O AMOR JUSTIFICA PELA GRAÇA, POIS É LEI DO MÉRITO DA VIRTUDE, UNIVERSAL, QUE JESUS ESTABELECEU: “AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO.”
Então,
estamos numa quinta-feira, 19/09/2019, na Liturgia Cristã, mês dedicado à Bíblia
Sagrada, possui seus Livros, os primeiros Livros, conhecidos como o Pentateuco,
que estão formados pelos 5 (cinco), o da origem, da biologia humana, e a operação
do mal pela inveja de Caim, que levou à tirar vida do irmão ao justificar seus
princípios de existência no mérito do
amor ao Senhor Deus, pela fé, e na sabedoria. Igualmente, pela insatisfação do povo Hebreu de permanecer
no Egito, pelo fato de que, os Faraós não foram semelhantes aos Faraós do
período que chegaram no Egito, de tempos de vacas magras, mas, do apogeu no
conhecimento do Pensamento de Hermes Trimegisto, o pensador três vezes grande,
que nos legou à notável lição pedagógica
que: “Quando o discípulo (aluno) estiver pronto, o mestre, aparece...” Logo no
período áureo do Egito em foram governados por: Nefertiti ( /ˌnɛfərˈtiːti) (c.
1370 - 1330 a.C.) foi uma rainha da XVIII dinastia do Antigo Egito, esposa
principal do faraó Amenófis IV, mais conhecido como Aquenáton. Nefertiti e o
seu esposo tornaram-se conhecidos pela revolução religiosa, na qual adoravam
apenas um deus, Áton, ou o disco solar. Aquenáton e Nefertiti foram responsáveis por criarem uma
nova religião que alterou as formas de religião dentro Egito.
Certamente,
o Governo de José no Egito, teve seu
termo inicial com o Faraó anterior, pela notícia, do inicio da veneração monoteísta, do Deus único, e
outrs reformas executadas nesse período, com a ação da Rainha Nefertiti, pela
dedução lógica, percebe-se que o pensamento, como filosofia universal se
justifica no formidável conhecimento de administração e de sabedoria, o
dom doado pelo Espírito Santo, possibilita no Egito à reverência a Deus único, como
também, a melhoria das instituições. Nesse período também forma construídas,
mas às Pirâmides foram obras anteriores aos 50 (cinquenta) anos como Governador do Egito, pois José inicia
seu governo com 30 (trinta) anos, e morreu com mais de 100 (cem) anos.
A
travessia – Páscoa -. Dos Israelitas do Egito, e com às dez pragas impostas ao Faraó, que possuía
coração de pedra, que mandara o seu exército atacar o povo, no momento da
travessia do Mar Vermelho, no momento que os soldados do Faraó entraram no mar seco, e ao
estar no meio, o mar retorna seu leito original, com isso, o Faraó prdeu seu
exercito afogados pelo mar.
O mérito
do povo, foi que à libertação do Egito estava nos planos de Deus – Eu sou -,
como também, os mandamentos nas Pedras da Lei, que Deus outorgara ao Povo,
exatamente, para que o povo não trouxe do Egito à opressão, à existência do
trabalho escravo, o falto testemunho, falar mal do outro, sem responsabilidade,
e não cobiçar à mulher do próximo, porque no Egito estava usual, cobiçava e já
a tinha sua posse, entre às mulheres do povo Israelita, naquele período, sua expectativa
de vida estava baixíssima, e possí-la é mesmo que possuir um tesouro, porque às
mortalidades entre elas estava enorme em números. Pois a mulher em regra sua expectativa
de vida não ultrapassa à idade de 18 (dezoito) anos. Logo, compreende-se ao
estabelecimento de limites aos costumes vindos do Egito. Esta abordagem também
se encontra em Carlos Mesters: Os Dez Mandamentos
Ferramenta da Comunidade.
Também,
está posta as Leis de Moisés, outorgadas ao povo, mas as importantes são os
livros proféticos, que são os treze, Provérbios,
Sabedoria, Salmos, Cânticos, e dos Reis,
e no Nosso Testamento, os quatro Evangelhos,
Canônicos, às Epistolas, Atos dos Apóstolos, e o Apocalipse. Também, há os Evangelhos
Apócrifos, como o Tomé, Tiago, Bartolomeu, e Maria Madalena.
