O CAMINHO DO BEM, DO AMOR E DA SABEDORIA, É O MEIO PARA OBTER O REINO, POIS FAZER À LIÇÃO É SUBSTÃNCIA, POTÊNCIA E À ESSÊNCIA INVISÍVEL AOS OLHOS.
Novamente,
sábado, 28/09/2019, pois é o dia em que
se celebra a morte de São Venceslau, tendo ido
a óbito pela conspiração dos Parentes, como se verifica à forma com que
morreu o Santo: “O santo que nos ensina com sua opção pelo Reino de Deus e de
vida constante na luta para a santidade, é o príncipe Venceslau. Sua história
se entrelaça com a vida e fé da família real. Nasceu em 907. Seu pai,
Vratislau, era duque da Boêmia.O pai e
sua avó eram cristãos fervorosos, ao passo que sua mãe era uma pagã ambiciosa e
inimiga da religião. São Venceslau foi educado pela avó (Ludmila), por isso
cresceu religioso e muito caridoso para com os pobres, enquanto seu irmão
educado pela mãe (Boleslau) tornou-se violento e ambicioso.Com a
morte do pai e pouca idade do santo herdeiro, a mãe má intencionada assumiu o
governo. Sendo assim tratou de expulsar os missionários católicos. O povo
revoltado, juntamente com os nobres pressionaram o príncipe para assumir o
governo e com o golpe de estado Venceslau assumiu em 925.Nos oito
anos de reinado, Venceslau honrou a fama de “O príncipe santo”. Logo que
assumiu o trono, tratou de construir igrejas, mandou regressar os sacerdotes
exilados, abriu as fronteiras aos missionários da Suábia e da Baviera.
Venceslau governou com tanta justiça e brandura que com pouco tempo conquistou
o coração do povo que o amava e por ele era concretamente amado: protetor dos
pobres, dos doentes, dos encarcerados, dos órfãos e viúvas. Verdadeiro pai.Este
homem que muito se preocupou com a evangelização do povo a fim de introduzir
todos no “sistema de Deus”, era de profunda vida espiritual mas, infelizmente,
odiado pelo irmão Boleslau e pela mãe, que além de matar a piedosa sogra –
educadora do santo -, concordou com a trama contra o filho.Quando nasceu o primogênito de Boleslau, São Venceslau foi
convidado para um solene banquete onde foi pensando na reconciliação de sua
família. Tendo saído para estar em oração, na capela real, foi apunhalado pelo
irmão e pelos capangas dele. Antes de cair morto, São Venceslau pronunciou: “Em
tuas mãos, ó Senhor, entrego o meu espírito”. Isto ocorreu em 929.”
PARÁGRAFO 2 NO TERCEIRO DIA RESSUSCITOU DOS MORTOS
II. A RESSURREIÇÃO - OBRA DA SANTÍSSIMA TRINDADE
PARÁGRAFO 2 NO TERCEIRO DIA RESSUSCITOU DOS MORTOS
II. A RESSURREIÇÃO - OBRA DA SANTÍSSIMA TRINDADE
Não
devemos nos iludir (pois à ilusão é o retrocesso que devemos nos libertar, se
desejarmos chegar ao último degrau da escada, logo com a ilusão não
conheceremos á Senda e nem o Reino), sobre à Santidade, em face de que, o
estado à Santidade exige boas obras, comunicação pela oração e pela meditação
prara não cair na tentação, e o exercício pelo conhecimento dos mandamentos
necessários expostos pela LUZ DO MUNDO, especialmente,
observar as Leis do universo, saber da
Lei da causa e do efeito, do ajuste, do sacrifício, e a mais formidável:
Aplicar à lei do amor e da sabedoria, e pelo discernimento, “Amar o próximo
como a si mesmo.”
