CRER NA PROVIDÊNCIA ESTÁ NO CONHECIMENTO. CRER EM DEUS É COMPREENDER, PRATICAR A VIRTUDE DA HUMILDADE. POIS À LÓGICA É: - ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU.



Não é que novamente, estamos na sexta-feira, só é   treze, mas é de 20/09/2019, prestes à entrar na Primavera, estação das flores, e aqui é comemoração do Dia da Árvore, afinal é dever amar à natureza, especialmente, às flores, os passarinhos, os peixes do mar, também, em consideração ao Regente da Era, o Arcanjo Rafael, que aparece com o caduceu, e um peixe na mão. Pois Santa Luzia, que teve seus olhos arrancados pelos autoritários do império Romano, posteriormente, como Ela opta por manter sua fé, como também, sua dignidade  de mulher,  decapitaram sua cabeça, no dia 13 de dezembro de 303 d. C. Pois Santa Luza, posterior ao martírio, e em face de possuir  o predicado de cuidar dos doentes dos olhos, e pelo fato de ter perdido os seus,  mas, manteve vivo e luzente  suas virtudes e os valores do Espírito, por isso que Ela aparece sempre com dois olhos  na mão. Ela é a patrona das doenças nos olhos.
Pois neste dia se reverencia à Dor, em razão da Paixão e morte de Jesus de Nazaré ter ocorrido numa sexta-feira, no dia anterior à Páscoa Judaica. Na sentença de Pilatos – O Cruel -o dia de sexta-feira, é o dia 25 de março do ano 33 d. C, pois Tibério, Imperador, estava vivo, e em atividade, o que mostra a ilegalidade da condenação de Jesus, pois em razão da Sentença condenatória, pelo Direito Romano, o condenado deveria possuir defesa técnica (defensor – Advogado, que um conhecido é o Sêneca, e o direito de Recurso ao Imperador, ou ao seu Conselho do Império, certamente, estava composto pelos Senadores). Não ocorreu nenhuma observância do Direito Romano, o que denota violação dos Direitos Humanos, ilegalidade, crueldade, tortura, humilhação e sarcasmo. O pior é ter de ouvir do povo, que não sabia o que fazia, quando dissera: - Crucifica! Na Cruz, Jesus pede ao Pai o perdão, porque eles não sabem o que estão fazendo. A ação generosa e amorosa de Jesus não está errada, pelo fato, que não perdoou Pilatos, nem Judas, mas, Ele pediu o perdão  para os homens e mulheres, que foram induzidos a fazer a farra dos fariseus, do Conselho Religioso, e dos Romanos, representados pelo Governador Pôncio Pilatos. O poder e a corrupção, induziu o povo  ao mau exemplo, e ao comportamento indigno.
O nosso propósito é o exame  de Deus, que dissera a Moisés, para dizer ao povo, que: Eu sou aquele que sou.” Mas, o substancial e o essencial do Deus único, é que Ele é a verdade, e o amor, e que  às obras do Eterno, são executadas por amor à humanidade, logo o envio de seu Filho único à terra  é gesto  de amor à humanidade, porque o homem necessita vencer à morte, e libertar-se dos vícios. Na lógica do Pai e do Espírito Santo, o Deus criador, e do conhecimento,  também, médico,  há que entrar à Mãe de Jesus, filha de Ana e Joaquim, Mirian – Senhora da Luz -, pois se Ela não estivesse no plano do Pai, e não fosse do Pai, o VERBO  estava ainda no Plano do Pai. Contudo, à realidade  está posta, quando Ela diz: - Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra.  É o que  diz ao Arcanjo Gabriel. Compreendamos como é a Mãe, daí que  intercede ao Filho para transformar água em vinho, em Caná da Galileia.
Vamos examinar carinhosamente o Deus único, que  é bem explicitado na obra de Carlos Mesters, - Deus Onde Estás -, também, no Livro -  A  Palavra de Deus na História dos Homens -, então veja:
CAPÍTULO I - CREIO EM DEUS PAI
198. Nossa profissão de fé começa com Deus, pois Deus é ô o Primeiro e o ultimo" (Is 44,6), o Começo e o Fim de tudo. O Credo começa com Deus Pai, pois o Pai é a Primeira Pessoa Divina da Santíssima Trindade; nosso Símbolo começa pela criação do céu e da terra, porque a criação é o começo e o fundamento de todas as obras de Deus. ARTIGO 1 "CREIO EM DEUS PAI TODO-PODEROSO, CRIADOR DO CÉU E DA TERRA" PARÁGRAFO 1 - CREIO EM DEUS
199. "Creio em Deus": esta primeira afirmação da profissão de fé é também a mais fundamental. O Símbolo inteiro fala de Deus, e, se fala também do homem e do mundo, fá-lo pela relação que eles têm com Deus. Os artigos do Credo dependem todos do primeiro, da mesma forma que os mandamentos explicitam o primeiro deles. Os demais artigos nos fazem conhecer melhor a Deus tal como se revelou progressivamente aos homens. "Os fiéis fazem primeiro profissão de crer em Deus". I. "CREIO EM UM SÓ DEUS".
