor – por virtude ou por graça.”
O egoísmo é considerado a maior trava à evolução humana, pelo fato de que o egoísmo apega  homem ainda no homem de ferro, que adora o ter mais, e avilta o ser mais. No ego luta por posição, e o poder que o dinheiro diz que o dará. O egoísmo é o mestre-sala  com alegoria de rico, finge ser  o pavão misterioso, mas que nunca soube o que é na realidade. Mais o mais avassalador é o egoísmo periférico.
Pois existe a  bela lição repassada por Jesus Cristo sobre a compaixão aos fracos e oprimidos, quando diz: “Jesus percorria todas as cidades e aldeias, e ali ensinava em suas sinagogas, proclamando a Boa Nova do reino e curando toda doença e toda enfermidade. Vendo as multidões, tomou-se de compaixão por elas, porque estavam exaustas e prostradas como ovelhas sem pastor. Então diz aos seus discípulos: “A messe é abundante, mas os operários, pouco numerosos; pedi, pois, ao dono da messe que mande operários para a sua messe” (Mateus 9,35-38).”
O marco situacional, em que Jesus fizera a formidável lição, pelo contexto da época, ele percebeu e intuiu que para realizar a boa obra, fazia-se necessário mais operários na messe, o que quis ensinar, diz respeito às limitações do  povo, homem e mulher, que fazem parte da messe. Pois estavam sem nada consigo, que ele chegou a dizer: Parecem ovelhas sem pastor. Ora.  Pois é dp conhecimento público, que sobreviver na ignorância,  perde-se o destino, não sabe como navegar, e nem o que existe no outro topos, porque não há mais o sonho, nem o desejo de construir a utopia.
A compaixão anunciada na sua boa notícia, significa que  todos são irmãos, pela fraternidade, e pelo amor e a sabedoria. O que o Mestre quis ensinar aos seus dispulos e apóstolos, é que os operários (operadores) do  sacro ofício existem   com objetivo de que na messe, às ovelhas, não se desgarrem do Pastor, em síntese, é que por causa da miséria, e da exploração do homem pelo homem não seja cooptadas as estradas transversas e de atalho. Contudo, é dever do operário da messe possuir compaixão, por aqueles, ainda, não estão  perto da porta do reino. No caso, é necessário e eficaz o compartilhamento.
Outro viés da lição de Jesis, a questão de necessidades de vocações (chamados) a atribuição de operário da messe, porque a vocação é uma voz, que chega ao ouvido e lhe diz: - Vai, lá é o seu lagar, é pra isto, que está no planeta. Daí devemos compreender  como nasce a vocação de Plesbítero, o Padre, que  é ordenado Sacerdote (na antiguidade, como nas nações onde o Processo civilizatório foi mais abundante, existiam os Sacerdotes, com atribuições  especiais, tanto pelo conhecimento, quanto pelo exemplo  que ofereciam à população).
Conclui-se que é nosso dever abolir o egoísmo, e seguirmos à luz, pela compaixão ao semelhante, pois aí está  o exemplo de amor e sabedoria.
A síndrome do egoísmo está nas atitudes, hábitos e costumes. Pois  no dizer de Aristóteles: O costume atrapalha à caminhada humana, é quando se transforma em hábito. Pois aí os que vagam no ignoto, dizem que é lei. Pois a lei necessita do soberano, e na via democrática, há que existir o Parlamento. Pois  a edição de uma lei por um, não é necessariamente  uma lei (Lex), mas um Decreto, uma ordem, no Poder absoluto.
Pois o egoísta se julga o Rex, e ainda, possui delírios, que chega a dizer, que egoísta são os outro, mas, ele, não, é um patriota.
Os egoístas, tiramos, autoritários, déspotas, mandarins, eles se julgam os gostosos, porque eles e elas, dizem que são os melhores amantes do planeta. O que se sabe é que todo egoísta leva o  boné  de cabrito, há também o chapéu de vaca, e deseja satisfação  do jaguara, pois não chega a ir a duelo, com o desafeto no amor, e ainda, acaba perdendo a vida, por meio da arma branca. Este é o egoísta da nata, não quer nada  com ela, mas proíbe que ela conheça a sua felicidade. É do conhecimento público, que todo aquele for  traira, ele trai até com o cabide, porque se diz, que roe a fronha.
Esta pregação não de Jesus Cristinho, ele é o filho do Pai eterno, e tem a mãe escolhida por Deus, e bonita por natureza, ela só protege. Então, não coloque Jesus Cristinho no angu de caroço.
Na verdade, é necessário que se encontre uma justificativa razoável â açõs praticadas nos ciclos da caminhada, porém, é bom abolir:
Eu preciso de mil; depois mais  dois,  do seu mato não sai coelho. Pois um dia é da caça, e outro dia é do caçador.





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