POR QUE A FÉ É FORÇA DO CÉREBRO, PREDICADO DO SER, INSTRUMENTO DE REALIZAÇÃO E ÊXITO, COMO DERIVADO DA FILOSOFIA, DA RAZÃO E DO VERBO, CAPAZ DE BRILHAR ÀS AÇÕES COM BOAS OBRAS, PELA FORÇA DO PENSAMENTO, NASCIDO DO ESPÍRITO DA LUZ – O UNO NA UNIDADE ???
Pois o dia presente, é domingo, 15/09/2019, possui sua origem de celebração,
em razão do dia 25 de março de 33 d. C.,, é o dia anterior à celebração da
Páscoa comemorada em Israel, cujo início,
do julgamento, tortura, sarcasmo, e
humilhação, com cetro de caniço na mão, purpura vermelha, coroa de espinho na
cabeça, em que Pilatos apresenta ao Povo, que gritava: Crucifica! Porém,
Pilatos, apresenta: Eis aí o homem! Vosso Rei. Então, como atrocidade e
violência, o Governador de Roma, na condição de estar como o Poder Judiciário
de Roma naquela situação e época, como forma de flagelo, manda Jesus de Nazaré,
carregar o pensado madeiro, no caminho
de Calvário, onde no caminho encontrou à solidariedade de Simão de Cirene, que o
ajudou à levar a cruz, também, o ato nobre de Verônica, que lhe dá uma toalha
para limpar o suor de sangue, e por efeito, fica estampada na toalha, a face do
Filho do Pai, e com a toalha Verõnica como
seguidora e discípula, realiza enorme bem aos seus amigos.
Pois Jesus chega ao Monte Calvário, próximo à Geena, depois de ser
levantado na cruz, expirou, foi requisitado o corpo por José de Arimateia e
Nicodemos, posteriormente, deram-lhe o sepulcro, tendo sido sepultado com
dignidade, pelo fato do sepulcro não ter sido utilizado, e segundo se possui
noticia e informação pertencia ao seu amigo José de Arimateia. Logo o cadáver
permaneceu até domingo.
Segundo a tradição, e narrativas dos seus Apóstolos, notadamente
Bartolomeu, antes da hora de ressuscitar, Jesus desceu do Inferno trazendo consigo os mortos, pelo fato, de que Jesus é o
libertador, dos grilhões da dor, e da amargura.
Logo, ressuscita dos mortos, cujo fato fora testemunhado pelas mulheres
que fizeram plantão no sepulcro, só para
presenciar o cumprimento das promessas do Pai, e o que está nas
escrituras.
No entanto, às Santas Mulheres
que estavam no local como testemunha
humana da Ressurreição de Jesus Cristo
foram: Maria – Mãe de Jesus; Maria – Mãe de João; Maria – Mãe de João Marcos,
autor do Evangelho; Maria Madalena; Maria e Marta – irmã de Lazaro. Também,
Pedro, certamente, Tiago, André, e João, mas, o noticiado, somente Pedro. Logo pela presunção, como andavam
sempre juntos, deduz-se que os demais se encontravam no local da ressurreição.
Sobre a questão da Fé, atualmente, há homens da ciência que consolidaram como força
do cérebro, especialmente, quando está
em jogo à cura de enfermidades, também, no êxito e no sucesso de empreendimentos
da existência.
Contudo, é da essência da existência humana, no exercício das suas
ações, tanto no pensamento, quanto em palavras e obras à necessidade na prática das ações, especialmente, o
contrato, à existência da boa-fé. Pois, quando se vislumbra á má intenção, já
que de boa intenção o inferno está cheio, o comportamento pervertido, o mau
procedimento, aí está posta à má-fé. No caso a fé é predicado do SER, porque
ensina Jesus na sua pregação; “Que a fé move montanhas, e para realizar o que
desejar pela vontade, necessitará ter no mínimo, a fé, do grão de mostarda. Eis
aí o que, na verdade, deve ser a fé.
