QUAL DEVE SER O ARGUMENTO MAIS FORMIDÁVEL? - A ESPERANÇA, A FÉ, AMAR INCONDICIONALMENTE, E NÃO ESTAR EM DÉBITO COM O CÉU, APENAS, O CRÉDITO.


Pois é quarta-feira, e quinta-feira 3 e 4 de julho de 2019, ademais, estamos  construindo nossa caminhada, na certeza que um dia de sol e outro de chupa, é que podemos presenciar o nômano (evento interno) da natureza, que chama à curiosidade do homo sapiens, porque já ocorreu semelhante na década de 1990, o eclipse total da estrela mãe da constelação: - O sol.
No entanto, cada  qual possui  o modus faciendi  profundamente traumático ao semelhante. Pois se observa ao caminhar na rua, e com o vento às vezes à roçar na face, a ação de  homens de ferro, sem a compressão dos ciclos passados no planeta, e de que, a passagem  transitória  no meio do povo, que do ponto de vista universal deveria ser como está posto: Outra referência ao termo é a carta de Alcuíno para Carlos Magno em 798, embora acredita-se que seu uso tenho sido feito mais tarde. A citação completa de Alcuíno:
Nec audiendi qui solent dicere, Vox populi, vox Dei, quum tumultuositas vulgi semper insaniae próxima sit.
A sentença de que a voz do povo é a voz de Deus, está correta, desde que, o povo compreendido como os homens e mulheres de voa vontade, sensatos, e prudentes, como também, afinados no acorde da justiça e da unidade, neste caso, a expressão está na linguagem na condição de argumento válido. Não é possível validar o argumento em grupo que estão como a turba, corroído pelo ódio, a lançar os desejos diabólicos só para ver morrer inocente, ou aquele que não é do mal, como também não faz parte da associação criminosa. Logo a decisão de Jesus, no alto da cruz, em pedir ao Pai que: - Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem.
Nesse caso, Jesus agiu com compaixão dos ignóbeis  de uma parcela do povo, que se punham a rosnar na frente do Pretório Antoniana, construído pelo estupido Herodes, em homenagem  a Marco Antônio, que possuiu o mesmo fim de Cleópatra. Logo o Certo Galileu generosos, sábio, prudente, e que perdoa, mesmo os asnos que gritavam:  - Crucifica!
Certamente, hoje como ontem, há os imbecis, e idiotas que ficam  hurdindo o  sensacional, com a finalidade de fazer a – opinião pública -, como se a opinião pública se cria com mentira, arquitetada, pela  associação diabólica, pois tudo o deseja é a coluna de jornais, como se estivesse no ultimo degrau da burguesia que desconhece as estripulias e os bacanais da Idade antiga, Idade Média,  também,  à Moderna, mas bem  acentuada na contemporaneidade.
Concernente a opinião, Platão  descreve que a opinião é  pessoal, que não traz consigo  premissas, nem princípios, como os axiomas, existentes na ciência. Pois opinião cada qual possui a sua. O conhecimento da ciência, não, porque a ciência exige a prova do experimento (é aí que reside a utilidade da empiria). Pois afirmar ato e fato que não existiu, fica evidente, à falsidade, a mentira, e o perjúrio (o falso testemunho). Causa-nos espanto a torpeza e a futilidade com que são tratados os iguais (direito fundamental, de que todos são iguais perante a lei), pois no contexto presente, o que está a ser tratado como igual expressa-se no seu depósito bancário, no cartão e no talão de cheques, também no número de veículos que possuir na sua garagem. No caso, decorrer que a persona  com perfil agradável necessitará possuir o corpo esbelto, talhado na forma de Apolo, estar belo (em Grego, o que está bem feito).  Não há dúvida que aí o interessado encontrou a lâmpada, e age como o gênio da lâmpada. Dessa forma, é justificado  os desejos e a vontade existentes em grande parcela da humanidade.
O apego ao que reluz, como também a cotação de mercado são os meios para se justificar a mediocridade e a utilização de argumentos, conforme se observar na classificação que segue:
1. Argumento de Autoridade:
A ideia se sustenta pela citação de uma fonte confiável, que pode ser um especialista no assunto ou dados de instituição de pesquisa, uma frase dita por alguém, líder ou político, algum artista famoso ou algum pensador, enfim, uma autoridade no assunto abordado. A citação pode auxiliar e deixar consistente a tese.
