A QUESTÃO É: O HOMEM COLHEU AQUILO QUE PLANTARA. JESUS CRISTO COM SUA PAIXÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO FEZ RENASCER O NOVO HOMEM. ELE DISSERA QUE SÓ ENTRARÁ NO REINO, O QUE PRATICAR SUA PALAVRA, E TIVER NASCIDO DA ÁGUA E DO ESPÍRITO SANTO. ELE NÃO CONDICIONA À IDADE.



O presente, é sexta-feira, 27/09/2019. No entanto,  em razão  de estar posto como o dia anterior ao sétimo dia – sábado -, pois, nos povos da antiguidade, nas civilizações localizadas às margens do Eufrates,  entre elas os Caldeus, já no reinado de Hamurabi, que instituiu no seu Código  a Pena de Talião: “Olho por olho, dente por dente”, exista o resquício na Lei de Moisés, que Jesus na sua pregação diz: “Eis que os antigos diziam – Olho por olho, dente por dente. Eu porém, vos digo: Amar o próximo como a si mesmo. Pois Jesus de Nazaré, Filho do Pai, passa pelo planeta com objetivo de restaurar o  respeito pela humanidade, pois à síntese do seu Evangelho – Boa Nova (ou notícia), é validar  como argumento, e aplicar como lei: O Direito Universal da pessoa (pessoa, pelo fato de não estar evoluída e exercitado  à santidade para chegar ao SER) Humana, que na atualidade, os sócios da Serpente (diabo, mentiroso e falso), ainda no pecado original, praticam discriminação, exclusão, violência, calúnia, difamação, injúria, tudo pelo domínio, poder e dinheiro.
Ocorre que os povos, de onde possui sua origem Abraão e Sara, já reverenciavam o Sábado.
Devemos compreender que à sexta-feira, entre o povo Hebreu, praticamente, às ações que caíssem sua execução no sábado, não possuíam aceitação e consentimento. Logo, eis à causa pela rejeição da sexta-feira, porque à execução de Jesus Nazareno em Cruz, é iniciada na quinta-feira, segundo está na Sentença de Pôncio Pilatos, exatamente, no dia 24 de março, dia em Judas o deu o beijo da traição, Pedro com sua espada cortou a orelha do soldado Romano, e Jesus a  coloca   no lugar, e disse-lhe, dando-lhe a regra da retribuição: “Pedro, coloca tua espada na bainha, porque quem com ferro fere, com ferro será ferido.” Na verdade,  sexta-feira, pela tradição é considerada o dia de se meditar sobre à DOR.
Hoje, comemora-se o dia de Segundo São Francisco de Sales, Vicente de Paulo era o "padre mais santo do século". Faleceu em 27 de setembro de 1660 e foi sepultado na capela-mãe da Igreja de São Lázaro, em Paris. Foi canonizado pelo Papa Clemente XII em 16 de junho de 1737. Em 12 de maio de 1885 é declarado patrono de todas as obras de caridade da Igreja Católica, por Leão XIII.
Eis aí bons coneitos de reflexão, que inicia com a Agonia de Jesus no Jardim das oliveiras:
A AGONIA NO GETSÊMANI
612. O cálice da Nova Aliança, que Jesus antecipou na Ceia, oferecendo-se a si mesmo, aceita-o em seguida das mãos do Pai em sua agonia no Getsêmani, tornando-se "obediente até a morte" (Fl 2,8). Jesus ora: "Meu Pai, se for possível, que passe de mim este cálice..." (Mt 26,39). Exprime assim o horror que a morte representa para sua natureza humana. Com efeito, a natureza humana de Jesus, como a nossa, está destinada à Vida Eterna; além disso, diversamente da nossa, ela é totalmente isenta de pecado, que causa a morte"; mas ela é sobretudo assumida pela pessoa divina do "Príncipe da Vida", do "vivente". Ao aceitar em sua vontade humana que a vontade do Pai seja feita, aceita sua morte como redentora para "carregar em seu próprio corpo os nossos pecados sobre o madeiro" (1Pd 2,24).
(Parágrafos Relacionados 532,2600,1009) A MORTE DE CRISTO É O SACRIFÍCIO ÚNICO E DEFINITIVO
613. A morte de Cristo é ao mesmo tempo o sacrifício pascal, que realiza a redenção definitiva dos homens pelo "cordeiro que tira o pecado do mundo", e o sacrifício da Nova Aliança, que reconduz o homem à comunhão com Deus, reconciliando-o com ele pelo "sangue derramado por muitos para remissão dos pecados". (Parágrafos Relacionados 1366,2009) 614 Este sacrifício de Cristo é único. Ele realiza e supera todos os sacrifícios. Ele é primeiro um dom do próprio Deus Pai: é o Pai que entrega seu Filho para reconciliar-nos consigo. É ao mesmo tempo oferenda do Filho de Deus feito homem, o qual, livremente e por amor, oferece sua vida a seu Pai pelo Espírito Santo, para reparar nossa desobediência. (Parágrafos Relacionados 529,1330,2100) JESUS SUBSTITUI NOSSA DESOBEDIÊNCIA POR SUA OBEDIÊNCIA
615. Como pela desobediência de um só homem todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornarão justos" (Rm 5,19). Por sua obediência até a morte, Jesus realizou a substituição do Servo Sofredor que "oferece sua vida em sacrifício expiatório", "quando carregava o pecado das multidões", "que ele justifica levando sobre si o pecado de muitos". Jesus prestou reparação por nossas faltas e satisfez o Pai por nossos pecados.