A base da
Santidade é ter abolido e se livrado dos pecados de estado da origem, como
associar-se ao mau (diabo), cobiçar o sibilo da serpente, achar que comendo à
árvore do conhecimento não terá nenhum
efeito consigo. Pois sentar-se na sala da ignorância e “afirmar” conhecer o
que, efetivamente, desconhece. O cinismo e a hipocrisia é sintoma dos pecados
de origem, à cobiça, o orgulho, à inveja (olho gordo), violência, calúnia,
difamação, e injúria, violar à igualdade, à liberdade, e a discriminação e o
preconceito, e a violação dos direitos humanos são, evidentemente, sintomas e
práticas genéticas e sintomáticas do velho pecado capital, originado na origem. O comportamento da raça de víbora, da geração adultera, e do
sepulcro pintado é semelhante à homenagem que desejaram fazer com à Caravela de
Cabral, permaneceu no mar, e está danificada pelo tempo, e aí à Caravela, não é
mais embarcação, mas sim, como dissera o pescador: É uma cara velha. Eis o
homem, não aprende com à história da lição da humanidade.
Estamos
trazendo à consideração e reflexão os
eventos como ato e fato acontecidos na
existência do Verbo (Evangelho de São João, 1, 1 a 5), que se fez homem e
habitou entre nós, vindo à terra como o novo Adão, pelo SIM de Maria – Sua Mãe,
quando dissera ao Arcanjo Gabriel: “Eis aqui à Serva do Senhor (Altíssimo, Todo
Poderoso), faça-se em mim segundo tua palavra.” Está posta a chave da escolha
da Mãe. Pois Ela é tão amada pela Mãe – Santa Ana -, que seu pai, Joaquim fizera
Jejum, orava ao seu Deus, e meditava
durante quarenta dias e quarenta noites,
para obter à graça divina, de que sua filha nascesse saudável, em razão da
idade da mãe, também, por ter sido estéril. Promessa de Joaquim e Ana, que se
Ela nascesse saudável, Eles consagrariam
à criança ao Deus único. Pois foi feito,
aos três anos de idade consagraram
Mirian – Senhora da Luz – ao templo de
Jerusalém, onde frequentou à escola, e obteve á mulher educação formal existente em
Israel, deixou o templo aos 12 anos de idade, e sai do Templo como
- A Serva de Deus.
Ora, na Língua
Sânscrita o étimo Buddha, que significa: Iluminado. E, também
se diz desta forma: ito-devanagari: transliterado Buddha, que significa
"Desperto", do radical Budh-, "despertar") é um título dado na filosofia budista àqueles que
despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos e se puseram a
divulgar tal descoberta aos demais seres. "A verdadeira natureza dos
fenômenos", aqui, quer dizer o entendimento de que todos os fenômenos são
impermanentes, insatisfatórios e impessoais. Tornando-se consciente dessas
características da realidade, seria possível viver de maneira plena, livre dos
condicionamentos mentais que causam a insatisfação, o descontentamento, o
sofrimento.
Do ponto
de vista da doutrina budista clássica, a palavra "buda" denota não
apenas um mestre religioso que viveu em uma época em particular, mas toda uma
categoria de seres iluminados que alcançaram tal realização espiritual. As
escrituras budistas tradicionais mencionam pelo menos 24 budas que surgiram no
passado, em épocas diferentes.
Escultura
do Buda Amitaba nas Grutas de Longmen, na República Popular da China
O budismo
reconhece três tipos de Buda, dentre os quais o termo Buda é normalmente
reservado para o primeiro tipo, o Samyaksam-buddha (em páli: Samma-Sambuddha).
A realização do nirvana é exatamente a mesma nos três tipos de buda, mas um
Samyaksam-buddha expressa mais qualidades e capacidades que os outros dois
tipos de buda.
Atualmente,
as referências ao Buda referem-se em geral a Siddhartha Gautama, mestre
religioso e fundador do budismo no século VI antes de Cristo.[1] Ele seria,
portanto, o último buda de uma linhagem de antecessores cuja história perdeu-se
no tempo. Conta a história que ele atingiu a iluminação durante uma meditação
sob a árvore Bodhi, quando mudou seu nome para Buda, que quer dizer
"desperto".