200. É com estas palavras que começa o Símbolo niceno-constantinopolitano. A confissão da Unicidade de Deus, que tem sua raiz na Revelação Divina da Antiga Aliança, é inseparável da confissão da existência de Deus, e igualmente fundamental. Deus é único, só existe um Deus. "A fé cristã confessa que há Um só Deus, por natureza, por substância e por essência."
201. A Israel, seu eleito, Deus revelou-se como o Único: "Ouve, ó Israel: O Senhor nosso Deus é o único Senhor! Portanto, amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua força" (Dt 6,4-5). Por meio dos profetas, Deus chama Israel e todas as nações a se voltarem para Ele, Único: "Voltai-vos para mim e sereis salvos, todos os confins da terra, porque eu sou Deus e não há nenhum outro!... Com efeito diante de mim se dobrar todo joelho, toda língua há de jurar por mim, dizendo: Só no Senhor há justiça e força".
202. Jesus mesmo confirma que Deus é "o único Senhor" e que é preciso amá-lo de todo o coração, com toda a alma, com todo o espírito e com todas as forças. Ao mesmo tempo, dá a entender que ele mesmo é "o Senhor". Confessar que "Jesus é Senhor" é o específico da fé cristã. Isso não contraria a fé em Deus único. Crer no Espírito Santo "que é Senhor e dá a Vida" não introduz nenhuma divisão no Deus único: Cremos firmemente e afirmamos simplesmente que há um só verdadeiro Deus eterno, imenso e imutável, incompreensível, Todo-Poderoso e inefável, Pai, Filho e Espírito Santo: Três Pessoas, mas uma Essência, uma Substância ou Natureza absolutamente simples.
 II. DEUS REVELA SEU NOME:
203. A seu povo, Israel, Deus revelou-se, dando-lhe a conhecer o seu nome. O nome exprime a essência, a identidade da pessoa e o sentido de sua vida. Deus tem um nome. Ele não é uma força anônima. Desvendar o próprio nome é dar-se conhecer aos outros; é, de certo modo, entregar-se a si mesmo, tomando-se acessível, capaz de ser conhecido mais intimamente e de ser chamado pessoalmente.
204 Deus revelou-se progressivamente a seu povo e com diversos nomes, mas é a revelação do nome divino feita a Moisés na teofania da sarça ardente, pouco antes do Êxodo e da Aliança do Sinai, que se tomou a revelação fundamental para a Antiga e a Nova Aliança. O DEUS VIVO.
 205. Deus chama Moisés do meio de uma sarça que queima sem consumir-se. Ele diz a Moisés: "Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abra o, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó" (Ex 3,6). Deus é o Deus dos pais, Aquele que havia guiado os patriarcas em suas peregrinações.
Ele é o Deus fiel e compassivo que se lembra deles e de suas próprias promessas; vem para libertar seus descendentes da escravidão. Ele é o Deus que, para além do espaço e do tempo, pode e quer fazê-lo, e que colocará sua onipotência em ação a serviço desse projeto. "Eu sou AQUELE QUE É” Moisés disse a Deus: "Quando eu for aos filhos de Israel e disser: O Deus de vossos pais me enviou até vós”, e me perguntarem: “Qual é o seu nome?”, que direi?" Disse Deus a Moisés: "Eu sou AQUELE QUE É". Disse mais: "Assim dirás aos filhos de Israel: “EU SOU me enviou até vós”... Este é o meu nome para sempre, e esta ser a minha lembrança de geração em geração (Ex 3,13-15).
 206. Ao revelar seu nome misterioso de Iahweh, "Eu sou AQUELE QUE É" ou "Eu Sou Aquele que SOU" ou também "Eu sou Quem sou", Deus declara quem Ele é e com que nome se deve chamá-lo. Este nome divino é misterioso como Deus é mistério. Ele é ao mesmo tempo um nome revelado e como que a recusa de um nome, e é por isso mesmo que exprime da melhor forma a realidade de Deus como ele é, infinitamente acima de tudo o que podemos compreender ou dizer: ele é o "Deus escondido" (Is 45,15), seu nome é inefável, e ele é o Deus que se faz próximo dos homens.
 207. Ao revelar seu nome, Deus, revela ao mesmo tempo sua fidelidade, que é de sempre e para sempre, válida tanto para o passado ("Eu sou o Deus de teus pais", Ex 3,6) como para o futuro ("Eu estarei contigo", Ex 3,12). Deus, que revela seu nome como "Eu sou", revela-se como o Deus que está sempre presente junto a seu povo para salvá-lo.