Como Immanuel Kant, na Crítica da Razão pura, aborda a questão da fé, e
há o que Ele diz em - Kant e o Conceito de Fé racional, o que trazemos a
seguir:
“A razão prática realiza o que a razão teórica não consegue em função
dos limites impostos ao entendimento e àquilo que podemos conhecer, Kant
confere à razão prática uma relação necessária com os objetos do mundo
supra-sensível. Esse mundo é inteiramente compatível com a razão prática, pois
ainda que as coisas do mundo sensível determinem nossas ações, estas também
podem ser determinadas por aquilo que não é sensível e que tem origem apenas na
razão pura. Nas palavras de Kant: (...) o ser humano encontra realmente em si
mesmo uma faculdade por meio da qual ele se distingue de todas as outras
coisas, e até de si mesmo, na medida em que é afetado pelos objetos e essa
[faculdade] é a razão. Esta, como pura auto atividade, é ainda elevada acima do
entendimento, pelo seguinte: ainda que este seja também auto atividade, e não
contenha apenas meras representações que surgem quando se é afetado pelas
coisas (e se é, portanto, passivo), como o sentido, ele não pode, no entanto,
por si mesmo, formar nenhum outro conceito, a partir de sua atividade própria,
a não ser aqueles que servem apenas para reportar a regras e, com isso,
unificar numa consciência, as representações sensíveis. Sem esse uso da
sensibilidade, o entendimento não poderia pensar nada. A razão, pelo contrário,
sob o nome de ideias, revela uma espontaneidade tão pura que ela vai mais longe
que tudo o que a sensibilidade pode fornecer e sua principal tarefa prova isso
ao distinguir, um do outro, o mundo dos sentidos do mundo do entendimento e,
com isso, traça, para o entendimento seu próprio limite.”
A questão doutrinária, e sua importância no exercício do caminho do bem,
especialmente, aqueles que desejam melhorar o seu conhecimento sobre como a fé
está posta, como predicado de crescimento, e desenvolvimento, traz-se os conceitos
descritos no CATECISMO DA IGREJA
CATÓLICAIII. O que se pode observar, a seguir:
AS CARACTERÍSTICAS DA FÉ
A FÉ É UMA GRAÇA - 153: Quando São Pedro confessa que Jesus é o Cristo,
Filho do Deus vivo, Jesus lhe declara que esta revelação não lhe veio "da
carne e do sangue, mas de meu Pai que está nos céus". A fé é um dom de
Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele. "Para que se preste esta
fé, exigem-se a graça prévia e adjuvante de Deus e os auxílios internos do
Espírito Santo, que move o coração e o converte a Deus, abre os olhos da mente
e dá a todos suavidade no consentir e crer na verdade."
A FÉ É UM ATO HUMANO - 154: Crer
só é possível pela graça e pelos auxílios interiores do Espírito Santo Mas não
é menos verdade que crer é um ato autenticamente humano. Não contraria nem a
liberdade nem a inteligência do homem confiar em Deus e aderir às verdades por
Ele reveladas. Já no campo das relações humanas, não é contrário à nossa
própria dignidade crer no que outras pessoas nos dizem sobre si mesmas e sobre
suas intenções e confiar nas promessas delas (como, por exemplo, quando um
homem e uma mulher se casam), para entrar assim em comunhão recíproca. Por
isso, é ainda menos contrário à nossa dignidade "prestar, pela fé, à
revelação de Deus plena adesão do intelecto e da vontade" e entrar, assim,
em comunhão íntima com ele. 155 Na fé, a inteligência e a vontade humanas
cooperam com a graça divina: "Credere est actus intellectus assentientis veritati divinae ex imperio
voluntatis a Deo motae per gratiam - Crer é um ato da inteligência que assente
à verdade divina a mando da vontade movida por Deus através da graça".
