O CAMINHO HUMANO É CONSTRUÍDO PELO BEM, E PELA BOA OBRA, O MAL SUBJETIVO, E O MAU COMPORTAMENTO, E AÇÃO MÁ E DO PECADO MORTAL, E HEDIONDA, FAZ DESCER AO FOGO ETERNO DO INFERNO, COMPREENDEA QUE A ESCOLHA É SUA!
O caminho humano é construído pelo bem, e pela
boa obra, o mal subjetivo, e o mau comportamento, e ação má e do pecado mortal,
e hedionda, faz descer ao fogo eterno do inferno, compreendea que a escolha é
sua!
Afinal, é
sexta-feira, 6/09/2019, véspera do dia da Proclamação da Independência, cuja declaração de Independência foi executda
pela Dona Leopolldina, que se encontrava como Regente, pelo fato de Dom Pedro
Iº se encontrava em São Paulo, pois o
ato, e a decisão da coroa Portuguesa, que decretara seu retorno a Portugal, e extinguia a condição
que se encontrava o Brasil, como Reino unido do Brasil e Algarve.
Logo, na
verdade, a imperatriz Dona Leopoldina, e José Bonifácio de Andrada e Silva, e
outros, os que pensaram a independência do Brasil. Evidente, que Dom Pedro Iº
anuiu a decisão, e adotou pela , efetiva, Proclamação da Independência, no
Imperanga, em 7 de setembro de 1822. Segundo informações, o título de Imperador
só lhe veio em outubro de 1822.
Evademte.
Que com relação a temática, do ponto de
vista prático, sáo necessários a existência da reflexão, meditação, escolha, e
o desejo de seguir as pegadas de Jesus, e a consciência de que Ele é o caminho,
a verdade, e a vida. Igualmente, executar o exemplo de sua Mãe, quando dissera ao
Arcanjo Gabriel: “Faça-se em mim, segundo a vossa palavra.”
Logo a
Santidade é uma busca, contínua e necessária, construída pela atitude, pelo
exercício, sem o cinismo e a hipocrisia, porque apego à matéria, pode fazer rapidamente,
descer ao inferno, o que ao Santo, jamais será um ser que não esteja no seio
dos bons. Então, veja como se opera o
bem em oposição ao mal:
Entenda
como funciona o processo de canonização que santificou Irmã Dulce
Postulante
tem de ser reconhecido como "servo de Deus", depois como
"venerável"; com um milagre confirmado, se torna beato e, depois,
santo, eis aí a razão de que o Santo, na
verdade, está em condições pelos predicados de estar na
escada de ouro do caminho, pela escolha exclusiva sua, de entrar como SER, e
executar ações que predicam em substãncia, potência e essência, encontrar-se
como força do Pensamento, e manter intactos à consciência, e o inconsciente,
onde edão guardados os arquivos das boas ações dos ciclos sobrevividos, no
máximo doze, mas pode ocorrer que um estágio no planeta, seja necessário os
doze ciclos, de sete anos cada. No entanto, é bom não esquecer que todo aquele
que tiver estágio probatório superior a
doze ciclos, certamente, poderá sobreviver longevamente no planeta,
podendo chegar até dezesseis ciclos.
Pois O
Globo, em 14/05/2019 - 10:11 /
Atualizado em 14/05/2019 - 11:13, dá a Notícia que trata da Canonização com o nome de Santa Dulce dos Pobres, à formidável,
nobre, e exemplar pela oração, virtude, e obra à Irmã Dulce, conhecida como por si como Santa, atualmente, está elevada ao
Altar.
Irmã
Dulce, conhecida como o "Anjo Bom da Bahia", foi canonizada pelo Papa
Francisco, com base nas suas ações, no exercício das virtudes consideradas
heroicas, na existência de encontro e contado ligada e religada ao Uno – Pai eterno, Filho
do Pai, e o Espírito da Sabedoria, criador, e curador, e também com Nossa Senhora
– Mãe do Filho. Logo é bom ter presente, que no desenvolvimento e crescimento
da Psique (alma), é necessária a mediação, a intercessão ao Pai, ao Filho, e o Espírito Santo, e na
hierarquia da corte Celestial, à Mãe é a Rainha do céu e da Terra, postuladora
como advogada dos que estão habilitados, e cumpridores das atribuições,
especialmente os mandamentos do Paí, e a lei do amor e da sabedoria, como
também, vida (espírito e alma), de contemplação e meditação, e oração, também
rezar, especialmente, a fé, que é o
notável ato de vontade e desejo de
alcançar à evolução, como objeto obter à Santidade.
