O BEM COMO AÇÃO É UMA EXCELENTE CONSTRUÇÃO. A JUSTIÇA, O AMOR E A SABEDORIA SÃO OS MEIOS À ABOLIÇÃO DO PECADO MORTAL. O MAU COMPORTAMENTO E À AUSÊNCIA DA ÉTICA ESTÃO COMO HABITUAL NOS MEMBROS E SÓCIOS DA SOCIEDADE DIABÓLICA. LOGO O PECADO MORTAL É UM EXTORVO.
Pois é uma segunda-feira, segundo dia da semana, 30/09/2019.
Pois está no fim o mês dedicado à Bíblia Sagrada, no sentido de conhecer à
Palavra Viva – à Boa Nova -, anunciada pelo Verbo feito homem, pelo SIM de
Maria, Serva do Pai eterno, e virgem
cheia de graça, que encontra graça nos olhos, sujeitando-se à luz e
envolvimento do Espírito Santo, com o seu formidável consentimento, sua
anuência, e o desejo de libertar à
humanidade da ignorância, da morte, e salvar os que andaram no caminho do Senhor
Deus, observaram os mandamentos, agiram pela compaixão, caridade, justiça e o
amor e sabedoria em favor dos iguais,
irmãos e semelhantes ao Pai eterno, por meio de Nossos Senhor Jesus Cristo, e
que levara à Virgem de Nazaré, assegurar com sua decisão: - “O Senhor pôs os
olhos na sua Serva. Faça-se em mim
segundo vossa palavra.”
Ora, Maria quando assunta ao céu, em razão de ter recebido
do UNO, da Trindade à Ressurreição, em corpo e alma, e atualmente, está proclamada
no ciclo existencial que sobreviveu no planeta, como: Mulher plenamente
realizada no corpo e na alma, sendo assim, que o corpo e a alma unidos, sobem
ao céu, obtendo como efeito à coroa de
Rainha do céu e da Terra, e está na hierarquia celeste na condição de: - Rainha
do Reino.
Este argumento nos serve, exatamente, como instrumento e meio á justificação da
necessidade das virtudes, pelo fato do Espírito Santo distribuir seus dons aos
que conquistarem pelo – Mérito da Virtude. Logo pelo exercício da Virtude
impede o cometimento de pecado mortal, vícios, e especialmente, o perjúrio, que
é utilizar como verdade, quando pelo interesse e a conveniência, cuida-se da
mentira, nos moldes da prática diabólica.
Então, aquele que estiver no caminho do bem, da boa obra
prezará á ética urbana, o respeito aos direitos humanos, do cidadão e da
cidadã, deixar-se-á de praticar violência, com resultado o feminicídio contra á mulher, incluindo-se os diferentes,
pela cor, pela raça, pelo credo político e religioso, como também pelo gênero herdado
geneticamente e congenitamente, os
limitados pela deficiência, também, á vulnerabilidade por se encontrar com
idade maior de 60 (sessenta) anos.
Então, leia atentamente, o que diz à doutrina:
377. O que é a virtude?
A virtude é uma disposição habitual e firme para fazer o
bem. «O fim de uma vida virtuosa é tornar-se semelhante a Deus» (S. Gregório de
Nissa). Há virtudes humanas e virtudes teologais.
378.
O que são as virtudes humanas?
As virtudes humanas são perfeições habituais e estáveis da
inteligência e da vontade, que regulam os nossos actos, ordenam as nossas
paixões e guiam a nossa conduta segundo a razão e a fé. Adquiridas e reforçadas
por actos moralmente bons e repetidos, são purificadas e elevadas pela graça
divina.
379.
Quais são as virtudes humanas principais?
São as virtudes, chamadas cardeais, que reagrupam todas as
outras e que constituem a charneira da vida virtuosa. São elas: prudência,
justiça, fortaleza e temperança.
380.
O que é a prudência?
A prudência dispõe a razão para discernir em todas as
circunstâncias o nosso verdadeiro bem e a escolher os justos meios para o
atingir. Ela conduz as outras virtudes, indicando-lhes a regra e a medida.
381. O que é a justiça?
A justiça consiste na constante e firme vontade de dar aos
outros o que lhes é devido. A justiça para com Deus é chamada «virtude da
religião».
382. O que é a fortaleza?
A fortaleza assegura a firmeza nas dificuldades e a
constância na procura do bem, chegando até à capacidade do eventual sacrifício
da própria vida por uma causa justa.
383. O que é a temperança?
A temperança modera a atracção dos prazeres, assegura o
domínio da vontade sobre os instintos e proporciona o equilíbrio no uso dos
bens criados.
384.
O que são as virtudes teologais?
São as virtudes que têm como origem, motivo e objecto
imediato o próprio Deus. São infundidas no homem com a graça santificante,
tornam-nos capazes de viver em relação com a Trindade e fundamentam e animam o
agir moral do cristão, vivificando as virtudes humanas. Elas são o penhor da
presença e da acção do Espírito Santo nas faculdades do ser humano.