A FÉ E A INTELIGÊNCIA - 156: O motivo de crer não é o fato de as
verdades reveladas aparecerem como verdadeiras e inteligíveis à luz de nossa
razão natural. Cremos "por causa da autoridade de Deus que revela e que
não pode nem enganar-se nem enganar-nos". "Todavia, para que o
obséquio de nossa fé fosse conforme à razão, Deus quis que os auxílios interiores
do Espírito Santo fossem acompanhados das provas exteriores de sua Revelação.
Por isso, os milagres de Cristo e dos santos, as profecias, a propagação e a
santidade da Igreja, sua fecundidade e estabilidade "constituem sinais
certíssimos da Revelação, adaptados à inteligência de todos",
"motivos de credibilidade" que mostram que o assentimento da fé não é
"de modo algum um movimento cego do espírito". 157 A fé é certa, mais
certa que qualquer conhecimento humano, porque se funda na própria Palavra de
Deus, que não pode mentir. Sem dúvida, as verdades reveladas podem parecer
obscuras à razão e à experiência humanas, mas "a certeza dada pela luz
divina é maior que a que é dada pela luz da razão natural. "Dez mil
dificuldades não fazem uma única dúvida.
A FÉ COMPREENDE À RELAÇÃO COM O UNIVERSO – 158: "A fé procura
compreender": E característico da fé o crente desejar conhecer melhor
Aquele em quem pôs sua fé e compreender melhor o que Ele revelou; um
conhecimento mais penetrante despertará por sua vez uma fé maior, cada vez mais
ardente de amor. A graça da fé abre "os olhos do coração" (Ef. 1,18)
para uma compreensão viva dos conteúdos da Revelação, isto é, do conjunto do
projeto de Deus e dos mistérios da fé, do nexo deles entre si e com Cristo,
centro do Mistério revelado. Ora, para "tomar cada vez mais profunda a
compreensão da Revelação, o mesmo Espírito Santo aperfeiçoa continuamente a fé
por meio de seus dons. Assim, segundo o adágio de Santo Agostinho, "eu
creio para compreender, e compreendo para melhor crer".
A FÉ É CIÊNCIA, PORQUE ELA É QUE MOVIMENTA OS CORPOS FÍSCO, ASTRAL E
MENTAL – 159: Fé e ciência. "Porém, ainda que a fé esteja acima da razão,
não poderá jamais haver verdadeira desarmonia entre uma e outra, porquanto o
mesmo Deus que revela os mistérios e infunde a fé dotou o espírito humano da
luz da razão; e Deus não poderia negar-se a si mesmo, nem a verdade jamais
contradizer a verdade." "Portanto, se a pesquisa metódica, em todas
as ciências, proceder de maneira verdadeiramente científica, segundo as leis
morais, na realidade nunca será oposta à fé: tanto as realidades profanas
quanto as da fé originam-se do mesmo Deus. Mais ainda: quem tenta perscrutar
com humildade e Perseverança, os segredos das coisas, ainda que disso não tome
consciência, e como que conduzido pela mão de Deus, que sustenta todas as
coisas, fazendo com que elas sejam o que são."
A LIBERDADE DA FÉ - 160: Para que o ato de fé seja humano, "o homem
deve responder a Deus, crendo por livre vontade. Por conseguinte, ninguém deve
ser forçado contra sua vontade a abraçar a fé. Pois o ato de fé é por sua
natureza voluntário". "Deus de fato chama os homens para servi-lo em
espírito e verdade. Com isso os homens são obrigados em consciência, mas não
são forçados... Foi o que se patenteou em grau máximo em Jesus Cristo."
Com efeito, Cristo convidou à fé e à conversão, mas de modo algum coagiu.