Existe uma
passagem nas escrituras [Anguttara Nikaya (II, 37)] - a qual é frequentemente
interpretada de maneira superficial - na qual o Buda nega ser alguma forma de
ser sobrenatural, mas esclarece:
"Brâmane,
assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e
mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele
cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este. Lembre-se de mim como
aquele que é desperto."
Logo, no
Oriente, em face de Gautama Sidarta, que esteve no planeta como Príncipe, e deixa sua existência de bem
estar e conforto, e opta pela: Busca da luz! Ele fizera enorme esforço, e pela
sua ação e atitude nos legou bons conhecimentos, originados da sua experiência
(Empiria), e com relação à vinda de Jesus Cristo, Ele escreve: “Eu busco a luz, mas, virá ao planeta, o
Mestre da luz.”
Em relação
à Vinda de Jesus, o objeto de sua estada no Planeta, na condição de Filho de
Deus – O UNO, que Jesus dizia de si – O Filho do Homem (o filho do homem, nasce
da mulher, este é o significado). No conceito oriental, Jesus é Luz – Buddha,
das deidades, atualmente, já há autores que o põe no status elevado, pelo fato
de que Tomé foi o Apóstolo de Jesus, ter pregado na Índia.
É
formidável conhecer todo o desdobramento cultural sobre Jesus de Nazaré, sua
Vida Publica, agonia, Paixão, morte e ressurreição, e a clareza de como o
sepulcro no terceiro dia estava vazio, conforme se encontra a seguir:
638 "Anunciamo-vos a Boa Nova: a promessa, feita a nossos pais,
Deus a realizou plenamente para nós, seus filhos, ressuscitando Jesus" (At
13,32-33). A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante de nossa fé em
Cristo, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã,
transmitida como fundamental pela Tradição, estabelecida pelos documentos do
Novo Testamento, pregada, juntamente com a Cruz, como parte essencial do Mistério Pascal.
(Parágrafos Relacionados 90,651,991) Cristo ressuscitou dos mortos. Por sua
morte venceu a morte, Aos mortos deu a vida[a16] .
I - O EVENTO HISTÓRICO E TRANSCENDENTE
639. O mistério da Ressurreição
de Cristo é um acontecimento real que teve manifestações historicamente
constatadas, como atesta o Novo Testamento. Já
São Paulo escrevia aos Coríntios pelo ano de 56: "Eu vos transmiti...
o que eu mesmo recebi: Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras.
Foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Apareceu a
Cefas, e depois aos Doze" (1Cor 15,3-4). O apóstolo fala aqui da viva
tradição da Ressurreição, que ficou conhecendo após sua conversão às portas de
Damasco.
O TÚMULO VAZIO
640
"Por que procurais entre os mortos Aquele que vive? Ele não esta
aqui; ressuscitou" (Lc 24,5-6). No quadro dos acontecimentos da Páscoa, c
primeiro elemento com que se depara é o sepulcro vazio. Ele não constitui em si
uma prova direta. A ausência do corpo de Cristo no túmulo poderia explicar-se
de outra forma. Apesar disso, o sepulcro vazio constitui para todos um sinal
essencial. Sua descoberta pelos discípulos foi o primeiro passo para o
reconhecimento do próprio fato da Ressurreição. Este é o caso das santas
mulheres, em primeiro 1ugar, em seguida de Pedro. "O discípulo que Jesus
amava" (Jo 20,2) afirma que, ao entrar no túmulo vazio e ao descobrir
"os panos de linho no chão" (Jo 20,6), "viu e creu". Isto
supõe que ele tenha constatado, pelo estado do sepulcro vazio, que a ausência
do corpo de Jesus não poderia ser obra humana e que Jesus não havia
simplesmente retomado a Vida terrestre, como tinha sido o caso de Lázaro.
