A MÍSTICA E O MISTICISMO, SÃO O CAMINHO DOS INICIADOS, EXCETO O NEÓFITO. DEVEMOS ESCOLHER. COM A FRATERNIDADE IREMOS LONGE, ATÉ AO CÉU.
É quarta-feira, 17/07/2019, depois de
ter de ouvir o mal que nos querem
praticar, pois se sabe por força da
nossa existência, que o ato de executar a maldade, significa que homens ainda
máscara, que são aliados das forças do
mal (diabo, satã e demônio). Logo se sabe que o que está no mal, perdeu a
proteção, em relação à longevidade, como
já se enxergou autores das atrocidades subirem rápido, e pela escolha irem no
lugar onde há festa, bilu teteia, as cores são vermelhas, inclusive até possuem
chifres, e dividem suas conquistas de maldades. Sim, pois tudo é elogio.
É, há os que sobem, como há os que rapidamente estão no seu trono da maldade.
Mas, limito-me a abordar aquilo que faço a
pedido, sobre o misticismo e a mística, e como ela se opera em relação a fé, a
evolução, eo ser. Eis aí a expostição a
seguir:
Misticismo (do Grego que signiffica mystikos, "um
iniciado em uma religião de mistérios") divindade, verdade espiritual ou
Deus (Eu sou) através da experiência (pratica ou práxis - transformação, prova
pessoal) direta ou intuitiva (do mental, cujo conhecimento deriva da alma= anima, psique)
.
No livro de Jakob Böhme - "O Príncipe dos Filósofos Divinos -",
diz que: - o misticismo se define como
um tipo de religião que enfatiza a atenção imediata da relação direta e íntima
com Deus, ou com a espiritualidade, com a consciência da Divina Presença (espiritualidade
no caso significa o exercício das práticas necessárias à obtenção da contemplação
e a visão do Eu superior ao bem da
comunicação com os seres existentes no
universo, que lhe transmitem o conhecimento,
e sabedoria, com os meios e ferramentas ao místico iniciado – não está como neófito - , em
que lhe possibilita à realização, a
felicidade, e aptidão no cumprimento das lições, e como se opera no final da
escada, pelo ser evoluído).
Contudo, no caso da mística, pode ser a religião em seu mais apurado e intenso
estágio de existência na caminhada da vida
(sopro, espírito, e também alma que está desde toda eternidade).
O iniciado que alcançou o
"segredo" é chamado um "místico". Os antigos cristãos
empregavam a palavra (étimo) "contemplação" para designar a experiência
mística. Que conviviam permanentemente, pelo aprendizado no catecumenato, como também,
o fato de Jesus Ressucitado ter pedido para vir em línguas de fogo o Espírito
Santo aos Apóstolos e aos discípulos, o que ofereceu aos seguidores o
conhecimento e a ausência de medo (o fato ocorreu no Pentecostes, pois dizem que essa expressão está em Grego).
Logo, o conceito de místico é:
- "O místico é aquele que aspira a
uma união pessoal ou a unidade com o Absoluto, que ele pode chamar de Deus,
Cósmico, Mente Universal, Ser Supremo etc. (Lewis, Ralph M)". unidade com o Absoluto, o autor se refere ao
conceito do Grupo de Alexandria, sobre à Unidade, que a Trindade em um só ser,
que se põe como – Absoluta -, porque dela, não deriva outro ser. Pois o conceito veio ao Cristianismo
do Grego, entre eles – Parménides -, e aplicado por Plotino, e Amônio Sacas,
que é de origem Indiana, que certamente, no passado receberam a doutrinação
pelo Apostolo Tomé, que levou a doutrina à índia.
Mas, são dados que ainda não nos chegaram, mas
pela riqueza, e pelo fato de ter sido o Mestre de Plotino, deduz-se que as
informações que nos legou vieram de Tomé, o Gêmeo. O que nos passou a melhor lição de dúvida, quanto a possibilidade de Jesus crucificado, na
realidade, estar vivo. E, Tomé, pôs o dedo na chaga dos pregos nas mãos de
Jesus, e passou a mãe o no peito onde furaram com a lança. Logo Tomé exclamou:
- Meu Senhor, e meu Deus! (ois é ler o
Evangelho de Tomé, e se possui uma bela
noção do conteúdo).
A palavra "místico" foi
empregada pela primeira vez no Mundo Ocidental nos escritos atribuídos a
Dionysius, o Areopagite, que apareceu no final do século V. Dionysius empregou
a palavra para expressar um tipo de "Teologia", mais do que uma experiência.
No entanto, para ele, também, muitos intérpretes, desde então, o misticismo
tem se baseado em uma teoria ou sistema religioso que concebe Deus como
absolutamente transcendente, além da Razão, do pensamento, do intelecto e de
todos os processos mentais. Logo o misticismo, como a mística é meio e
instrumento utilizado pelos Cristãos, especialmente, aqueles que desejam atingir a perfeição, que possui como
paradigma à Santidade, cujo caminho muitos mártires, e seres exemplares, que se
bilocavam de um lugar ao outro, como meio de praticar boas ações, igualmente, fugir das perseguições impostas
pelos dominadores, com decretos sumário de morte pela pena capital, como
ocorreu com as Santas Agueda, no século II, e Santa luzia, que primeiro a
arrancaram seus olhos, e no dia 13 de dezembro de 303, ela foi decapitada. E,
luzia foi uma bela mística, porque ela manteve o bem que acreditava, pelo fato de como ser, já ser
do céu. Logo ela pregou o testemunho, e não abriu mão de nenhum dos seus
princípios, à ninguém.