Ora, pelo
exemplo de devoção à pobreza, e obediência, e a pureza, com esforç o trabalho,
como também estar conforme o estabelecido na Boa notícia, anunciada pelo
Cristo, Jesus, Mestre da Luz, que viera pela Mãe para ser o próprio Evangelho
(boa notícia em Hebraico), em razão, de que seu nascimento como homem faz a
remissão, e liberta cada ser humano dos grilhões de descer aos infernos, fato que, no
mínimo de 10% (dez por cento), observaram os mandamentos do Pai.
Pois no RIO
— É um caminho complexo e demorado até um religioso ser considerado "
santo " pela Igreja Católica.
Normalmente,
o postulante se torna um “ servo de Deus ”, com a abertura de um procedimento.
Se ele apresentar as virtudes necessárias, é proclamado “venerável”. Caso se
prove um milagre por sua graça, é beatificado. A canonização acontece com a
comprovação de um segundo milagre.
Eis aí o
que faz a pesquis sobre o bem da santidadea:
Bendito
seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou
com toda a bênção espiritual em Cristo, e nos escolheu n Ele, antes da criação
do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de Seus olhos.” Ef 1, 3
– 4 .
Apesar
desta exortação de São Paulo expressar a vontade de Deus, muitos cristãos
alegam ser difícil viver a santidade. Ora, isso me levou a refletir sobre o que
é viver a santidade, de acordo com o plano de Deus para nós. Na Bíblia nos
deparamos centenas de vezes com a palavra santo, tanto em citações do Antigo
como do Novo Testamento, mas, a maioria delas, identificando-a com Deus ou
então a apresentando como uma virtude.
Contudo,
a palavra referindo-se a uma postura humana nesta vida é rara, menos comum no
Antigo e mais presente no Novo Testamento. Porém, na Bíblia encontrarmos os
vocábulos: justo, sábio e perfeito, que são a mesma coisa. Logo, santo, justo,
sábio ou perfeito tem o mesmo significado teológico e são pistas seguras para
descobrirmos ocaminho da santidade.São Pedro, em sua primeira carta aos cristãos
neo-convertidos, espalhados por aquela região - a quem ele identifica como
eleitos segundo a presciência de Deus (como Paulo afirma no texto bíblico
anterior) e santificados pelo Espírito (I Pd, 1, 2) - assim se expressa sobre a
santidade:
“A
exemplo da santidade daquele que vos chamou (Deus), sede também vós santos em
todas as vossas ações, pois está escrito: Sede santos, porque Eu sou santo (Lev
11,44).” I Pd 1, 15 – 16.
No livro
do Levítico no Antigo Testamento, de onde Pedro extraiu a citação: Sede santos,
porque eu sou santo, a frase é precedida de diversos preceitos legais que o
povo judeu estava obrigado a seguir sob pena de morte. Porém, ao lermos
atentamente cada um destes preceitos “divinos”, veremos que se referem a
hábitos salutares que visavam principalmente preservar a saúde daquele povo,
distinguindo-os dos outros povos pagãos.
São, na
verdade, práticos ensinamentos profiláticos, entre outros, que orientavam o
povo quanto ao consumo da carne de animais, aves e todos os seres vivos que se movem nas águas e a todos aqueles que se
arrastam sobre a terra (Lv 11,46) e a outros costumes como a convivência com
leprosos, a higiene, as heranças, as relações sexuais, o culto a Deus, etc.
Apesar de
a santidade estar ligada à obediência que devemos a Deus, ela é muito mais do
que simplesmente seguirmos preceitos alimentares, regras de higiene ou
cultuais. Podemos, a partir daí, entender o motivo da justa correção que Jesus
fez aos fariseus (rígidos observadores da lei) quanto à sua conduta como líderes
religiosos. Eles seguiam rigorosamente todos os preceitos legais, mas não se
comportavam como pessoas santas:
“Vós,
fariseus, limpais o que está por fora do vaso e do prato, mas o vosso interior
está cheio de roubo e maldade! Insensatos! Quem fez o exterior não fez também o
conteúdo? Dai antes em esmolas o que possuis, e todas as coisas vos serão
limpas.” (Lc. 11, 39 – 41 .)