(Parágrafo Relacionado 999)
AS APARIÇÕES DO RESSUSCITADO
641. Maria de Mágdala e as santas
mulheres, que Vinham terminar de embalsamar o corpo de Jesus, sepultado às
pressas, devido à chegada do Sábado, na tarde da Sexta-feira Santa, foram as
primeiras a encontrar o Ressuscitado. Assim, as mulheres foram as primeiras
mensageiras da Ressurreição de Cristo para os próprios apóstolos. Foi a eles que Jesus apareceu em seguida,
primeiro a Pedro, depois aos Doze. Pedro, chamado a confirmar a fé de seus
irmãos, vê portanto, o Ressuscitado
antes deles, e é baseada no testemunho dele que a comunidade exclama: "E
verdade! O Senhor ressuscitou e apareceu a Simão" (Lc 24,34). (Parágrafos
Relacionados 553,448)
641
.Tudo o que aconteceu nesses dias pascais convoca todos os apóstolos, de
modo particular
Pedro, para a construção da era
nova que começou na manhã de Páscoa. Como testemunhas do Ressuscitado, são eles
as pedras de fundação de sua Igreja. A fé da primeira comunidade dos crentes
tem por fundamento o testemunho de homens concretos, conhecidos dos cristãos e,
na maioria dos casos, vivendo ainda entre eles. Estas "testemunhas da
Ressurreição de Cristo" são, antes de tudo, Pedro e os Doze, mas não
somente eles: Paulo fala claramente de mais de quinhentas pessoas às quais
Jesus apareceu de uma só vez, além de Tiago e de todos os apóstolos.
(Parágrafos Relacionados 659,881,860)
.Diante desses testemunhos é
impossível interpretar a Ressurreição de Cristo fora da ordem física e não
reconhecê-la como um fato histórico. Os fatos mostram que a fé dos discípulos
foi submetida à prova radical da paixão e morte na cruz de seu Mestre,
anunciada antecipadamente por Ele. O abalo provocado pela Paixão foi tão grande
que os discípulos (pelo menos alguns deles) não creram de imediato na notícia
da ressurreição. Longe de nos falar de uma comunidade tomada de exaltação
mística, os Evangelhos nos apresentam discípulos abatidos, "com o rosto
sombrio" (Lc 24,17) e assustados. Por isso não acreditaram nas santas
mulheres que voltavam do sepulcro, e "as palavras delas pareceram-lhes desvario"
(Lc 24,11[a34] ). Quando Jesus se manifesta aos onze na tarde da Páscoa,
"censura-lhes a incredulidade e a dureza de coração, porque não haviam
dado crédito aos que tinham visto o Ressuscitado" (Mc 16,14).
642
Mesmo confrontados com a realidade de Jesus ressuscitado, os discípulos
ainda duvidam, a tal ponto que o fato lhes parece impossível: pensam estar
vendo um espírito. "Por causa da alegria, não podiam acreditar ainda e
permaneciam perplexos" (Lc 24,41). Tomé conhecerá a mesma provação da dúvida e quando da última
aparição na Galiléia, contada por Mateus, "alguns, porém, duvidaram"
(Mt 28,17). Por isso, a hipótese segundo a qual a ressurreição teria sido um
"produto" da fé (ou da credulidade) dos apóstolos carece de
consistência. Muito pelo contrário, a fé que tinham na Ressurreição nasceu -
sob a ação da graça divina - da experiência direta da realidade de Jesus
ressuscitado.