208. Diante da presença atraente e misteriosa de Deus, o homem descobre sua pequenez. Diante da sarça ardente, Moisés tira a sandálias e cobre o rosto [fca37] em face da Santidade Divina. Diante da glória de Deus três vezes santo, Isaias exclama: "Ai de mim estou perdido! Com efeito, sou um homem de lábios impuros” (Is 6,5). Diante dos sinais divinos que Jesus faz, Pedro exclama "Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um pecador" (Lc 5,8). Mas porque Deus é santo, pode perdoar o homem que se descobre pecador diante dele: "Não executarei o ardor da minha ira... porque sou Deus e não homem, eu sou santo no meio de ti” (Os 11,9). O apóstolo João dirá: "Diante dele tranquilizarem os nosso coração, se nosso coração nos acusa, porque Deus é maior do que nosso coração e conhece todas as coisas" (1Jo 3,19-20[a38] ).
 209. Por respeito à santidade de Deus, o povo de Israel não pronuncia seu nome. Na leitura da Sagrada Escritura, o nome revelado é substituído pelo título divino "Senhor" ("Adonai", em grego "Kýrios"). É com este título que ser aclamada a divindade de Jesus: "Jesus é Senhor". "DEUS DE TERNURA E DE COMPAIXÃO".
 210. Depois do pecado de Israel, que se desviou de Deus para adorar o bezerro de ouro, Deus ouve a intercessão de Moisés e aceita caminhar no meio de um povo infiel, manifestando, assim o seu amor. A Moisés, que pede para ver sua glória, Deus responde: "Farei passar diante de ti toda a minha beleza e diante de ti pronunciarei o nome de Iahweh" (Ex 33,18-19). E o Senhor passa diante de Moisés e proclama: "Iahweh, Iahweh, Deus de ternura e de compaixão, lento para a cólera e rico em amor e fidelidade" (Ex 34,6). Moisés confessa então que o Senhor é um Deus que perdoa.
211. O Nome divino "Eu sou" ou "Ele é" exprime a fidelidade de Deus, que, apesar da infidelidade do pecado dos homens e do castigo que ele merece, "guarda seu amor a milhares" (Ex 34,7). Deus revela que é "rico em misericórdia" (Ef 2,4), indo até o ponto de dar seu próprio Filho. Ao dar sua vida para libertar-nos do pecado, Jesus revelará que ele mesmo traz o Nome divino: "Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que “EU SOU" (Jo 8,28[a44] ). SÓ DEUS É.
212. Ao longo dos séculos, a fé de Israel pôde desenvolver e aprofundar as riquezas contidas na revelação do nome divino. Deus é único, fora dele não há deuses[fca45] . Transcende o mundo e a história. Foi Ele quem fez o céu e a terra: "Eles perecem, mas tu permaneces; todos ficam gastos como a roupa... mas tu existes, e teus anos jamais findarão!" (S1102,27-28). Nele "não h mudança, nem sombra de variação" (Tg 1,17). Ele é "AQUELE QUE É", desde sempre e para sempre, e é assim que permanece sempre fiel a si mesmo e às suas promessas[a46] .
213. A revelação do nome inefável "EU SOU AQUELE QUE SOU" contém, pois, a verdade de que só Deus é. E neste sentido que a tradução dos Setenta e, na esteira deles, a Tradição da Igreja compreenderam o nome divino: Deus é a plenitude do Ser e de toda perfeição, sem origem e sem fim. Ao passo que o das as criaturas receberam dele todo o seu ser e o seu ter, só ele é seu próprio ser, e é por si mesmo tudo o que é[a47] . III. DEUS, "AQUELE QUE É", É VERDADE E AMOR.
 214. Deus, "Aquele que é", revelou-se a Israel como Aquele que e rico em amor e em fidelidade" (Ex 34,6). Esses dois termos exprimem de forma condensada as riquezas do nome divino. Em todas as suas obras Deus mostra sua benevolência, bondade, graça, amor, mas também sua confiabilidade, constância, fidelidade, verdade. "Celebro teu nome por teu amor e verdade" (Sl 138,2[fca48] ). Ele é a Verdade, pois "Deus é Luz, nele não há trevas" (1Jo 1,5), e “Amor", como ensina o apóstolo João (1Jo 4,8[a49] ). DEUS É A VERDADE.