A
santidade, de acordo com Jesus, extrapola regras ou preceitos religiosos,
penetrando o interior do homem e da mulher. Daí exala para o exterior do corpo
por meio de atos concretos e reais de misericórdia, como dar generosas esmolas
aos mais pobres e necessitados. A santidade, ainda de acordo com Jesus,
necessita atingir o coração do homem para transformá-lo.
“Chamando
o povo dizia-lhes: Ouvi-me todos e entendei. Nada há fora do homem que entrando
nele o possa manchar; mas o que sai do homem, isso é que mancha o homem. Porque
é do interior do coração do homem que procedem os maus pensamentos:
devassidões, roubos, assassinatos, adultérios, cobiças, perversidades, fraudes,
desonestidade, inveja, difamação, orgulho e insensatez. Todos estes vícios
procedem de dentro e tornam impuro o homem.” Mc 7, 14 – 15. 20 – 22 .
Esta
advertência de Jesus nos reitera que Deus precisa penetrar o âmago de nosso ser
para nos purificar, logo, como afirmamos anteriormente, a santidade não se
restringe, simplesmente, à prática de preceitos religiosos exteriores, mas sim
ao empenho de uma verdadeira conversão interior!
A carta aos hebreus, nos apresenta a
necessidade deste empenho para nos convertermos verdadeiramente:
“Desvencilhemo-nos das cadeias do pecado! Corramos com perseverança ao combate
proposto, com olhar fixo no autor e consumador de nossa fé: Jesus. Em vez de
gozo que se lhe oferecera, Ele suportou a cruz e está sentado à direita do
trono de Deus. Considerai, pois, atentamente Aquele que sofreu tantas contrariedades
dos pecadores e não vos deixeis abater pelo desânimo. Ainda não tendes
resistido até o sangue na luta contra o pecado!” Hb 12, 1 - 4.
Ainda não
tendes resistido até o sangue na luta contra o pecado! Daí advém as
dificuldades alegadas por nós para vivermos a santidade em plenitude, pois é
necessário muito esforço, muita renúncia, muitas orações, enfim muita luta para
vencermos o pecado que se aloja em nosso coração.
É mais
fácil convertermos os outros com nossas pregações do que convertermos a nós
mesmos, mudando o nosso interior . São Paulo, na carta aos Romanos,
dirigindo-se aos escribas, mestres e doutores da lei já nos advertia a todos
nós, pregadores e estudiosos da Palavra, questionando:
“Tu que
te apóias na Lei, e te glorias de Teu Deus; tu que conheces a Sua vontade e
instruído pela Lei sabes aquilatar a diferença das coisas; tu que te ufanas de
ser guia dos cegos, luzeiro dos que estão em trevas, doutor dos ignorantes,
mestre dos simples, porque encontras na Lei a regra da ciência e da verdade; tu
que ensinas aos outros...não te ensinas a ti mesmo? Rm 2, 17 – 21.
E este
trecho duro e forte da Palavra de Deus continua nos advertindo: “Tu que pregas
que não se deve furtar, furtas! Tu que dizes que não se deve adulterar,
adulteras! Tu que te glorias da Lei, desonras a Deus pela transgressão da Lei?”
E conclui: “ Por vossa causa o nome de Deus é blasfemado entre os pagãos.” Rm
2, 21-24.
Quando
ouço leigos e pessoas afastadas da religião blasfemarem por se escandalizarem
com a conduta de certos coordenadores de pastorais, ministros da eucaristia,
líderes, pregadores da palavra ou mesmo alguns padres e religiosas que não se
comportam como deveriam se comportar as pessoas consagradas ou a serviço de
Deus, me lembro da passagem acima: “Por vossa causa o nome de Deus é blasfemado
entre os pagãos.”