A substância
e a potência ds dons, especialmente do discernimento, da sabedoria, e da
ciência está justiçada pela Graça, gratuita, do Espírito de Deus luz, amoroso,
bom e sábio, quando se compreende que: A graça é o dom gratuito que Deus nos dá
para nos tornar participantes da sua vida trinitária e capaz de agir por amor
d’Ele. É chamada graça habitual ou santificante ou deificante, pois nos
santifica e diviniza.
Contudo, o crer é necessário à justificação, porque na justificação está posto o objeto, e o objeto é, o que não
ocorre na explicação, à explicação é uma questão pessoal, está no plano da
opinião. O mérito é potência da virtude pela graça (A graça precede, prepara e
suscita a resposta livre do homem), o que efetivamente, predica com o ser, daí substância, potência e essência do mérito.
Eis a
seguir, os conceitos extraído do Compendio Católico, em
exame:
“422. O
que é a justificação?
A
justificação é a obra mais excelente do amor de Deus. É a acção misericordiosa
e gratuita de Deus, que perdoa os nossos pecados e nos torna justos e santos em
todo o nosso ser. Isto tem lugar por meio da graça do Espírito Santo, que nos
foi merecida pela paixão de Cristo e nos foi dada no Baptismo. A justificação
inicia a resposta livre do homem, ou seja, a fé em Cristo e a colaboração com a
graça do Espírito Santo.
423. O
que é a graça que justifica?
A graça é
o dom gratuito que Deus nos dá para nos tornar participantes da sua vida
trinitária e capaz de agir por amor d’Ele. É chamada graça habitual ou
santificante ou deificante, pois nos santifica e diviniza. É sobrenatural,
porque depende inteiramente da iniciativa gratuita de Deus e ultrapassa as
capacidades da inteligência e das forças do homem. Escapa, portanto, à nossa
experiência.
423.
Que outros tipos de graça
existem?
Para além
da graça habitual, existem: as graças actuais (dons circunstanciais); as graças
sacramentais (dons próprios de cada sacramento); as graças especiais ou
carismas (que têm como fim o bem comum da Igreja), entre as quais as graças de
estado, que acompanham o exercício dos ministérios eclesiais e das
responsabilidades da vida.
424.
Qual é a relação entre a
graça e a liberdade do homem?
A graça
precede, prepara e suscita a resposta livre do homem. Responde às aspirações
profundas da liberdade humana, convida-a à colaboração e leva-a à sua
perfeição.
425. O que
é o mérito?
O mérito
é o que dá direito à recompensa por uma acção boa. Em relação a Deus, o homem,
de si, não pode merecer nada, tendo recebido gratuitamente tudo d’Ele. Todavia,
Deus dá-lhe a possibilidade de adquirir méritos pela união à caridade de
Cristo, fonte dos nossos méritos diante de Deus. Os méritos das obras boas
devem por isso ser atribuídos antes de mais à graça de Deus e depois à vontade
livre do homem.
427.
Que bens podemos merecer?
Sob a
moção do Espírito Santo, podemos merecer, para nós mesmos e para os outros, as
graças úteis para nos santificarmos e para alcançar a vida eterna, bem como os
bens temporais necessários segundo os desígnios de Deus. Ninguém pode merecer a
graça primeira, que está na origem da conversão e da justificação.
428.
Somos todos chamados à santidade cristã?
Todos os fiéis são chamados à santidade. Esta
é a plenitude da vida cristã e a perfeição da caridade, que se obtém mediante a
íntima união com Cristo e, n’Ele, com a Santíssima Trindade. O caminho de
santificação do cristão, depois de ter passado pela cruz, terá o seu acabamento
na ressurreição final dos justos, na qual Deus será tudo em todas as coisas.”
Conclui-se, que como escreve Santo Agostinho sobre o crer,
legou-nos o seguinte: “Creio para compreender, e compreendo para crer melhor.”
Pois à essência da Fé está na coragem
(virtude maior considerada por Aristóteles) na execução do bem, especialmente, à caridade.
O explorador, o fofoqueiro não necessita da
realização do bem, em razão, porque tais pessoas estão inseridos no pecado
mortal. O pecador de ofício não se transforma, porque o pecado é lúdico,
prazeroso, não crê que virá o retorno pelo mau feito, mas, há a retribuição,
quando Pedro cortou à olhe de Maloco, e Jesus no Horto das Oliveiras,
disse-lhe: “Pedro, coloca a espada na bainha, porque quem com ferro fere, com
ferro será ferido.”