O
ESTADO DA HUMANIDADE RESSUSCITADA DE CRISTO
645
Jesus ressuscitado estabelece com seus discípulos relações diretas, em
que estes o apalpam e com Ele comem. Convida-os, com isso, a reconhecer que Ele
não é um espírito, mas sobretudo a constatar que o corpo ressuscitado com o
qual Ele se apresenta a eles é o mesmo que foi martirizado e crucificado, pois
ainda traz as marcas de sua Paixão. Contudo, este corpo autêntico e real
possui, ao mesmo tempo, as propriedades novas de um corpo glorioso: não
está mais situado no espaço e no tempo,
mas pode tornar-se presente a seu modo, onde e quando quiser, pois sua
humanidade não pode mais ficar presa à terra, mas já pertence exclusivamente ao domínio divino do
Pai. Por esta razão também Jesus ressuscitado é soberanamente livre de aparecer
como quiser: sob a aparência de um jardineiro ou “de outra forma" (Mc
16,12), diferente das que eram familiares aos discípulos, e isto precisamente
para suscitar-lhes a fé.
(Parágrafo Relacionado 999)
646
A Ressurreição de Cristo não constituiu uma volta à vida terrestre, como
foi o caso das ressurreições que Ele havia realizado antes da Páscoa: a filha
de Jairo, o jovem de Naim e Lázaro. Tais fatos eram acontecimentos miraculosos,
mas as pessoas contempladas pelos milagres voltavam simplesmente à vida
terrestre "ordinária" pelo poder de Jesus. Em determinado momento,
voltariam a morrer. A Ressurreição de Cristo é essencialmente diferente. Em seu
corpo ressuscitado, Ele passa de um estado de morte para outra vida, para além
do tempo e do espaço. Na Ressurreição, o corpo de Jesus é repleto do poder do
Espírito Santo; participa da vida divina no estado de sua glória, de modo que
Paulo pode chamar a Cristo de "o homem celeste". (Parágrafos Relacionados 934,549)
A RESSURREIÇÃO COMO ACONTECIMENTO
TRANSCENDENTE
647 "Só tu, noite feliz
"canta o Exsultet da Páscoa – “soubeste a hora em que Cristo da morte
ressurgia." Com efeito ninguém foi testemunha ocular do próprio
acontecimento da Ressurreição, e nenhum Evangelista o descreve. Ninguém foi
capaz de dizer como ela se produziu fisicamente. Muito menos sua essência mais
íntima, sua passagem a outra vida, foi perceptível aos sentidos. Como evento
histórico constatável pelo sinal do sepulcro vazio e pela realidade dos
encontros dos apóstolos com Cristo ressuscitado, a Ressurreição nem por isso
deixa de estar no cerne do mistério da fé, no que ela transcende e supera a
história. E por isso que Cristo ressuscitado não se manifesta ao mundo mas a
seus discípulos, "aos que haviam subido com ele da Galiléia para
Jerusalém, os quais são agora suas testemunhas diante do povo" (At 13,31).
(Parágrafo Relacionado 1000)
648
A Ressurreição de Cristo é objeto de fé enquanto intervenção
transcendente do próprio Deus na criação e na história. Nela, as três Pessoas
Divinas agem ao mesmo tempo, juntas, e manifestam sua originalidade própria.
Ela aconteceu pelo poder do Pai que "ressuscitou" (At 2,24) Cristo,
seu Filho, e desta forma introduziu de modo perfeito sua humanidade - com seu
corpo - na Trindade. Jesus é definitivamente revelado "Filho de Deus com
poder por sua Ressurreição dos mortos segundo o Espírito de santidade" (Rm
1,4). São Paulo insiste na manifestação do poder de Deus pela obra do Espírito
que vivificou a humanidade morta de Jesus e a chamou ao estado glorioso de
Senhor. (Parágrafos Relacionados 258,989,663,445,272)
649
O Filho opera, por sua vez, a própria Ressurreição em virtude de seu
poder divino. Jesus anuncia que o Filho do homem dever sofrer muito, morrer e, em seguida,
ressuscitar (sentido ativo da palavra). Alhures, afirma explicitamente:
"Eu dou a minha vida para retomá-la... Tenho poder de dá-la e poder para
retomá-la" (Jo 10,17-18 "Nós cremos... que Jesus morreu, em seguida
ressuscitou" (1Ts 4,14).