Não se esqueça de que a frase citada deve vir entre aspas. Veja:
“O cinema nacional conquistou nos últimos anos qualidade e faturamento nunca vistos antes. ‘Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça’ - a famosa frase-conceito do diretor Glauber Rocha – virou uma fórmula eficiente para explicar os R$ 130 milhões que o cinema brasileiro faturou no ano passado”.
(Adaptado de Época, 14/04/2004)
2. Argumento por Causa e Consequência:
Para comprovar uma tese, você pode buscar as relações de causa (os motivos, os porquês) e de consequência  (os efeitos, a decorrência).
Observe:
“Ao se desesperar em um congestionamento em São Paulo, daqueles em que o automóvel não se move nem quando o sinal está verde, o indivíduo deve saber que, por trás de sua irritação crônica e cotidiana, está uma monumental ignorância histórica.
São Paulo só chegou a esse caos porque um seleto grupo de dirigentes decidiu, no início do século, que não deveríamos ter metrô. Como cresce dia a dia o número de veículos, a tendência é piorar ainda mais o congestionamento – o que leva técnicos a preverem como inevitável a implantação de perigos”.
3. Argumento de Exemplificação ou Ilustração:
A exemplificação consiste no relato de um pequeno fato (real ou fictício). Esse recurso argumentativo é amplamente usado quando a tese defendida é muito teórica e carece de esclarecimentos com mais dados concretos.
Veja o texto a seguir:
“A condescendência com que os brasileiros têm convivido com a corrupção não é propriamente algo que fale bem de nosso caráter. Conviver e condescender com a corrupção não é, contudo, praticá-la, como queria um líder empresarial que ssegurava sermos todos corruptos. Somos mesmo? Um rápido olhar sobre nossas práticas cotidianas registra a amplitude e a profundidade da corrupção, em várias intensidades.
Há a pequena corrupção, cotidiana e muito difundida. É, por exemplo, a da secretária da repartição pública que engorda seu salário datilografando trabalhos “para fora”, utilizando máquina, papel e tempo que deveriam servir à instituição. Os chefes justificam esses pequenos desvios com a alegação de que os salários públicos são baixos. Assim, estabelece-se um pacto: o chefe não luta por melhores salários de seus funcionários, enquanto estes, por sua vez, não “funcionam”. O outro exemplo é o do policial que entra na padaria do bairro em que faz ronda e toma de graça um café com coxinha. Em troca, garante proteção extra ao estabelecimento comercial, o que inclui, eventualmente, a liquidação física de algum ladrão pé-de-chinelo”.
4. Argumento de Provas Concretas ou Princípio:
Ao empregarmos os argumentos baseados em provas concretas, buscamos evidenciar nossa tese por meio de informações concretas, xtraídas da realidade. Podem ser usados dados estatísticos ou falsos ou fatos notórios (de domínio público).
Veja como se processa:
“São expedientes bem eficientes, pois, diante de fatos, não há o que questionar... No caso do Brasil, homicídios estão assumindo uma dimensão terrivelmente grave. De acordo com os mais recentes dados divulgados pelo IBGE, sua taxa mais que dobrou ao longo dos últimos 20 anos, tendo chegado à absurda cifra anual de 27 por mil habitantes. Entre homens jovens (de 15 a 24 anos), o índice sobe a incríveis 95,6 por mil habitantes”.
5. Argumento por analogia (ou a simili):
É o argumento que pressupõe que se deve tratar algo de maneira igual, situações iguais. As citações de jurisprudência são os exemplos mais claros do argumento por analogia, que é bastante útil porque o juiz será, de algum modo, influenciado a decidir de acordo com o que já se decidiu, em situações anteriores.
Veja um exemplo desse argumento:
Em relação à violência dos dias atuais, o Brasil age semelhante a uma noiva abandonada no altar: perdida, sem saber para aonde ir, de onde veio e nem para onde quer chegar. E a questão que fica é se essa noiva largada, que são todos os brasileiros, encontrará novamente um parceiro, ou seja, uma nova saída para o problema”.
6. Argumento de Senso Comum:
É o argumento que traz uma afirmação que representa consenso geral, incontestável. São mais utilizados quando se quer defender um ponto de vista, uma opinião, um argumento que é massificado; ninguém irá apelar contra, pois é conhecido universalmente.
7. Argumento de fuga:
É o argumento de que se vale o retórico para escapar à discussão central, onde seus argumentos não prevalecerão. Apela-se, em regra, para a subjetividade – é o argumento, por exemplo, que enaltece o caráter do acusado, lembrando tratar-se de pai de família, de pessoa responsável, de réu primário, quando há acusação de lesões corporais (ou homicídio culposo) em que é réu.