Logo, a orgia que necessitamos conviver, à
existência do mal institucional, pois a virtude deles é o poder, o dinheiro, tirania,
violência, calúnia, discriminação, e a gente roga à Nossa Senhora Desatadora
dos Nós:
- Nossa Senhora, mulher do reino, desate os
nós que nos torturam, maltratam, e nos
excluem da vida digna na sociedade.
Reflita, e
faça o bem!
O amor justifica
pela graça, pois é lei do mérito da virtude,
universal, que Jesus estabeleceu: “Amar o próximo como a si mesmo.”
Então,
estamos numa quinta-feira, 19/09/2019, na Liturgia Cristã, mês dedicado à Bíblia
Sagrada, possui seus Livros, os primeiros Livros, conhecidos como o Pentateuco,
que estão formados pelos 5 (cinco), o da origem, da biologia humana, e a operação
do mal pela inveja de Caim, que levou à tirar vida do irmão ao justificar seus
princípios de existência no mérito do
amor ao Senhor Deus, pela fé, e na sabedoria. Igualmente, pela insatisfação do povo Hebreu de permanecer
no Egito, pelo fato de que, os Faraós não foram semelhantes aos Faraós do
período que chegaram no Egito, de tempos de vacas magras, mas, do apogeu no
conhecimento do Pensamento de Hermes Trimegisto, o pensador três vezes grande,
que nos legou à notável lição pedagógica
que: “Quando o discípulo (aluno) estiver pronto, o mestre, aparece...” Logo no
período áureo do Egito em foram governados por: Nefertiti ( /ˌnɛfərˈtiːti) (c.
1370 - 1330 a.C.) foi uma rainha da XVIII dinastia do Antigo Egito, esposa
principal do faraó Amenófis IV, mais conhecido como Aquenáton. Nefertiti e o
seu esposo tornaram-se conhecidos pela revolução religiosa, na qual adoravam
apenas um deus, Áton, ou o disco solar. Aquenáton e Nefertiti foram responsáveis por criarem uma
nova religião que alterou as formas de religião dentro Egito.
Certamente,
o Governo de José no Egito, teve seu
termo inicial com o Faraó anterior, pela notícia, do inicio da veneração monoteísta, do Deus único, e
outrs reformas executadas nesse período, com a ação da Rainha Nefertiti, pela
dedução lógica, percebe-se que o pensamento, como filosofia universal se
justifica no formidável conhecimento de administração e de sabedoria, o
dom doado pelo Espírito Santo, possibilita no Egito à reverência a Deus único, como
também, a melhoria das instituições. Nesse período também forma construídas,
mas às Pirâmides foram obras anteriores aos 50 (cinquenta) anos como Governador do Egito, pois José inicia
seu governo com 30 (trinta) anos, e morreu com mais de 100 (cem) anos.
A
travessia – Páscoa -. Dos Israelitas do Egito, e com às dez pragas impostas ao Faraó, que possuía
coração de pedra, que mandara o seu exército atacar o povo, no momento da
travessia do Mar Vermelho, no momento que os soldados do Faraó entraram no mar seco, e ao
estar no meio, o mar retorna seu leito original, com isso, o Faraó prdeu seu
exercito afogados pelo mar.
O mérito
do povo, foi que à libertação do Egito estava nos planos de Deus – Eu sou -,
como também, os mandamentos nas Pedras da Lei, que Deus outorgara ao Povo,
exatamente, para que o povo não trouxe do Egito à opressão, à existência do
trabalho escravo, o falto testemunho, falar mal do outro, sem responsabilidade,
e não cobiçar à mulher do próximo, porque no Egito estava usual, cobiçava e já
a tinha sua posse, entre às mulheres do povo Israelita, naquele período, sua expectativa
de vida estava baixíssima, e possí-la é mesmo que possuir um tesouro, porque às
mortalidades entre elas estava enorme em números. Pois a mulher em regra sua expectativa
de vida não ultrapassa à idade de 18 (dezoito) anos. Logo, compreende-se ao
estabelecimento de limites aos costumes vindos do Egito. Esta abordagem também
se encontra em Carlos Mesters: Os Dez Mandamentos
Ferramenta da Comunidade.