(Parágrafos Relacionados 1850,433,411) NA CRUZ, JESUS CONSUMA SEU SACRIFÍCIO
616. É "o amor até o fim" que confere o Valor de redenção de reparação, de expiação e de satisfação ao sacrifício de Cristo. Ele nos conheceu a todos e amou na oferenda de sua vida. “A caridade de Cristo nos compele quando consideramos que um só morreu por todos e que, por conseguinte, todos morreram" (2 Cor 5,14). Nenhum homem, ainda que o mais santo, tinha condições de tomar sobre si os pecados de todos os homens e de se oferecer em sacrifício por todos. A existência em Cristo da Pessoa Divina do Filho, que supera e, ao mesmo tempo, abraça todas as pessoas humanas, e que o constitui Cabeça de toda a humanidade, torna possível seu sacrifício redentor por todos.
(Parágrafos Relacionados 478,468,519) 617 "Sua sanctissima passione in ligno crucis nobis iustificationem meruit - Por sua santíssima Paixão no madeiro da cruz mereceu-nos a justificação", ensina o Concílio de Trento, sublinhando o caráter único do sacrifício de Cristo como "princípio de salvação eterna". E a Igreja venera a Cruz, cantando: crux, ave, spes única - Salve, ó Cruz, única esperança".
(Parágrafos Relacionados 1992,1235) NOSSA PARTICIPAÇÃO NO SACRIFÍCIO DE CRISTO
618. A Cruz é o único sacrifício de Cristo, "único mediador entre Deus e os homens". Mas pelo fato de que, em sua Pessoa Divina encarnada, "de certo modo uniu a si mesmo todos os homens", "oferece a todos os homens, de uma forma que Deus conhece, a possibilidade de serem associados ao Mistério Pascal". Chama seus discípulos a "tomar sua cruz e a segui-lo", pois "sofreu por nós, deixou-nos um exemplo, a fim de que sigamos seus passos". Quer associar a seu sacrifício redentor aqueles mesmos que são os primeiros beneficiários dele. Isto realiza-se de maneira suprema em sua Mãe, associada mais intimamente do que qualquer outro ao mistério de seu sofrimento redentor: (Parágrafos Relacionados 1368,1460,307,2100,964) Fora da Cruz não existe outra escada por onde subir ao céu.
RESUMINDO
 619. "Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras" (1Cor 15,3). 620 Nossa salvação deriva da iniciativa de amor de Deus para conosco, pois “foi Ele quem nos amou e enviou seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados" (1Jo 4,10). "Foi Deus que em Cristo reconciliou o mundo consigo" (2 Cor 5,19).
621. Jesus ofereceu-se livremente por nossa salvação. Este, dom, ele o significa e o realiza por antecipação durante a Última Ceia: "Isto é meu corpo, que será dado por vós" (Lc 22,19).
622. Nisto consiste a redenção de Cristo: ele "veio dar a sua vida em resgate por muitos" (Mt 20,28), isto é, "amar os seus até o fim" (Jo 13,1), para que sejais "libertados da vida fútil que herdastes de vossos pais".
 623. Por sua obediência de amor ao Pai, "até a morte de cruz" (Fl 2,8), Jesus realizou sua missão expiadora do Servo Sofredor que “justificará a muitos e levar sobre si as suas transgressões".
Conclusão:
O sacrifício descrito no texto, diz respeito ao étimo utilizado com propriedade na época, pelo fato de que  significa à prática do sagrado ofício.
Logo o fato é  reconhecido em razão da missão de Jesus como Filho único de Deus, que viera com a finalidade de perdoar os pecados de estado feito pela dupla, que seguiram e comeram do sibilo da serpente, satisfazendo à salvação, porque com a pecha da ignorância, pensar que estava acima do bem e do mal, e agir como Caim, pelo orgulho, inveja, e outras maldades clássicas. Em relação a perda da santidade, Jesus o liberta pelo sim da Mãe, quando aceita estar como Mãe do Filho de Deus, quando diz ao Arcanjo Gabriel: “Faça-se em mim, segundo  tua palavra.” À mãe possui 50% do crédito, pois tudo começa com o desejo e a vontade do UNO – Eu sou.
Reflita.












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