Então, é oportuno enxergar a visão de Arthur Schopenhauer, ao se referir ao dinheiro e a verdadeira felicidade humana, veja:
“O dinheiro é uma felicidade humana abstracta; por isso aquele que já não é capaz de apreciar a verdadeira felicidade humana, dedica-se completamente a ele.”
Na verdade, o grande  conflito humano está restrito o que a Pitonisa do Oráculo de Delfos, dissera a Sócrates, pois fora surpreendente à época do apogeu dos Tiranos Gregos, em número de trinta e seis, o que receitara a Sócrates, é a necessidade premente e urgente no limiar do século XXI – Era de Aquarius -, então, urge conhece-la:
“Conhecer-se a si mesmo.”
Contudo, o conhecer a si mesmo não está apenas no nômano (interior), mas, também, no fenômeno (são em regra, os dons e predicados, externos). Pois é usual dizer, o que vale é o interior. Na verdade, o interior se o foco não estiver nos sentimentos do coração (sim, no Oriente, se sabe que junto ao coração há um chacra). O que conta de nômano são as intuições sobre a comunicação com o universo, como também, a força do orar (rezar também), como os predicados que se encontram encobertos, porque nesse caso, a fé como energia cerebral, que realiza o seu nexo ou ligação com a obra, irá desembocar na lição do Apostolo Tiago, como Ele descreve essa questão (Tg 2, 1 a 26):
“Caridade para com todos - 1Meus irmãos, não tenteis conciliar a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo glorioso com a acepção de pessoas. 2Suponhamos que entra na vossa assembleia um homem com anéis de ouro e bem trajado, e entra também um pobre muito mal vestido, 3e, dirigindo-vos ao que está magnificamente vestido, lhe dizeis: «Senta-te tu aqui, num bom lugar», e dizeis ao pobre: «Tu, fica aí de pé»; ou «Senta-te no chão, abaixo do meu estrado.» 4Não é verdade que, então, fazeis distinções entre vós mesmos e julgais com critérios perversos?
5Ouvi, meus amados irmãos: porventura não escolheu Deus os pobres segundo o mundo para serem ricos na fé e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam? 6Mas vós desonrais o pobre. Porventura não são os ricos que vos oprimem e vos arrastam aos tribunais? 7Não são eles os que blasfemam o belo nome que sobre vós foi invocado?
8Se cumpris a lei do Reino, de acordo com a Escritura: Amarás o teu próximo como a ti mesmo, procedeis bem; 9mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis um pecado e a lei condena-vos como transgressores. 10Porque quem observa toda a lei mas falta num só mandamento torna-se réu de todos os outros. 11Pois aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se, pois, não cometeres adultério, mas matares, tornas-te transgressor da lei.
12Falai e procedei como pessoas que hão-de ser julgadas segundo a lei da liberdade. 13Porque quem não pratica a misericórdia será julgado sem misericórdia. Mas a misericórdia não teme o julgamento.
Fé com obras (Rm 3,28; 4,1-12) - 14De que aproveita, irmãos, que alguém diga que tem fé, se não tiver obras de fé? Acaso essa fé poderá salvá-lo? 15Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, 16e um de vós lhes disser: «Ide em paz, tratai de vos aquecer e de matar a fome», mas não lhes dais o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará? 17Assim também a fé: se ela não tiver obras, está completamente morta.
18Mais ainda: poderá alguém alegar sensatamente: «Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me então a tua fé sem obras, que eu, pelas minhas obras, te mostrarei a minha fé. 19Tu crês que há um só Deus? Fazes bem. Também o creem   os demónios, mas enchem-se de terror.”