 215. "O princípio de tua palavra é a verdade, tuas normas são justiça para sempre" (Sl 119,160). "Sim, Senhor Deus, és tu que és Deus, tuas palavras são verdade" (2Sm 7,28); é por isso que as promessas de Deus sempre se realizam. Deus é a própria Verdade, suas palavras não podem enganar. É por isso que podemos entregar-nos com toda a confiança à verdade e à fidelidade de sua palavra em todas as coisas. O começo do pecado e da queda do homem foi uma mentira do tentador que induziu duvidar da palavra de Deus, de sua benevolência e fidelidade.
216. A verdade de Deus é sua sabedoria que comanda toda ordem da criação e do governo do mundo[fca52] . Deus, que sozinho criou o céu e a terra , e o único que pode dar o conhecimento verdadeiro de toda coisa criada em sua relação com ele.
217. Deus é verdadeiro também quando se revela: o ensinamento que vem de Deus é "uma doutrina de verdade" (Ml 2,6). Quando enviar seu Filho ao mundo, ser "para dar testemunho da Verdade" (Jo 18,37): "Nós sabemos que veio o Filho de Deus e nos deu a inteligência para conhecermos o Verdadeiro". DEUS É AMOR.
 218 Ao longo de sua história, Israel pôde descobrir que Deus tinha uma única razão para revelar-se a ele e para tê-lo escolhido dentre todos os povos para ser dele: seu amor gratuito. E Israel entendeu, graças a seus profetas, que foi também por amor que Deus não cessou de salvá-1o e de perdoar-lhe sua infidelidade e seus pecados.
219. O amor de Deus por Israel é comparado ao amor de um pai por seu filho. Este amor é mais forte que o amor de uma mãe por seus filhos. Deus ama seu Povo mais do que um esposo ama sua bemamada; este amor se sobrepor até às piores infidelidades; ir até a mais preciosa doação: "Deus amou tanto o mundo, que entregou seu Filho único" (Jo 3,16).
 220. O amor de Deus é "eterno" (Is 54,8): "Os montes podem mudar de lugar e as colinas podem abalar-se, mas o meu amor não mudará" (Is 54,10). "Eu te amei com um amor eterno, por conservei por ti o amor" (Jr 31,3).
221. Mas São João ir ainda mais longe ao afirmar: "Deus é Amor" (1Jo 4,8.16); o próprio Ser de Deus é Amor. Ao enviar, na plenitude dos tempos, seu Filho único e o Espírito de Amor, Deus revela seu segredo mais íntimo: Ele mesmo é eternamente intercâmbio de amor: Pai, Filho e Espírito Santo, e destinounos a participar deste intercâmbio. IV. O ALCANCE DA FÉ NO DEUS ÚNICO.
 222 .Crer em Deus, o Único, e amá-lo com todo o próprio ser em consequências imensas para toda a nossa vida.
223. Significa conhecer a grandeza e a majestade de Deus. "Deu, é grande demais para que o possamos conhecer" (Jó 36,26). E por isso que Deus deve ser o "primeiro a ser servido".(Santa Joana d’Arc, dictum).
224. Significa viver em ação de graças. Se Deus é o Único, tudo o que somos e tudo o que possuímos vem dele: "Que é que possuis, que não tenhas recebido?" (1Cor 4,7). "Como retribuirei ao Senhor todo o bem que me fez?" (Sl 116,12[a71] ).
225. Significa conhecer a unidade e a verdadeira dignidade de todos os homens. Todos eles são feitos "à imagem e à semelhança de Deus" (Gn 1,27[a72] ).
226. Significa usar corretamente das coisas criadas. A fé no Deus único nos leva a usar de tudo o que não é Ele, na medida em que isso nos aproxima dele, e a desapegar-nos das coisas, na medida em que nos desviam dele: Meu Senhor e meu Deus, tirai-me tudo o que me afasta de vós. Meu Senhor e meu Deus, dai-me tudo o que me aproxima de vós. Meu Senhor e meu Deus, desprendei-me de mim mesmo pai doar-me por inteiro a vós.
227 Significa confiar em Deus em qualquer circunstância, mesmo na adversidade. Uma oração de Sta. Teresa de Jesus (Poes. 9) exprime-o de maneira admirável: Nada te perturbe Nada te assuste Tudo passa Deus não muda A paciência tudo alcança Quem a Deus tem Nada lhe falta. Só Deus basta.
Conclui-se, que toda busca humana é pelo conhecimento, como também, pela reflexão, pela meditação, e orar, porque não existe à vitória no embate da existência sem inteligência,  sabedoria, e a vontade. Pois o discernir é a essência. O apego pelo egoísmo, é meio de atraso e retrocesso. No amor, lei do universo, não existe fatalidade e nem a casualidade. Logo todas às boas ações, e bem, é escolha. A escolha pode conduzir aos efeitos, pois pela Lei da Causa e do Efeito, é necessário saber: O mau feito, o retorno está na porta, é efeito.
Reflita, que é bom à mente, e o físico.








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