Pois a palavra, desde então, tem sido usada para os
tipos de "conhecimento" esotérico e teosófico, não suscetíveis de
verificação. A essência do misticismo é a experiência da comunicação direta com
Deus (Eu sou, o nome dado na Sarça ardente, em Êxodo, 15, 13-14-15-16).
A origem do étimo misticismo:
A palavra "misticismo" tem
origem no termo grego μυστικός = "iniciado" (nos Mistérios de
Elêusis, μυστήρια = "mistérios", referindo-se as
"Iniciações", é a busca para
alcançar comunhão ou identidade consigo mesmo, divino, Verdade espiritual, ou
Deus através da experiência direta, intuição ou insight; e a crença que tal
experiência é uma fonte importante de conhecimento, entendimento e sabedoria.
As tradições podem incluir a crença na existência literal de realidades
empíricas, além da percepção, ou a crença que uma "verdadeira"
percepção humana do mundo trancende o raciocínio lógico ou a compreensão
intelectual.
O termo "misticismo" é,
frequentemente, usado para se referir a crenças que são externas a uma religião
ou corrente principal, mas relacionado ou baseado numa doutrina religiosa da corrente
principal. Por exemplo, Kabala é a seita mística dominante do judaísmo, sufismo
é a seita mística do Islã e gnosticismo refere geralmente a várias seitas místicas
que surgiram como alternativas ao cristianismo. Enquanto religiões do Oriente
tendem a achar o conceito de misticismo redundante, e o conhecimento
tradicional e ritual são considerados como esotéricos: por exemplo, vajrayana e
budismo.
Uma grande estátua em Bangalore retratando
Shiva meditando
Definições:
Uma definição de misticismo não poderia
ser ao mesmo tempo significativa e de abrangência suficiente para incluir todos
os tipos de experiências, que têm sido descritas como "místicas".
Por definição natural, misticismo é a
crença através da prática, estudo e aplicação das leis que unem o homem à
Natureza.
Desta forma, a mística se distingue da
religião por referir-se à experiência direta com a divindade, transcendendo sem
a necessidade de intermediários.
Na teologia:
Conjunto de práticas religiosas que levam
à contemplação dos atributos divinos. Estado natural ou disposição para as
coisas místicas, religiosas; religiosidade.
O "Olho que tudo vê" ou Olho da
Providência que aparece na torre da Catedral de Aachen.
Então, vamos conhecer o significado , que
as palavras são muito parecidas, mas a atitude é completamente oposta. O
místico é alguém que vive do encontro pessoal com Deus. É possível ver no seu
olhar o brilho do céu. Seus gestos refletem o calor transfigurado de alguém que
foi profundamente tocado pela graça. Podemos dizer, então, que o místico é
alguém “cheio de graça”. Místicos sabem sorrir, sabem brincar, sabem rezar e
fazer silêncio. O místico repousa no colo de Deus. É criança sem ser infantil,
vive antecipadamente na terra o que um dia viverá eternamente no céu. É alguém
que sente saudades do paraíso original e sabe que caminha para lá.
Diferença entre místico e misticismo:
Místico sonha de olhos abertos, não nega a
realidade ou colocar panos quentes nas situações difíceis. Não tem medo de
olhar para a política ou para economia. Místico verdadeiro tem a Bíblia em uma
das mãos e na outra um jornal. Se está alheio à realidade, pode crer, místico
ele não é, pois o místico, como Moisés, está sempre diante da Sarça Ardente
ouvindo Deus falar: “Eu ouvi o clamor do meu povo. Vai lutar por libertação”. O
místico é crítico sem ser amargo. É consciente sem ser ranzinza. É severo sem
ser rigorista. É uma pessoa equilibrada. A mística nos torna mais humanos, mais
próximos da imagem original pensada por Deus. A mística, portanto, é um caminho
de santidade.
E o misticismo?
- É
o subproduto. Se a mística transforma as pessoas a partir de dentro, o
misticismo, como toda imitação, veste apenas uma “camiseta”. O misticismo topa
tudo por dinheiro. É religião de mercado. Faz dos símbolos religiosos uma grife.
O misticismo não tem compromisso, é apenas adereço pessoal externo. Os
misticóides costumam ser um pouco ridículos, exageram nos badulaques, colocam
três ou quatro tercinhos espalhados pelo corpo. Raramente, dão-se conta de que aquele
objeto foi feito para rezar. O misticismo não reza, fica zen; não medita, entra
em “alfa”. O misticismo não conhece o bom humor. Misticóides são primos-irmãos
de fundamentalistas, um prato cheio para o terrorista que precisa de uma “mula”
que leve a bomba grudada ao próprio corpo. Isso não é martírio, é burrice. Não
é heroísmo, por mais justa que seja a causa. Somente Deus tem direito sobre a
vida e a morte, mas o misticismo não percebe nada disso.
o misticismo está muito distante da
mística, seus reféns acabam sentindo inveja dos verdadeiros santos. Um deles
nem percebeu o ato falho e disse: “Padre, tenho tanta inveja de Santa Terezinha
do Menino Jesus!”. Durma com um barulho desses!
Conclui-se, que os caminhos estão postos,
devemos conhecer, afim de saber que pela virtude, pelos dons da inteligência,
do conhecimento, e da sabedoria, com certeza, nada é impossível, o que nos cabe
fazer é refletir, meditar, contemplar, e olhar no céu, que ao sabermos que
somos filhos e filhas do universo, que a Porta é Nossa Senhora, e que ela pode
é: - Fraternidade.
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