Por essa
razão aquela palavra de advertência de Jesus incomoda muitas pessoas de
aparente “vida religiosa” ou de enorme piedade exterior:
“Nem todo
aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele
que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia:
Senhor, Senhor não pregamos nós em vosso nome, e não foi em vosso nome que
expulsamos os demônios e fizemos muitos milagres? E, no entanto, eu lhes direi:
nunca vos conheci. Retirai-vos de mim, operários maus.” (Mt. 7, 21 -23 .)
Jesus
afirma nunca ter conhecido estes maus operários, porque certamente eles
pregaram a santidade, mas no íntimo não a viveram. Anunciaram a Verdade, mas
viveram entre mentiras. Propagaram a Vida verdadeira, mas, em suas vidas
interiores, se enredaram pelos caminhos da morte. Apontaram o Caminho, mas se
embrenharam por atalhos duvidosos...
“Entrará
no reino dos céus, aquele que fizer a vontade do Pai” . Fazer a vontade do Pai
é lutar para vivermos plenamente a santidade nesta vida cheia de tentações, de
injustiça, de ódios, de maldade, de violência e desamor, sem nos deixarmos envolver
pelo mal. É estarmos no mundo sem sermos do mundo, nem nos deixarmos corromper
pelas coisas do mundo!
Ciente
deste risco, Jesus, ao despedir-se dos discípulos, antes de se entregar para
ser julgado e crucificado pelos homens, em uma longa oração dirigida ao Pai,
assim pediu por eles e por todos nós cristãos: “Dei-lhes a Tua palavra, mas o
mundo os odeia, porque eles não são do mundo. Não peço que os tires do mundo,
mas sim que os preserves do mal.” Jo 17, 14-15.
Mal que,
além de espalhar o medo, o terror, o desamor e a injustiça por onde passa,
consegue nos envolver a ponto de passarmos a acreditar ser válido nos valermos
dele para o combatermos, pagando o mal com o mal. E isso, infelizmente, nós
observamos, com certa freqüência, até em nossas pastorais, paróquias,
congregações e demais instituições religiosas...
Atitudes
totalmente opostas à conduta de santidade que deveríamos ter nesta vida, pois
sempre que nos valermos do mal, mesmo sob o pretexto de combatê-lo, o máximo
que estaremos fazendo será disseminá-lo pelo mundo, aumentando a sua força e
ampliando o seu campo de atuação entre nós.
Por isso
nos ensina a Palavra de Deus: “Não pagueis a ninguém o mal com o mal.
Aplicai-vos a fazer o bem diante de todos os homens. Não te deixes vencer pelo
mal, mas triunfa do mal com o bem.” Rm 12, 17-21.
Triunfar
do mal com o bem sim, é conduta de santos! Basta nos recordarmos do
comportamento de Jesus em seu julgamento, na subida do calvário e em Sua morte
na cruz: “Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem.” Lc 23,34.
Quando
retribuímos o mal com o bem, nos reitera a Palavra de Deus, pomos brasas sobre
as cabeças de nossos algozes: “Tem o teu inimigo fome? Dá-lhe de comer. Tem
sede? Dá-lhe de beber: assim amontoarás brasas ardentes sobre sua cabeça e o
Senhor te recompensará.” Pv 25, 21.
As brasas
que a Palavra de Deus se refere são os gestos inusitados de amor dos santos que
mesmo sendo perseguidos, caluniados, açoitados, injustiçados, humilhados e
castigados, respondem sempre com o bem, desnorteando aqueles que os oprimem.
Enquanto os atos maus são frios, o bem e suas conseqüências são quentes,
“incendiando” quem os recebe.
Após
proferir o Sermão da Montanha, Jesus conclui: “Amais os vossos inimigos, fazei
o bem aos que vos odeiam, abençoai os que vos maldizem e orai pelos que vos
injuriam. Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra. E ao que te
tirar a capa, não impeças de levar também a túnica. Dá a todo que te pedir; e
ao que tomar o que é teu, não lho reclames. O que quereis que os homens vos
façam, fazei-o também a eles.
Se amais
os que vos amam, que recompensa mereceis? Pois o mesmo fazem os pecadores. Se
emprestais àqueles de quem esperais receber, que recompensa mereceis? Também os
pecadores emprestam aos pecadores para receberem outro tanto. Pelo contrário
amais os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem daí esperar nada.