Certamente, não é coerente e nem congruente com a fé a inexistência da obra, pela simples razão, não contribui e nem constrói absolutamente nada a sobrevivência na preguiça, na exploração do outro, no apego do ter, que está posto o egoísmo, a cobiça, avareza, o orgulho, e ódio praticado como se a vingança restabelecesse  o templo de Jesus Cristo, que é o corpo (matéria com 70% de H2O, como se saber, a humanidade deriva dos aminoácidos da água). Pois as acusações de infrações que o suposto autor não tenha praticado, com o devido respeito, no caso está a se imputar o crime ou o pecado em inocente, tudo por força da vaidade, da inveja, da intolerância, do desrespeito, como da violência descarada, e do estelionato institucional, que deseja pela insolência e ignorância mórbida, que precipitará  o dono da chicote da língua, sendo    aquele que executa o  vício capital no inferninho particular, com arder no fogo da geena (vala que existia em Jerusalém, onde se queimava o lixo, e pegava fogo por causa da criação de gás metano, e que os mortos na cruz seriam posto  naquele lugar,  apenas,   para os abutres possuírem a satisfação de ter encontrado a carniça). Jesus não foi posto na geena, porque segundo se sabe, o corpo foi solicitado de Pilatos por José de Arimatéia, e dizem  alguns estudiosos, também, por Nicodemos, estão, Jesus foi levado ao túmulo, o que possibilitou a ressurreição dos mortos, testemunhados pelas Santas Mulheres.
A base do argumento utilizada foram a narração dos fatos preservada pela tradição Cristã a 2019 anos, depois do nascimento do Menino Deus, na cidade de Belém, cidade do Rei Davi.  Pois este deve ser um argumento sempre recente, porque Jesus por meio da boa notícia, todos os dias está no meio de nós. Logo  à Prece à Jesus, sempre que:  - “Venha a nós o vosso reino; assim na terra, como nos céus.” Pois nós confiamos e esperamos no doce  -  do Sagrado Coração de Jesus.
A farra feita com a tragédia humana nos conduz à realidade dos que se prestam à julgar o próximo  como se estivesse à associação criminosa, então, na quadrilha da bandidagem (bando), conspiram, humilham, utilizam da violência, aloprados, que levam  o ser racional, que estão desocupados,  estão preguiçosos (vadiagem), não trabalharam e desejam obter proventos de aposentadoria, daí estão como os notáveis exploradores do homem pelo homem, e rotulam o semelhante como  - materialista -, sem a consciência de que, o materialista, é aquele que sabe que:
- Posição e status no pico da prâmide social só pode possuir aquele estiver com a burra recheada de dinheiro, em moeda corrente nacional, ou a moeda com lastro internacional,  que seja capaz de lhe colocar como novo rico, burguês cultural, e em condições dos Senhor dos Anéis, como membro ativo da classe dominante (dominus).
Logo o que se presta à fofoca, falar mal da existência é a cabeça desocupada, que está em tentação, porque é e está na prática como: - Oficina do diabo, e comete o pecado grave de estar no contexto da sentença pregada por Jesus de Nazaré, durante sua vida pública:
“Não julgueis, para que não sejais julgados.
Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?
Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?
Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.” (Mateus 7:1-5)
Com certeza, o julgamento sem direito a ampla defesa e o contraditório que são feito na praça, nos bancos, nos bares sobre o outro está em pecado mortal, porque Jesus, no Monte das Oliveiras, na hora de sua prisão, e quando judas o entregou aos corruptos, invejosos (os dono do olho gordo), comandado pelo sogro e o genro (Anás e Caifás), quando Pedro puxou a espada e cortou a orelha do soldado Romano, e Jesus o repreendeu dizendo:
- Pedro, põe a espada na bainha, porque com ferro fere, com ferro também serás ferido.
Certamente, Jesus reconhece que aquele que fizer o mal, ou praticar o mau, referente ao procedimento  que deverá  receber ou perceber o retorno da  energia maldosa desencadeada contra o alvo humano, aí fica evidente a lei do universo: A lei da ação e da reação.  
Logo a lei da ação e da reação, é lei universal, porque se não existir a volta, que  deve ser a reação, não levaria Jesus ter dito, quando o apresentaram a mulher com as acusações de mulher de vida fácil, indigna, que na cultura arcaica do povo da época, deveria ser apedrejada, porque entre o Israelita da época, a pena ao que infringisse a lei de Moisés, deveria  lhe aplicar como pena – o apedrejamento, então aí Jesus disse aos que a acusavam:
"São João, 8,  1.Dirigiu-se Jesus para o monte das Oliveiras. 2.Ao romper da manhã, voltou ao templo e todo o povo veio a ele. Assentou-se e começou a ensinar. 3.Os escribas e os fariseus trou­xeram-lhe uma mulher que fora apanhada em adultério. 4.Puseram-na no meio da multidão e disseram a Jesus: “Mestre, agora mesmo esta mulher foi apanhada em adultério. 5.Moisés mandou-nos na Lei que apedrejássemos tais mulheres. Que dizes tu sobre isso?”. 6.Perguntavam-lhe isso, a fim de pô-lo à prova e poderem acusá-lo. Jesus, porém, se inclinou para a frente e escrevia com o dedo na terra. 7.Como eles insistissem, ergueu-se e disse-lhes: “Quem de vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra”.* 8.Inclinando-se novamente, escrevia na terra."