"Deu testemunho da verdade, mas não quis impô-la pela força aos que a ela
resistiam. Seu reino... se estende graças ao amor com que Cristo, exaltado na
cruz, atrai a si os homens." A NECESSIDADE DA FÉ 161 E necessário, para
obter esta salvação, crer em Jesus Cristo e naquele que o enviou para nossa
salvação "Como, porém, "sem fé é impossível agradar a Deus' (Hb 11,6)
e chegar ao consórcio dos seus filhos, ninguém jamais pode ser justificado sem
ela, nem conseguir a vida eterna, se nela não permanecer até o fim" (Mt
10,22; 24,13".
A PERSEVERANÇA NA FÉ – 162: A fé é um dom gratuito que Deus concede ao
homem. Podemos perder este dom inestimável; São Paulo alerta Timóteo sobre
isso: 'Combate... o bom combate, com fé e boa consciência; pois alguns,
rejeitando a boa consciência, vieram a naufragar na fé" (1Tm 1,18-19).
Para viver, crescer e perseverar até o fim na fé, devemos alimentá-la com a
Palavra de Deus; devemos implorar ao Senhor que a aumente; ela deve "agir
pela caridade" (Gl 5,6), ser carregada pela esperança e estar enraizada na
fé da Igreja.
A FÉ - COMEÇO DA VIDA ETERNA – 163: A fé nos faz degustar como por
antecipação a alegria e a luz da visão beatífica, meta de nossa caminhada na
terra. Veremos então a Deus "face a face" (1Cor 13,12), "tal
como Ele é" (1Jo 3,2). A fé já é, portanto, o começo da vida
eterna:Enquanto desde já contemplamos as bênçãos da fé, como um reflexo no
espelho, é como se já possuíssemos as coisas maravilhas que um dia
desfrutaremos, conforme nos garante nossa fé. 164 Por ora, todavia,
"caminhamos pela fé, não pela visão" (2Cor 5,7), e conhecemos a Deus
"como que em um espelho, de uma forma confusa..., imperfeita" (1Cor
13,12). Luminosa em virtude daquele em que ela crê, a fé é muitas vezes vivida
na obscuridade. A fé pode ser posta à prova. O mundo em que vivemos muitas
vezes parece estar bem longe daquilo que a fé nos assegura; as experiências do
mal e do sofrimento, das injustiças e da morte parecem contradizer a Boa Nova;
podem abalar a fé e tornar-se para ela uma tentação. 165 É então que devemos nos
voltar para as testemunhas da fé: Abraão, que creu, "esperando contra toda
esperança" (Rm 4,18); a Virgem Maria, que na "peregrinação a
fé[fca63] " foi até a "noite da fé", comungando com o sofrimento
de seu Filho e com a noite de seu túmulo e tantas outras testemunhas da fé:
"Com tal nuvem de testemunhas ao nosso redor, rejeitando todo fardo e o
pecado que nos envolve, corramos com perseverança para o certame que nos é
proposto, com os olhos fixos naquele que é autor e realizador da fé, Jesus"
(Hb 12,1-2[a66] ).
Conclusão:
A existência humana, necessita o
recebimento conteúdo que lhe acrescente valores, e agregue meios, aqui
instrumentos necessários que o dê a possibilidade de obter ao completar à escada
do caminho à evolução, que é Santidade, o grade predicado da perfeição, meio de
abrir a porta, e o guardião, não o dê o xeque mate, com à
sentença: - Não, não é aqui, porque não poderá ter subido, mas sim, descer,
onde estão os sócios da corrupção, os egoístas,
o apego à ao poder e à riqueza. Mas, os caluniadores, difamadores, os praticantes
da violência, e os que tiram o necessário do próximo.
É necessário á consciência formada por meio da boa noticia trazida por Jesus de Nazaré, e aprendido com
sua Mãe – Rainha do céu e da Terra, desatadora dos nós á formidável forma de
encontrar à Senda, o Reino, e o Nirvana, como diz à Escrituras: - O lugar, onde há o rio, que jorra leite e mel.
Reflita, pense, porque: - Vigiai, e orai para não cairdes na tentação

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