E grande
será a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, porque Ele é bom para os
ingratos e maus”. (Lc. 6, 27 - 35 .)
Sermos
filhos e filhas do Altíssimo significa correspondermos ao Seu chamado e à
escolha que Ele nos fez antes da criação do mundo, quando éramos apenas um
projeto em Seu coração, como vimos nas passagens bíblicas que abriram esta
nossa reflexão. Nossa santidade é a nossa resposta a Deus.
E grande
será a nossa recompensa! Obviamente não neste mundo onde somos apenas
peregrinos, pois dele não fazemos parte. Porque, como afirmou Jesus sobre nós,
orando e nos entregando aos cuidados ao Pai: “Eles não são do mundo, como
também Eu não sou do mundo.” Jo 17, 16.
Ora,
amigos e amigas em Cristo, se não somos deste mundo, como Jesus também não o é,
a recompensa prometida nos será dada não aqui neste mundo, mas no Reino de Deus
onde temos a nossa morada eterna! Lá estão: o prêmio, a recompensa, o triunfo
derradeiro sobre o mal e suas consequências.
Talvez
esta seja uma outra dificuldade de vivermos, neste mundo, a santidade: o
cumprimento da promessa geralmente não se dá nesta vida, mas sim na eternidade,
de onde ninguém voltou para nos certificar disso. Logo nos resta viver a
santidade acreditando na promessa de Jesus. Resta-nos viver pela fé, virtude
maior dos santos: “O Justo viverá pela fé.” Rm 1, 17.
Mas,
viver simplesmente pela fé não é nada fácil e, em certas circunstâncias, nos
traz também conseqüências dolorosas, como o mesmo São Paulo afirma na carta a
Timóteo: “Aliás, todos os que quiserem levar uma vida fervorosa(de fé) em
Cristo Jesus, serão perseguidos”. II Tim 3, 12.
Concluindo,
amigos e amigas, nossa santidade é difícil de ser vivida neste mundo porque,
infalivelmente, passará pelo calvário e pela cruz, sem distinção. Lendo a vida
de muitos santos - incluindo São Paulo que tanto admiro e de onde tirei muitas
conclusões para este reflexão – percebi que todos sofreram perseguições,
incompreensões e injustiças, indistintamente.
À exemplo
de Jesus, que a todos inspirou, eles experimentaram na carne todo tipo de dor,
por viverem aqui a santidade. Os que ousaram fundar novas ordens religiosas
foram atacados pelos superiores e pela hierarquia da Igreja em sua época.
Banidos, caluniados e até ameaçados de excomunhão, sofreram até a morte, alguns
sem ver concluído o seu projeto ou o seu sonho.
Mesmo
assim não desistiram: viveram a santidade até o último suspiro de suas vidas
terrenas. Como muitos de nós, tiveram dúvidas e temeram em muitos momentos da
caminhada. Caminhada árdua e entremeada por obstáculos e enormes dificuldades.
No percurso se cansaram, mas não desistiram. Descansaram, mas não interromperam
sua escalada rumo ao céu.
Aliás, um
pequeno versículo que encontrei no Livro dos Provérbios resume o que eu ousei
lhe dizer nesta minha reflexão: “O sábio escala o caminho da vida, para evitar
a descida à morada dos mortos.” Pr 15, 24.
Sábios
são todos os que procuram viver a santidade. O caminho é Jesus a estrada que
nos conduz à vida. Ele a abriu com Seu sangue para nos salvar, nos dando ainda
o Seu corpo para nos alimentar na jornada. A escalada são as dificuldades inerentes
de uma vida de santidade, obstáculos necessários para provarmos nossa fé por
meio de ações, ao que chamamos de provações!
A vida é
o céu, a recompensa prometida que nos aguarda. A descida é o caminho fácil que
o mundo nos propõe ou a nossa preguiça para enfrentarmos a “subida” ao céu:
íngreme e difícil... Descer é mais cômodo e muito mais fácil do que subir, mas
ao fim da descida nos espera a morada dos mortos e nossa vocação não é a morte
e sim a vida!
Logo,
tudo é refletir, e conhecer como funcionam às escolhas na existência.
Medite, é
o caminho!
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