650
Os Padres da Igreja contemplam a Ressurreição a partir da Pessoa Divina
de Cristo que ficou unida à sua alma e a seu corpo separados entre si pela
morte: "Pela unidade da natureza divina, que permanece presente em cada
uma das duas partes do homem, estas se unem novamente. Assim, a Morte se produz
pela separação do composto humano, e a Ressurreição, pela união das duas partes
separadas[a51] " (Parágrafos Relacionados 626,1005)
III. SENTIDO E ALCANCE SALVÍFICO DA
RESSURREIÇÃO
651
"Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação, vazia é
também a vossa fé" (1Cor 15,14). A Ressurreição constitui antes de mais
nada a confirmação de tudo o que o próprio Cristo fez e ensinou. Todas as Verdades, mesmo as mais
inacessíveis ao espírito humano, encontram sua justificação se, ao ressuscitar,
Cristo deu a prova definitiva, que havia prometido, de sua autoridade divina.
(Parágrafos
Relacionados 129,274)
652
A Ressurreição de Cristo é cumprimento das promessas do Antigo
Testamento[a52] " e do próprio Jesus durante sua vida terrestre. A
expressão "segundo as Escrituras" indica que a Ressurreição de
Cristo realiza essas predições.
(Parágrafos Relacionados 994,601)
653
A verdade da divindade de Jesus é confirmada por sua Ressurreição.
Dissera Ele: "Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que
EU SOU, (Jo 8,28). A Ressurreição do Crucificado demonstrou que ele era
verdadeiramente "EU SOU", o Filho de Deus e Deus mesmo. São Paulo
pôde declarar aos judeus: "A promessa feita a nossos pais, Deus a realizou
plenamente para nós...; ressuscitou Jesus, como está escrito no Salmo segundo:
'Tu és o meu filho, eu hoje te gerei” (At 13,32-33). A Ressurreição de Cristo está
estreitamente ligada ao mistério da Encarnação do Filho de Deus. E o
cumprimento segundo o desígnio eterno de Deus.(Parágrafos Relacionados
445,422,461)
654
Há um duplo aspecto no Mistério
Pascal: por sua morte Jesus nos liberta do pecado, por sua Ressurreição Ele nos
abre as portas de uma nova vida. Esta é primeiramente a justificação que nos
restitui a graça de Deus, "a fim de que, como Cristo foi ressuscitado
dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós vivamos vida nova"
(Rm 6,4). Esta consiste na vitória sobre a morte do pecado e na nova
participação na graça". Ela realiza a adoção filial, pois os homens se
tornam irmãos de Cristo, como o próprio Jesus chama seus discípulos após a
Ressurreição: “Ide anunciar a meus irmãos" (Mt 28,10). Irmãos não por
natureza mas por dom da graça, visto que esta filiação adotiva proporciona uma
participação real na vida do Filho Único, que se revelou plenamente em sua
Ressurreição. (Parágrafos Relacionados
1987,1996)
655
Finalmente, a Ressurreição de Cristo - e o próprio Cristo ressuscitado -
é princípio e fonte de nossa ressurreição futura: "Cristo ressuscitou dos mortos,
primícias dos que adormeceram... assim como todos morrem em Adão, em Cristo
todos receberão a vida" (1Cor 15,20-22). Na expectativa desta realização,
Cristo ressuscitado vive no coração de seus fiéis. Nele, os cristãos
"experimentaram... as forças do mundo que há de vir" (Hb 6,5) e sua vida é atraída
por Cristo ao seio da vida divina" "a fim de que não vivam mais para
si mesmos, mas para aquele que morreu e ressuscitou por eles" (2Cor 5,15).
(Parágrafos Relacionados 989,1002).
Conclusão:
O bom senso, significa – Refletir;
afirmar significa – Ignorância; perguntar – É o sábio, esse é o conceito de
Aristóteles.
Logo à boa formação nos aconselha – refletir.
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