385.
Quais são as virtudes teologais?
As virtudes teologais são: fé, esperança e caridade.
386.
O que é a fé?
A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em
tudo o que Ele nos revelou e que a Igreja nos propõe para acreditarmos, porque
Ele é a própria Verdade. Pela fé, o homem entrega-se a Deus livremente. Por
isso, o crente procura conhecer e fazer a vontade de Deus, porque «a fé opera
pela caridade» (Gal 5,6).
387. O que é a esperança?
A esperança é a virtude teologal por meio da qual desejamos
e esperamos de Deus a vida eterna como nossa felicidade, colocando a nossa
confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos na ajuda da graça do Espírito
Santo para merecê-la e perseverar até ao fim da vida terrena.
388. O que é a caridade?
A caridade é a virtude teologal pela qual
amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos por amor de
Deus. Jesus faz dela o mandamento novo, a plenitude da lei. A caridade é «o
vínculo da perfeição» (Col 3,14) e o fundamento das outras virtudes, que ela
anima, inspira e ordena: sem ela «não sou nada» e «nada me aproveita» (1 Cor
13,1-3).
389. O que são os dons do Espírito Santo?
Os dons do Espírito Santo são disposições permanentes que
tornam o homem dócil para seguir as inspirações divinas. São sete: sabedoria,
entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus.
390. O que são os frutos do Espírito Santo?
Os frutos do Espírito Santo são perfeições plasmadas por
Ele em nós como primícias da glória eterna. A tradição da Igreja enumera doze:
«Amor, alegria, paz, paciência, longanimidade, bondade, benignidade, mansidão,
fidelidade, modéstia, continência, castidade» (Gal 5,22-23 vulgata).
O PECADO
391.
O que exige de nós o acolhimento da misericórdia de
Deus?
Exige o reconhecimento das nossas culpas e o arrependimento
dos nossos pecados. Pela sua Palavra e pelo seu Espírito, o próprio Deus nos
revela os nossos pecados, dá-nos a verdade da consciência e a esperança do
perdão.
392.
O que é o pecado?
É «uma palavra, um acto ou um desejo contrários à Lei
eterna» (S. Agostinho). É uma ofensa a Deus, na desobediência ao seu amor. Fere
a natureza do homem e atenta contra a solidariedade humana. Cristo, na sua
Paixão, revela plenamente a gravidade do pecado e vence-o com a sua
misericórdia.
393. Existe uma variedade de pecados?
A variedade dos pecados é grande. Distinguem-se segundo o
seu objecto, ou segundo as virtudes ou os mandamentos a que se opõem. Podem ser
directamente contra Deus, contra o próximo e contra nós mesmos. Podemos ainda
distinguir entre pecados por pensamentos, por palavras, por acções e por
omissões.
394.
Como se distingue o pecado quanto à gravidade?
Distingue-se entre pecado mortal e venial.
395.
Quando se comete o pecado mortal?
Comete-se pecado mortal quando, ao mesmo tempo, há matéria
grave, plena consciência e deliberado consentimento. Este pecado destrói a
caridade, priva-nos da graça santificante e conduz-nos à morte eterna do inferno,
se dele não nos arrependermos. É perdoado ordinariamente mediante os
sacramentos do Baptismo e da Penitência ou Reconciliação.
396.
Quando se comete o pecado venial?
O pecado venial, que difere essencialmente do pecado
mortal, comete-se quando se trata de matéria leve, ou mesmo grave, mas sem
pleno conhecimento ou sem total consentimento. Não quebra a aliança com Deus,
mas enfraquece a caridade; manifesta um afecto desordenado pelos bens criados;
impede o progresso da alma no exercício das virtudes e na prática do bem moral;
merece penas purificatórias temporais.
397. Como prolifera em nós o pecado?
O pecado arrasta ao pecado e a sua repetição gera o vício.
398.
O que são os vícios?
Os vícios, sendo contrários às virtudes, são hábitos
perversos que obscurecem a consciência e inclinam ao mal. Os vícios podem estar
ligados aos chamados sete pecados capitais, que são: soberba, avareza, inveja,
ira, luxúria, gula e preguiça ou negligência.
399.
Temos responsabilidade nos pecados cometidos por
outros?
Existe esta responsabilidade, quando culpavelmente neles
cooperamos.
400.
O que são as estruturas de pecado?
São situações sociais ou instituições contrárias à lei
divina, expressão e efeito de pecados pessoais.
Conclusão:
O respeito é bom e todos gostam. Logo, no dia em que algum fato der errado, saiba
que é o pagamento, pois á Lei é: A causa é o mau feito, e o efeito, e receber o retorno
pelo ato maldoso executado pelo egoísmo. É necessário á consciência da ação,
pois: - Aqui se faz, e aqui se paga!
Reflita, e aprenda á lição, pois todas às ações é uma
construção.
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