No entanto, o comportamento e atitude dos escribas e fariseus, cometido nos anos 30 a 33 d. C., não há nada de diferente, ou mais consciencioso que às ações, e comportamentos praticados no tempo  presente. Pois hoje, a situação é mesma, pelo fato de que à persona existente é ignorante, insolente, prepotente, como não possui o que fazer, cujo seu ofício e “falar mau da existência alheia”, já que se não possuir o rabo, eles tratam de por um. O que se observa e constata que eles desejam tirar o   corpo estranho  que está no olho do outro, mas não retiram a trave que está no seu  olho, daí é o covil de alcoviteiros, ignorantes por escolha, que jamais souberam o que ocorreu com a invenção da bússola, mas ficam perdendo o tempo, e humilhando o próximo, como se fossem reinventar a roda, e forçar  a borboleta a sair do seu casulo.  Logo esses são os abrolhos humanidade, porque o que dizem, reflete suas taras hereditárias, são maus resolvidos, e inimigos formais, pois parecem como às aves de rapina, no dizer do Padre Antônio Vieira no Sermão do Bom Ladrão: -  Possuem o chifre no lugar do terceiro olho, que nos dá a terceira visão, e possuem a ambição de  por aspa na cabe do semelhante, mas,  os fariseus de hoje eles sempre vem com uma: -  Mas, ainda...! Por que? Sabe, né! Ele conversa muito, e não....!
Pois o cinismo (cachorrão) deles, atrofia a nobreza, a simplicidade, e envergonha o que necessitar estar perto deles. Conceito deles:
- Um chá de urtiga.
Contudo, referente ao argumento não é uma questão hermenêutica (interpretação), mas, um argumento que diz respeito à prova do fato e do ato em exame, cujo o excesso é considerado abuso, possuindo a característica de injustiça, o que se verifica no conceito de André Conte-Sponville, Dicionário Filosófico, p. 7, Martins Fontes, 2003, quando diz:
“Abuso – Abuso – Todo tipo de excesso, Mas a palavra designa  especialmente um excesso no direito: O abuso é como o que uma injustiça legal, ou que parece sê-lo (é menos violar a lei do que utiliza-la indevidamente),  e assim o inverso da equidade.”
O abuso  é a estupidez cometida contra a liberdade e a igualdade, na celebração de tratativas com a finalidade de ter para si o objeto cobiçado, simplesmente, pelo fato da cobiça estar vinculada com mal. Pois no caso,  o comedimento, a prudência,  e a justiça, como forma de ultrapassar o excesso, igualmente, não se justifica, já que o excesso é abuso, como na hipótese da violência e da omissão, que tipificam o ilícito penal inservível ao devir, em razão de que o argumento  deixa de estar como paradigma, e meio  possível de  estar como força desleal e insuportável, em vista da evidência da prevaricação (omissão).
Por último, é dever de todos  estar atento quanto  a realidade do argumento, no dizer de André Conte-Sponville, Dicionário Filosófico, p. 59, Martins Fontes, 2003, quando ensina:
“Argumento -  É uma ideia que tende  a justificar a outra, sem bastar no entanto para impô-la. O argumento não é uma prova, mas o que faz as vezes de prova quanto faltam as provas.”
O que está a faltar aos usuários de argumentos falaciosos, caricatos e apelante, é o desejo de estar como o bicho papão, impor o medo deles, mas que, a tese deles está com nítida nodoa  do serviço sujo, porque a probidade neles não às há. Sabe-se que são os novos ricos, brutos pela ignorância, medíocre na sua ação, por certo, uma alma atrasada, e retardatária que surge no horizonte só para nos fazer acreditar na ação noturna do lobisomem.
Todos podem negar, mas os homens que utilizam o excesso da força (violência). E ´prevaricam (omissão), na verdade, eles  desconhecem a relação de causa e efeito, não sabem a razão que fez Penélope tecer seu bordado por dez anos,  pela esperança de que Ulysses  retornasse vitorioso da guerra, que iludiram os Troianos, ao deixar-lhes de presente o cavalo de pau, e obrigarem à fuga de Dido à Cartago, e Enéas, ter fugido à Roma, que traz para frente é – Amor, e compor a mitologia da criação da cidade, no Lácio, e por isso, que  é sabido o duelo entre Roma do  Continente Europeu, e à Cartago, de África, cidade onde floresceu o último pensador da Patrística – Santo Agostinho – o filho da – Santa Mônica.