Também,
está posta as Leis de Moisés, outorgadas ao povo, mas as importantes são os
livros proféticos, que são os treze, Provérbios,
Sabedoria, Salmos, Cânticos, e dos Reis,
e no Nosso Testamento, os quatro Evangelhos,
Canônicos, às Epistolas, Atos dos Apóstolos, e o Apocalipse. Também, há os Evangelhos
Apócrifos, como o Tomé, Tiago, Bartolomeu, e Maria Madalena.
A substância
e a potência ds dons, especialmente do discernimento, da sabedoria, e da
ciência está justiçada pela Graça, gratuita, do Espírito de Deus luz, amoroso,
bom e sábio, quando se compreende que: A graça é o dom gratuito que Deus nos dá
para nos tornar participantes da sua vida trinitária e capaz de agir por amor
d’Ele. É chamada graça habitual ou santificante ou deificante, pois nos
santifica e diviniza.
Contudo, o crer é necessário à justificação, porque na justificação está posto o objeto, e o objeto é, o que não
ocorre na explicação, à explicação é uma questão pessoal, está no plano da
opinião. O mérito é potência da virtude pela graça (A graça precede, prepara e
suscita a resposta livre do homem), o que efetivamente, predica com o ser, daí substância, potência e essência do mérito.
Eis a
seguir, os conceitos extraído do Compendio Católico, em
exame:
“422. O
que é a justificação?
A
justificação é a obra mais excelente do amor de Deus. É a acção misericordiosa
e gratuita de Deus, que perdoa os nossos pecados e nos torna justos e santos em
todo o nosso ser. Isto tem lugar por meio da graça do Espírito Santo, que nos
foi merecida pela paixão de Cristo e nos foi dada no Baptismo. A justificação
inicia a resposta livre do homem, ou seja, a fé em Cristo e a colaboração com a
graça do Espírito Santo.
423. O
que é a graça que justifica?
A graça é
o dom gratuito que Deus nos dá para nos tornar participantes da sua vida
trinitária e capaz de agir por amor d’Ele. É chamada graça habitual ou
santificante ou deificante, pois nos santifica e diviniza. É sobrenatural,
porque depende inteiramente da iniciativa gratuita de Deus e ultrapassa as
capacidades da inteligência e das forças do homem. Escapa, portanto, à nossa
experiência.
425.
Que outros tipos de graça
existem?
Para além
da graça habitual, existem: as graças actuais (dons circunstanciais); as graças
sacramentais (dons próprios de cada sacramento); as graças especiais ou
carismas (que têm como fim o bem comum da Igreja), entre as quais as graças de
estado, que acompanham o exercício dos ministérios eclesiais e das
responsabilidades da vida.
426.
Qual é a relação entre a
graça e a liberdade do homem?
A graça
precede, prepara e suscita a resposta livre do homem. Responde às aspirações
profundas da liberdade humana, convida-a à colaboração e leva-a à sua
perfeição.
425. O que
é o mérito?
O mérito
é o que dá direito à recompensa por uma acção boa. Em relação a Deus, o homem,
de si, não pode merecer nada, tendo recebido gratuitamente tudo d’Ele. Todavia,
Deus dá-lhe a possibilidade de adquirir méritos pela união à caridade de
Cristo, fonte dos nossos méritos diante de Deus. Os méritos das obras boas
devem por isso ser atribuídos antes de mais à graça de Deus e depois à vontade
livre do homem.
429.
Que bens podemos merecer?
Sob a
moção do Espírito Santo, podemos merecer, para nós mesmos e para os outros, as
graças úteis para nos santificarmos e para alcançar a vida eterna, bem como os
bens temporais necessários segundo os desígnios de Deus. Ninguém pode merecer a
graça primeira, que está na origem da conversão e da justificação.
430.
Somos todos chamados à santidade cristã?
Todos os fiéis são chamados à santidade. Esta
é a plenitude da vida cristã e a perfeição da caridade, que se obtém mediante a
íntima união com Cristo e, n’Ele, com a Santíssima Trindade. O caminho de
santificação do cristão, depois de ter passado pela cruz, terá o seu acabamento
na ressurreição final dos justos, na qual Deus será tudo em todas as coisas.”
Conclui-se, que como escreve Santo Agostinho sobre o crer,
legou-nos o seguinte: “Creio para compreender, e compreendo para crer melhor.”
Pois à essência da Fé está na coragem
(virtude maior considerada por Aristóteles) na execução do bem, especialmente, à caridade.
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