No caso de Roma e Cartago. Os fatos na época, e a estratégia Romana, na famosa Guerra Púnica, cujo General à ser vencido por Roma, sob o comando de Caio Júlio César  (sua origem é a Gen. Júlia), pois a cobiça de Cartago é sua produção de trigo, daí as legiões Romanas, venceram Asdrúbal.
Na verdade, toda a base do pensamento humano, e o argumento está no racionalismo de René Descartes (pois ele possuía origem Francesa, mas, gostava de ser chamado  com o nome latino de Renato Cartésios), na base do Discurso do Método,  que é  “Cogito, ergo sum é uma frase de autoria do filósofo e matemático francês René Descartes (1596 - 1650). Em geral, e traduzida para o português como "penso, logo existo"; entretanto, é mais correto traduzi-la como "penso, portanto sou". Na quarta parte da versão francesa de Discurso sobre o Método (1637), essa sentença é formulada como je pense, donc je suis; nesse sentido, cogito ergo sum é a sua versão latina.
Descartes alcança essa conclusão após duvidar da verdade de todas as coisas. A seu ver, mesmo que ele duvidasse de tudo, não poderia duvidar de que ele mesmo existe pelo menos enquanto "coisa que pensa" (res cogitans). Entretanto, na meditação segunda de Meditações Metafísicas (1641), essa conclusão aparece como "Eu sou, eu existo" ("Je suis, je suis ’existe").”
Pensar é  existir, e semelhante a oração da Sarça Ardente, quando Moisés pergunta ao Pai eterno, que  é  o que falava na Sarça e o Todo Poderoso não  lhe disse: “Eu sou aquilo que sou!” (onde o ser aparece duas vezes, daí o verbo bi transitivo, que predica com o eu). Então, devemos concluir que o argumento de Descartes faz parte do conhecimento do Deus na unidade de três, quando diz:
"Eu Sou" é um dos nomes que Deus atribuiu a si. A primeira declaração aparece em Êxodo, quando Moisés pergunta a Deus o que diria quando fosse perguntado pelos israelitas qual era o  seu nome. Deus diz a Moisés: " Eu Sou o que Sou".
No Evangelho de João no Novo Testamento, Jesus utiliza o termo "Eu Sou" em sete apontamentos que declaram a Sua missão de salvar o mundo:
"Eu Sou o Pão da vida." (João 6:35, 48, 51)
"Eu Sou a Luz do mundo." (João 8:12)
"Eu Sou a porta das ovelhas." (João 10:7,9)
"Eu Sou o Bom Pastor." (João 10:11, 14)
"Eu Sou a Ressurreição e a Vida." (João 11:25)
"Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida." (João 14:6)
"Eu Sou a videira verdadeira." (João 15: 1,5)
Eu Sou na Bíblia
Moisés perguntou: "Quando eu chegar diante dos israelitas e lhes disser: O Deus dos seus antepassados me enviou a vocês, e eles me perguntarem: 'Qual é o nome dele?' Que lhes direi?" Disse Deus a Moisés: "Eu Sou o que Sou. É isto que você dirá aos israelitas: Eu Sou me enviou a vocês". (Êxodo 3:13-14)
Conclui-se que o argumento válido é fé, e constrói o novo homem pela ressurreição  de Jesus Cristo, viera ao planeta para libertar a humanidade das algemas da morte e permanecer nas trevas ou no umbral.
O  argumento utilizado por Jesus  é: - Eu sou a luz do mundo; sou caminho, a verdade, e a vida; eu sou a porta das ovelhas; eu sou o bom pastor; mas é melhor, eu sou a ressurreição e a vida; eu sou a videira verdadeira. Pois no caso, há necessidade de melhor argumento à prosperidade na fé?
Logo possuir a fé de um grão de mostarda, já o suficiente para movimentar a montanha, e a ação de perdoar o argumento que faz estar transformado, sobreviver pela força do argumento, de que: -  Tudo vale a pena, se a alma não é pequena... Fernando Pessoa.
O argumento mais formidável:
- A esperança, a fé, amar incondicionalmente, e não estar em débito com o céu, apenas, o crédito.





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